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Frases de R. Matos

170 frases

Se um dia eu ou você parti, saudades de ti terei Viramos as costas, choramos de frente é a saudade continua Que possa lembrar dos momentos, dos tristes recorda para a memória afiar
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Se um dia eu ou você parti, saudades de ti terei Viramos as costas, choramos de frente é a saudade continua Que possa lembrar dos momentos, dos tristes recorda para a memória afiar Dos sorrisos reviver, os que tivemos juntos um dia novamente gargalhar Sentimento que respeito e esse ao mesmo tempo bom e ruim de sentir Nunca deixe de ter, conexão protetora do abandono Em algum dia em algum lugar no tempo, estão pensando na gente Pense de vez enquanto, nós que ficaram na lembrança Faça com eles saudosismo imparcial, busque aliança Almeje suas vitórias com eles, permaneça firme na derrota com os mesmos Família de irmãos de mães diferentes, horas que passam sem vocês Na despedida, não esquecei da gente volte logo Deixe suas recordações agora presentes no passado No passado torne-se sua atual e nova velha vida Por viver esses momentos foi o que levou aprender com isso Não importa a distância ou até mesmo as horas a correr Esquecer de você não dá, até o último momento vou recordar Seja o que acontecer durantes nossas vidas, a cruzar e descruzar Em algum lugar no céu poderemos nós reencontrar E lá no império das montanhas, os momentos relembrar Ela não se apaga, nem enfraquece a forma mais sincera de sentir amor É melhor voltar, perdoado está sua falta foi maior do que fez Não há coisa melhor que o abraço da volta em sua quando regressar Espero que de qualquer forma um dia saudades que no presente foi, volte ao futuro acontecer Se continuar com ele em mim, saberei que inevitavelmente será saciada Se algo ou qualquer outra coisa, não permiti que volte mande sua saudade para mim A saudade fica de quem está aqui, mais não ficou Se pudesse comprar de uma loja a saudade que sinto de você, toda a fortuna ficaria Nossa agonia, seu abraço sua lembrança.

De raça de cor diante a moléstia jamais se abalou De pele morena, de sentimento translucido Povo de respeito e admiração
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De raça de cor diante a moléstia jamais se abalou De pele morena, de sentimento translucido Povo de respeito e admiração Que seus navios negreiros sejam abençoados Que apesar dos pesares da submissão Pelo mundo sua linhagem espalhou Sabedoria e dignidade tradição em seu clã Que seus déspotas saibam o que mais fizeram Foi da força para lutar contra o preconceito Não se abalarás e não fugir da contenda Seu combustível foi a dor para dias melhores Que sua capa bronzeada reluz e encanta Fazendo-se apaixonar, que ouro mel seja eterno Ofuscando até o brilho da estrela de fogo Que essa coração não seja motivo para a diferenciação E sim um exemplo.

Na inconveniência se acha que é requintado Se gaba por ter um grande patrimônio De caraminholas contadas acha que ninguém desconfia
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Na inconveniência se acha que é requintado Se gaba por ter um grande patrimônio De caraminholas contadas acha que ninguém desconfia De gente que protesta de você sem antes olhar seus erros Que só observam o lado negativo dos quefazeres Não sabem ti escutar, suas histórias para eles são desinteressantes É ainda por cima contam vantagem o tempo todo De grosserias e total falta de bom senso Este é uma chatice desnecessária Agora ser assim não é de todo algo ruim Só não viva o tempo todo assim simples Todas as pessoas têm uma mania e uma chatice necessária Mais por um lado fastidiosos são elas mesmo sem máscara ou maquiagem Não tentaremos agradar a você nem a ninguém Falarão a verdade na hora certa, não será chato atoa Apenas evite dar canseira.

Ao jovem a mensagem do vento que ele vai chegar Aos que a brisa do tempo já alcançou a volta a ser garoto e questão de visão Precisar se preocupar com as vantagens de ser mais velho, com certeza não é vantagem
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Ao jovem a mensagem do vento que ele vai chegar Aos que a brisa do tempo já alcançou a volta a ser garoto e questão de visão Precisar se preocupar com as vantagens de ser mais velho, com certeza não é vantagem “Adquirir a maturidade sem conhecer a flor, não traz vantagem para a abelha” Percebe que pensou em ser maior, sem chegar lá e parecer na novicie Tudo cresce o no período oportuno será crucial sua fase de responsabilidade Agora pequeno desfrute do dom e do céu que o mundo foi feito para seus pezinhos A lama na cara vai sentir falta, dos fins de tarde chegando todo estropiado em casa e vai sentir eternas saudades desse tempo Não cresça antes do tempo não pule seus anos, a vida é passageira E olha que isso para quem vê e cativante Esses anos jamais irão voltar Quando o mundo me sustentou e eu enfim conseguir evoluir em idade, mas minha cabeça parou milhares de dias atrás Eu busquei nas esperanças vans do pretérito dias sem fim de ilusões e sonhos Me misturar, mostrar a criança interior que como o ar do balão se explode e bah O seu interior se convenciona por todos os lados Como no oceano da felicidade precisava desabrochar exteriorizar um lado infantil Jamais com aquele conceito, de ser criança não levando a sério as pessoas O lado que todo mundo um dia precisa de brincar e dançar na chuva Se molhar arriscar, por um momento esquecer suas obrigações e unicamente sorrir.

Comecei isso tudo descendo a ladeira De manhã ao sol, como toda criança dei uma trabalheira O rolimã era meio enferrujado mais dava para se diverti
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Comecei isso tudo descendo a ladeira De manhã ao sol, como toda criança dei uma trabalheira O rolimã era meio enferrujado mais dava para se diverti Meu amigo como louco empurrado o carrinho como um guia Bala, sorvete e pipoca me deixava delirado como eu gostava de me lambuzar De chegar no fim da tarde cansado de brincar na rua, pipa, pique bandeira e futebol Pés enodoados chegando em casa, mamãe logo brigava comigo por suja o tapete perto da lareira Depois do banho e da janta sentávamos no sofá a tv um pouco a desligar Para uma família conversar Como era entusiasmante ouvir as histórias do papai, isso me enchia de energia e vontade de ser que nem ele, quando maior Dávamos risadas até a barriga embrulhar, bons tempos que hoje lembrando me fazem suar pelos olhos Não volta mais que saudades da comida da mamãe, do seu beijo agridoce Do sorriso do papai e dos seus abraços apertados Até de maçar minha irmã, quando ela trancava a porta com seus namoricos noite a dentro E nós sábados de manhã, passear com vovô pela praça encontrar novas aventuras desbravar Tempos que o conceito de união era diferente, não se apegava a alguém com que ela tinha e sim com que ela era Nunca era hora de desanexação, o aperto estava sempre presente Pela lareira queimava o fogo da nossa harmonia Família lá em casa tem vez.

Sou sua semente de tudo que faço na terra penso em você Entregou sua juventude para ter essa honra atributo de mulher Por muito tempo se ocupou por mim, não só mais fez mais que seu papel
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Sou sua semente de tudo que faço na terra penso em você Entregou sua juventude para ter essa honra atributo de mulher Por muito tempo se ocupou por mim, não só mais fez mais que seu papel Me amou me educou me tornou melhor Com certeza minha amiga de confiança, melhor abraço não há Vocação como nunca por seus filhos se doou, deixou tudo e a seus filhos se dedico Meu sim com humildade luz do mundo, musa do poeta cancioneiro Para as outras pessoas nossas fraquezas são expostas, nosso ser e criticado mais sei que quando chegar como um rei por você sou recebido Me faça esquecer a rigidez da vida, me lembra como é bom ser criança e ter você Não pergunte por onde andei, deixa a saudade nós confiar este momento Espero que um dia eu sinta um pouco que vocês com essa dádiva sentem com seus filhos Que os que não tiveram essa oportunidade em vida de encontrar sua flor Saiba nos braços do altíssimo o que e ter família A dor que ti fiz passar um dia com desobediências e peripécias a vida pago em dobro Se falto uma pessoa melhor da minha parte, não foi a senhora, fechei por muitas vezes os ouvidos para suas moções Há de um dia eu nunca vou deixar você por mim mais uma vez chorar Que a fraqueza do seu olhar ilumine meus passos me guie Me ame, me abrace querida mãe.

Do desejo de acabar com a vida alheia provém o ódio Perversor das boas obras do homem, possuído por ele de todas obras do alto se despreza Inveja da felicidade vende a harmonia e compra-se a arrogância
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Do desejo de acabar com a vida alheia provém o ódio Perversor das boas obras do homem, possuído por ele de todas obras do alto se despreza Inveja da felicidade vende a harmonia e compra-se a arrogância No pedido de guerra na oração do fim Do sangue derramado pela espada gotejada Não deixa os vivos viverem se entristece com a felicidade, massacra o desejo Como aliado da escuridão obstáculos opõem a veracidade Instiga a maldade e a pregação venenosa do orgulho Se estiver na retidão, não vai humilhar piedoso e saberá dosar seu sentimento Profanem aos seus filhos que suas obras e heranças se espalhem Coração cheio de pressão, arrepender e voltar pelo caminho não será vergonha Eleva sua alma e proporciona a trajetória da alegria Do fígado adoeceu enquanto do ódio se supria na mesma forma que castigo será castigado A falsidade estimava um bom tratamento, no virar de costa a raiva reinava A prosperidade foi de stress, de nada frutífero será recolhido assim como o ofendido na recusa do perdão A balança será a mesma para os dois lados, não será oprimido e opressor Sereno e como o pacificador de toda dor surge a luta Da sua terra surgirá a herança da derrota, pacifique suas casas e encontrando a trilha do rio Suba as cachoeiras e se afaste, mesmo que não digam que é para fazer Na alva o sol esplandecera é a rinha esvaecera.

Caia água, precisamos de você, sem você não podemos viver Faça que esse solo posso sorver cada gota que despenca com fervor Fiel ao camponês amiga da nuvem e do cipreste japonês
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Caia água, precisamos de você, sem você não podemos viver Faça que esse solo posso sorver cada gota que despenca com fervor Fiel ao camponês amiga da nuvem e do cipreste japonês Tristeza da secura, alegria da viúva, analgésico que cura Do animal e satisfação sem igual, abre sorrisos até em escorpiões Transborda as veias da terra, complete seu rumo banhe as águias da Inglaterra Ame e dance nesse ritual natural, sinta cheire a doçura do meu sabor Avante arquiteta do cristal, dure o tempo que for trabalho perfeito no final Irmã do sol, arco íris apareceu a tristeza pereceu Nesses dias obra de arte maior não encontrarás, corra para fora para comtemplar Inimiga de ninguém, de surpresa ela não ti perturba não Caso repentinamente caia, agradeça o justo a mereça Cachoeiras me repetem, sabem que o bale da gotículas cair no vale irá acontiar Tempo que me espera, rachaduras e protuberâncias denunciam minha ausência Acabar com sua sede retomar o ciclo da vida fazer a existência girar Me guarde e proteja, conserve e me enerve Nosso destino e nós encontrar em algum lugar, sobre sua cabeça e peito estar Sobre os céus planar arre voar, para com alegria no chão se espalhar No gelo me depositar para no solo se preservar, e lá frutificar O verde amor da vida, respeito sentencial ajuda essencial Guarde as gotas da sua saudade e gaste nas sementes que há de escapar para germinar Frutifique inveje, o morto o vale negro até ele um dia poder e querer me desejar Unifique seus desertos, a sua mansidão e admiração aos meus borrões Chore não, por minha ausência chegarei com brevidade e tempestiva hombridade Raios me anunciam, clarões extraordinários serpenteiam o ar e policiam Nimbos que me carrega me conduza como a cegonha ao meu doce mar Abaixe seu vertical, tempo fechado não e sinal de mal presságio Poeta do bosque sarau da composição unicelular, obrigado por aumentar Torreie as orquídeas, em breve o festival multicor a começar O vento anuncia minha partida, não se nuble no volto que coalescência retornar estarei a molhar.

A fragilidade do corpo não se compara a força da esperança Os pulmões exprimem agonia e insuficiência A ausência de oxigênio caminha para incapacidade
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A fragilidade do corpo não se compara a força da esperança Os pulmões exprimem agonia e insuficiência A ausência de oxigênio caminha para incapacidade A recordação quando plenos pulmões corriam pelos ventos Agora como uma víscera cruel arranca o sopro que existia Uma canção fazia mudar seu animo Agora a melodia da agonia e composta e soa como um ritual mortal Como um câncer que se impregna e suga toda a pujança Levou, e ao tempo mesmo tirou de todos Carrapato oculto, jamais se vê apenas sentir Sentir a sua partida e cruel Sem chances para perdurar Seu corpo desorientado Mente desconexa, uma cruz a carregar Um ser fora do seu eixo, assim como uma ave sem voar A dor um dia vai passar a recordação vai ficar, é o recado vai ficar Ninguém nasce para padecer.

Olha por onde andarei para chegar a você imperatriz Beatriz dos meus sonhos, perdido sobre seus pecados na floresta perdido estava A incontinência levou a violência para praticar a fraude, sabe-se que quanto mais sabe pior a falta, caminhos devaneios a levar a um velho portão ac…
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Olha por onde andarei para chegar a você imperatriz Beatriz dos meus sonhos, perdido sobre seus pecados na floresta perdido estava A incontinência levou a violência para praticar a fraude, sabe-se que quanto mais sabe pior a falta, caminhos devaneios a levar a um velho portão achar, e nele as palavras grafadas a estampar deste lugar “deixai toda a esperança, ó vos que entrais” Pelo báratro Virgílio me acompanha ao aqueronte rio de fogo em busca do barqueiro Caronte, após a travessia no limbo chegar se espantar no que possa encontrar por lá, virtudes e soberba habitam esse lugar Onde as tempestades de ventos não cessam, os luxuriosos não têm fresta Um protetor esse lugar há cão raivento de ampla visão cabeça bisada três vezes a boca espumar e com olhar não para de observar gulosos que a Avarentos a carregar pedras imensas, a marcha ao longe até aonde a vista alcançar Carrancudos e insolentes espalhados pela lama efervescente, na porta das cidades em chamas túmulos a espalhar hereges no fundo estão, sicários na cidade atormentados por centauros Chuva queimante iluminando o que há, correria desenfreada daqueles que correram de deus No fim do precipício a galeria congelada aparenta ainda mais medo e terror a propagar, onde os tenentes, príncipes do seu senhor a esperar onde o anjo da luz a devorar seus subordinados sem piedade a executar no frio de cócito seu espetáculo horrendo realizar No fim enfim do túnel o cruzeiro do Sul, a uma ilha ligar lá o purgatório está, montanha altaneira, em que arrependidos estão afim de busca a luz e pagar o que fez Agoniada a espera é, mais e preciso esses pecados solucionar para expiação de suas faltas ascender a montanha com alegria, a tarefa cumprir para junto aos celestial morar Virgílio que acompanhou, não poderá prosseguir agora a parti do Lete será com você, beba dessa água ascenda a redenção suba para os braços de beatriz para novamente se aconchegar Nas esferas do paraíso revoar, na primeira estação da lua encontrar almas virtuosas por todos os lados a, após algum tempo em mercúrio chegar e brilhantismo aqui tem a comprovar Vênus tem amor como Beatriz me fez mais uma vez apaixonar, com o sol a ostentar com sabedoria essas campinas fazer brilhar a cada manhã Em marte coragem e bravura ter para desempenhar e defender sem armaduras de peito aberto lutar contra a injustiça, amém a vocês que probo sois a águia imperial lhe regozija em sua honra na terra de júpiter A verdade está próxima e com temperança de saturno, seguir para até o fim das estrelas onde a fé e testada e as falsidades desmascaradas Alcançar a última estrela a que movimenta tudo que nesse mundo existe, num toque de encanto empíreo observar, uma grandiosa rosa no centro no fim três círculos representado pai, filho e espirito no abismo de emoções concedido foi a compreensão na vida Muito além do entendimento humano tudo separado é junto no mesmo tempo, um ar que não se pode respirar, é com certeza uma dificuldade que não pode enfrentar.

Sou eu réu confesso da sua prisão, do seu encanto e violência não consigo fugir Como um rouxinol na gaiola me sinto em seus braços Sou eu que tenho a doença da saudade de você
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Sou eu réu confesso da sua prisão, do seu encanto e violência não consigo fugir Como um rouxinol na gaiola me sinto em seus braços Sou eu que tenho a doença da saudade de você A ilusão da felicidade navega em meu peito em um dia te ter Se pudesse escolher faria diferente, mas como um ritual estou preso Não consigo sair, a montanha e muito íngreme para mim Quero um dia poder voltar e dessa vez fazer diferente e se perde em seus braços só a mim Sorriso de menina, vontade de mulher me quebrou Antes que se torne loucura obsessão preciso lutar contra seus vícios e manias Escravo do amor isso é me tornei, sonhei em ser príncipe um dia Apaguei meus sonhos atoa, já que você não estava lá Fui usado por sua felicidade e não para nossa, o peso e grande aguentar sua ausência A vítima fui eu, a culpada você não chore não seja a santa da história Por que eu apenas tentei ti amar Sei que errei não nego, acho quem fez tudo isso no fundo fui eu A gente e a adultos e uma hora tem que aceitar, que ainda as minhas garotices me destroem Mais mesmo assim eu querendo fugir sair, me dói ficar longe de você O que faço as vezes paro e não sei, temos uma situação mal resolvida Mas não se entregue a alucinação sua de me ter quando você bem quiser Bem que eu queria poder voltar ao tempo é que poderíamos fazer diferente Mas cuida e veja que faça, por que a minha vida já sei que vou fazer A brincadeira mudou o brilho do meu olhar, isso me despertou é como um carão vou zarpar fugir da seca para com o mar me encontrar.

Como se torna lenda, apenas tentando perdurar em terras desconhecidas uma jornada encarar Fiel é agron que me acompanhou até o último minuto, a invadir a região banida do resto da civilização O que dizer que estou aqui por ela minha predileta, amada mono sacrificada por crenças…
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Como se torna lenda, apenas tentando perdurar em terras desconhecidas uma jornada encarar Fiel é agron que me acompanhou até o último minuto, a invadir a região banida do resto da civilização O que dizer que estou aqui por ela minha predileta, amada mono sacrificada por crenças por acreditar em espírito amaldiçoados a atormentar Uma espada, abafada de lorde Emon para nossa aventura começar Um templo no meio da terra proibida, falares femininos e masculinos no castelo a avisar Que Dezesseis ídolos a derrubar para a querida mono possa ressuscitar Usando a espada ancestral, a levantar sua lâmina para o ar, onde a luz se reúne apontar para o primeiro ídolo a derrubar A beira mar, coragem vai precisar para um gigante touro enfrentar Gigante adormecido cavaleiro dossel rompa as alturas, suba a cabeça alcançar para a lâmina almejar Belos campos verdes a admirar para um cavalo domável encontrar, com frieza aniquilar o não temeroso galopante Pelos céus o próximo estará, terás que seu medo de altura superar para esta ave dominar Astucioso barbudo sobre o templo, a ti esperar para em fim a batalha de vocês começar Gigantesco dragão, eletrizar sua vida se esperto não ficar e assim ti levar as ruínas do mar Sombrio e agressivo pelas sombras a rastejar, numa torre no meio do lago estas Entre os gêiseres uma gigante tartaruga de pedra de sua caverna, a desperta para com a fim se apoiar Tigre de areia seu olhar você pode ver, lute para cegar seu oponente atordoado deve estar Das chamas o guardião es, mais medo delas também tem, use a seu favor para impor sua vontade de engradecer Paraíso flutuante diante de imensas cachoeiras, executor do trovão a movimentar-se com mansidão Sozinho não pode estas com agron deve ficar, para flutuante criatura duelar no deserto a beira do mar Cidade perdida, um leão a atormentar impetuoso e furioso ele está, sua busca por destruição terá que parar Sentinela das cidades destruídas com bravura a lhe cravar, mais mesmo assim terás que lutar pela sua vida e quase ao fim da jornada chegar Ritual quase terminado, o ultimo ídolo está para cair cumpra e seu desejo para mono despertar Selos o prendiam, nós ídolos materializados eram foi enganado a desperta uma entidade nada convidativa a vagar Enganado foi pelo seu querer o preço da ressurreição grandes foi, um bebê tornou a ser Mono voltou e ela vai retribuir todo amor, que em sua árdua missão cumpriu, na esperança de um dia parti da terra proibida escapar.

Fundação suntuosa de sustentáculo luxuoso De história primorosa de ancestrais estimados Abóbadas elevadas e gigantes
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Fundação suntuosa de sustentáculo luxuoso De história primorosa de ancestrais estimados Abóbadas elevadas e gigantes Impressionam ou olhar levam as lágrimas por abalar Verticalidade e majestade no meio da modernidade Iluminação natural a atravessar seus vitrais O nobre colossal catedral Arcos de ogivas dão um charme único Imperando no meio do concreto com um destino certo Quem não disse que o estilo gótico pode ser bonito Quem falou que obras tão antiga como essa nunca encantou De gárgulas esculpidas como quimeras Em seus alicerces a se apoiar, para no frio da noite a cidade guarda Para que todos que passarem e lhe estimarem lembrarem Nessas colunas um ar de sagrado repousa Por que o que adiantaria o belo, se não há espirito.

Se posso contar o sol sobre o seu namoro com a lua não vingar De remoço pedia a Deus após sua separação para as estrelas ao velho astro lunar acompanhar De começo a sua iluminação mudou transpareceu aos poucos se pequenez
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Se posso contar o sol sobre o seu namoro com a lua não vingar De remoço pedia a Deus após sua separação para as estrelas ao velho astro lunar acompanhar De começo a sua iluminação mudou transpareceu aos poucos se pequenez Ao fato de acostumar sua lonjura do astro rei, se tornou inquietante a este fato chamamos de lua minguante De vez enquanto o desejo volta outra vez, e para a estrela flamejante se volta de vês Deixando para conosco sua face não iluminada, olhos cegos apenas escuridão encontram Impetuosa está sua fronte como cova para seu lado da terra o lua nova Com o certo tempo foi passando a vontade pelo seu amado pequena branca E com a metade de seu esplendor claro expandindo constatou e melhor fazer apaixonar do que poder amar Mais passe o tempo, freie-se os meteoros e mesmo assim o seu estado ainda e crescente Sua imagem gigante amarelada refletida no espelho d’água Enche os poetas de inspiração, luz calor e muito amor Seus freixos uniformes e resplandecentes como um bumerangue refletem nos olhos Retornam ao espaço cheio de vida, penetra na alma e enriquece o ânimo vigoroso Bate meu pulmão e clareia como o dia “o lua cheia” De reversos períodos com o sol se encontrar para um espetáculo enigmático se forma Face negra, é ao seu redor tudo resplandece sem nenhuma consternação Pela noite em seu palco o show de dimensões espaciais vai acontecer Olha que lindo um eclipse a se materializar Conto e paro nós dias que fiquei a ti admirar, não consigo encontrar em seu lugar melhor presente para a amada não há Obrigado pelo presente sol, sei que volta amanhã mais deixa agora com a lua e suas estrelas por algumas horinhas nós consagrar.

A milhões de anos atrás os fósseis denunciam ele já escrevia uma história Nascidos de ninhários altos nas cordilheiras continentais espalhados pelo mundo, flexionados a viver em praticamente qualquer meio Mas na velha Europa, a história desse pelicano os ancestrais contam
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A milhões de anos atrás os fósseis denunciam ele já escrevia uma história Nascidos de ninhários altos nas cordilheiras continentais espalhados pelo mundo, flexionados a viver em praticamente qualquer meio Mas na velha Europa, a história desse pelicano os ancestrais contam Pela caça exterminado sua espécie quase estava, vagava por uma companhia de noite ou dia Afim de propagar a geração, para assim essa pelugem da face da terra não se exterminar Ao cair da tarde de sua vida uma fêmea achou, com ela viveu se animou, mas antes de tudo ensinou Suas eras estavam para acabar mais sábia que algo podia mudar Ao conceber a graça de ter filhotes, sua missão por fim de propósitos divinos a de concluída Saiba que sua herança não acabou, apenas um fruto na terra agora deixou, o rio não deixará de alimentar até onde a água possa alcançar Feitas tão grandes para o céu, mas aproveitadas pelo mar onde se fez refúgio de morada por lá Enquanto havia peixes nessas águas a cria desamparada não ficava, mas o homem sabe disso e como pela sombra no noctâmbulo, e pela lâmina da espada eliminar as formas de vida que haviam para sustentar Os flumes vociferam por seus habitantes sem suas crias naturais, seu curso na terra perde o sentindo, reflete isso em seus amores suas flores seus meninos Grande astuto, veraz que sua luta atrás do manjar começou nessa hora o seu mito e claro a se espalhar que sofrer pelo os outros e mais gratificante do que para si O pesadelo se materializou o desespero que essa grande matriarca um dia tomou, seus protegidos irão morrer se nada comer Desalento não fez você perde essa guerra, como nenhuma outra ave raciocina com elegância e sem arrependimentos temporais Pelicano medieval com uma ideia abissal, sem novas intercaladas teve que sem pensar sua nascença preservar Seu bico uma katana autentica, sabre longo da dor desferiu o peito uma marca deixou O sangue corre pelas suas penas para matar a fome de seus filhos com seu próprio corpo Sua agonia e amenizada pela pujança é a volta do reflexo dos pequeninos abençoado o flagelado aquele que se sacrifica pelos os outros Um gesto único sua carne e sua morte, para a vida para o próximo A lenda virou história o mundo quis conhecer, é um dia um homem consagrou sua lenda para a humanidade ele contou Flâmulas e escudos e até sé adotam sua fábula como inspiração de consagração e honroso doar sem esperar receber.

Alumiar nosso caminho, o mar nós espera Alceasse aos seus paradeiros, deixe que a luz lhe guie É o vento lhe conduza pelas facilidades águas profanas
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Alumiar nosso caminho, o mar nós espera Alceasse aos seus paradeiros, deixe que a luz lhe guie É o vento lhe conduza pelas facilidades águas profanas Mirar certo dos navegantes, alegria dos viajantes que voltam Feixe intenso destacado, no luar de tormento se apegue nele Luz do mundo aviso do senhor. Ao alto mar, vogar sem seu encanto, esperando encontrar de volta o seu velho luminar Mas mareante, não precisa se atribular existem luzes mais fortes que não podemos ver Proteção a gente já possui, só deve se assegurar pelas correntezas que instrui Roteiro de progressão sazonal, profundas encantos abissais beleza dos deuses em mitologias e civilizações Para alguns apenas o lar, recinto da localização históricas, orla tortuosa o logo quero ver Norte erguido entre as pedras, no caminho da serra do mar ermo horizonte estonteante Vislumbra-se à primeira vista ao te encontra pela grandiosidade esqueleto ilustre, em que seu único amigo é o tempo O que lhe pode derrubar sismo, hecatombes ou severidade excelsa Muitos no seu lugar já caíram anuíram ao um poder maior, na lembrança que seu protetor e também seu destruidor Amigo das mares, é dos olhos do luar a tenda e fria claridade que embaça pela distância Ponto fugaz no meio do nada dos refúgio certo de seu encontro pelo nauta Alma de antigos, campanário arquitetado com única finalidade de servi Mais assim mesmo consegue apolínio provocar estupefatas os que lhe veem Não é atoa, decalcado das mais variáveis formas pelos espaços da terra Quem possa saber um dia com avanço da tecnologia seu uso se torna escasso Mais que você sirva, como ímpio e galante descomunal função, ostentar com sua alvura, lume que incinerar em seu bojo, ainda daqueles de consistem da sua secundar. Chega o brilho ofusco da manhã do sol, e com ele seu proposito deixa de existir, engano daqueles que acham, a chama nunca se apaga. Cintilância Clarão Níveo Embacie meus navegar.

Aspirado num sonho por sua mãe, concebido para ser um rei de uma nação Despertado pelos deuses para guiar seu povo Como estrela do céu nasceu de família real e palaciana, depois de sete dias sua mãe faleceu
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Aspirado num sonho por sua mãe, concebido para ser um rei de uma nação Despertado pelos deuses para guiar seu povo Como estrela do céu nasceu de família real e palaciana, depois de sete dias sua mãe faleceu Com o desígnio de estudar para ser majestade de se torna guia de seu reinado, casou-se cedo e um herdeiro de pronta alegria deixou Não satisfeito com sua vida de cabedal, partiu de sua retidão para o mundo real De todo sofrimento do homem observou da doença, velhice até a morte Há descobrir que todas as forças militares nem todos os luxos da terra poderiam acabar com o martírio dos homens Partiu para a luta para a verdade nesse mundo encontrar, abandonou tudo que tem de riquezas e bens se desfez de humildade se cobriu e de seu cavalo despediu Nos bosques da meditação para se tornar um só mente e corpo com os eremitas se firmou Se emancipando do corpo pelo seu controle psíquico, com o fim de liberta a humanidade do seu sofrimento progressivo lutou Após algum tempo práticas essa se tocou com os eremitas não concordou e por isso os abandonou Tentou métodos de mortificação do corpo para ascender a iluminação, aprendendo a compreender a dor atingiria o espirito Experimentou o maior sofrimento que seu corpo podia suporta para a iluminação encontrar Despertou e entendeu que da luxúria que tinha e do sofrimento que passou as respostas que procuravam sobre a vida não achou Saiu do dualismo e caminhou pelo meio para encontrar o equilíbrio do corpo da mente unificar A se recuperar numa figueira se assentou para ver se a luminosidade alcançou O arrebatador da vida por muito tempo o atentou, na beira da morte o ceifeiro da vida pronunciou “ seus esforços são em vão, o caminho da luz e duro, penoso e inacessível “ Venceu outras tentações subsequentes e quando a estrela vermelha nasceu, seu olho com claridade seu sentido para a vida despertou em fim acordou é o velho Gautama um buda se tornou No cair de Juno desapego dos sentidos alcançou, concentração e serenidade sem limites objetivou e com a pureza da alegria se retomou De todo o sofrimento em busca das respostas foi sondar, para concluir que o sofrimento seria causas de eterno retornos sofrendo a miséria constantemente A difundir aos interessados a causas das consternações se propôs a ensinar de forma clara e simples a quem quisesse escutar Sem desejos, apegos e egos humildade e normas espirituais guiaram Siddharta Gautama ao caminho da luz alabastrino.

E laborioso para mim E quase impossível chegar ao um nível procedente A derrota lhe ronda como um lobo afugentando a ovelha
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E laborioso para mim E quase impossível chegar ao um nível procedente A derrota lhe ronda como um lobo afugentando a ovelha O espelho do pessimismo lhe reflete a cada instante Abençoada deverá ser sua extenuação Só temos uma solução Pensastes nas realizações, pois grandes feitos Nascem do que é improvável O talento é a facilidade não precisa sempre lhe acompanhar Sue se dedique um pouco, realmente o resultado final e esperado Mais o esforço para sempre será lembrado Nenhuma conquista vem na base da sorte e certeza Até dúvida e a lide e necessária A plena vontade de gotejar sangue, não pelos outros Sorrir simplesmente para si mesmo, e dizer Sim tive dificuldades mais independente do fim Eu sobrelevei das miras e conquistei.

Diante do gatilho o executor é o executado Diante da orexia a sobra e um luxo Diante da doença o remédio é apenas um alivio
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Diante do gatilho o executor é o executado Diante da orexia a sobra e um luxo Diante da doença o remédio é apenas um alivio A dor não irá passar enquanto o fogo é os disparos sessarem Ao ponto de chegar que a angústia supere a alegria Tanto acordado quando em sono vejo gritos e cadáveres Loucos e pervertidos se aproveitam da situação Bolas de fogo e escravidão tomam conta da situação A espera de uma salvação os civis lutam Muitos sem chances Terrores e tragédias dessa guerra Que separa e destrói famílias e não resolve o problema Que os céus escutem as nossas exortações Atendam os nossos pedidos se for do nosso merecimento Juntos a um dia ao seu reino prometido Onde as hostilidades por motivos menores que a vida Não existam, por nós amém.

No abismo da utopia a saída é a queda ao infinito Já cantava o poeta que se alcança quando cedo levanta Na busca implacável pela sua verdade cuidado
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No abismo da utopia a saída é a queda ao infinito Já cantava o poeta que se alcança quando cedo levanta Na busca implacável pela sua verdade cuidado Pode se revelar uma falta de coragem Ascender os degraus da cortesia Para logo despencar nos braços da grosseria Sei até perde aquilo que granjeei Só não sei ganhar aquilo que nunca tive Nunca lacrimeje por perolas erradas Também jamais se felicite, com sua desgraça O buraco e sempre mais inferior para todos Do resplendor das estrelas ao frio dos sorvedouros O fim será os mesmo pode aguarda Suas riquezas e relíquias não levarás Suas ações ficaram e seus feitos se apagarão O amor talvez fique Temulento por cair, cair e cair no precipício da euforia.

Alumiar nosso caminho, o mar nós espera Alceasse aos seus paradeiros, deixe que a luz lhe guie É o vento lhe conduza pelas facilidades águas profanas
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Alumiar nosso caminho, o mar nós espera Alceasse aos seus paradeiros, deixe que a luz lhe guie É o vento lhe conduza pelas facilidades águas profanas Mirar certo dos navegantes, alegria dos viajantes que voltam Feixe intenso destacado, no luar de tormento se apegue nele Luz do mundo aviso do senhor. Ao alto mar, vogar sem seu encanto, esperando encontrar de volta o seu velho luminar Mas mareante, não precisa se atribular existem luzes mais fortes que não podemos ver Proteção a gente já possui, só deve se assegurar pelas correntezas que instrui Roteiro de progressão sazonal, profundas encantos abissais beleza dos deuses em mitologias e civilizações Para alguns apenas o lar, recinto da localização históricas, orla tortuosa o logo quero ver Norte erguido entre as pedras, no caminho da serra do mar ermo horizonte estonteante Vislumbra-se à primeira vista ao te encontra pela grandiosidade esqueleto ilustre, em que seu único amigo é o tempo O que lhe pode derrubar sismo, hecatombes ou severidade excelsa Muitos no seu lugar já caíram anuíram ao um poder maior, na lembrança que seu protetor e também seu destruidor Amigo das mares, é dos olhos do luar a tenda e fria claridade que embaça pela distância Ponto fugaz no meio do nada dos refúgio certo de seu encontro pelo nauta Alma de antigos, campanário arquitetado com única finalidade de servi Mais assim mesmo consegue apolínio provocar estupefatas os que lhe veem Não é atoa, decalcado das mais variáveis formas pelos espaços da terra Quem possa saber um dia com avanço da tecnologia seu uso se torna escasso Mais que você sirva, como ímpio e galante descomunal função, ostentar com sua alvura, lume que incinerar em seu bojo, ainda daqueles de consistem da sua secundar. Chega o brilho ofusco da manhã do sol, e com ele seu proposito deixa de existir, engano daqueles que acham, a chama nunca se apaga. Cintilância Clarão Níveo Embacie meus navegar.

Cante anuncie com seus clarins sua tribo vai saber, e virar ao seu encalço Partiu mensageiro distante a andejar pelos vales perdidos de árvores tortas e negra lama no caminho da aldeia A trilha da guerra e inevitável, o arauto voou para o encontro dos reis e mestre da tribo do…
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Cante anuncie com seus clarins sua tribo vai saber, e virar ao seu encalço Partiu mensageiro distante a andejar pelos vales perdidos de árvores tortas e negra lama no caminho da aldeia A trilha da guerra e inevitável, o arauto voou para o encontro dos reis e mestre da tribo do fogo Os acordos não foram oportunos, o trovão anunciou o carão subiu para o norte, pressagio de rios de sangue pelo bosque Voltando por seus caminhos andarilhos errantes peça a proteção no retorno do vale das sombras, os vales arqueados pela luz o protegerão Flechas, arcos, charruas, lanças todo o arsenal indígena a batalha no encontro no rio vai desperta tupã Pelas águas do rio que corre ao contrário, sua jangada vai navegar para alerta o deus das chamas vêm aí preparassem, mas não se esconda Araquém bateu no chão a lua estremeceu o ódio foi despertado o clã está aposto, pronto para guerrear fazer o orvalho da manhã queimar A dança começou o calor a pintura corporal igara das águas, dos marajoaras dos arcanjos tapajós suas caiçaras a marchar No acompanhar da piracema em quase uma dança flutuante sobre a lama, que o diluvio dos olhos de tupã deixou Abaçai cantou seu grito milhões de luzes no coração do guerreiro a flamejar a batalha vai começar Arqueie de sua modéstia jovem descendente de caiporas, zarabatana na espreita pronta para desfiar no céu a seta do despertar Onça e jacaré a observa o balé do respeito tribal, indefectível hombridade honre os tupis, iluminai o coração daqueles que esperam seu retorno Epuâ jevy xonaro'i, jajeroy nhanderu oxa agwâ. Levantem-se guardiões e guardiãs para agradecer e dançar Cantam os tambores com todos os clamores, os falcões peregrinos denunciam a chuva já passou o sol nasceu no levante Encontre suas ervas pajés o ritual está para começar, o sol ascenda a alma do guerreiro orgulhasse de sua vitória, festeje em sua glória pássaros de fogos subam arqueie ao monte onde o gelo encontra sua perfeição para o caminho da inquietação Decida jaci uive aos seus, os conduza com o aroma da paixão ao tempo da guarnição Traga-os ao seu peito rasteje se for preciso o grito de guerra triunfou a morada dos índios é o mesmo tempo seu começo e fim, da terra ele precisa da terra ele veio e da terra ela irá proteger.

Hoje é dia da montanha ganhe seu dia para subir Perca seu folego para alcançar Nossas atitudes e suas consequências são medidas pelo seu tamanho
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Hoje é dia da montanha ganhe seu dia para subir Perca seu folego para alcançar Nossas atitudes e suas consequências são medidas pelo seu tamanho De turquesa tingida suas ações para esbarar no topo de seus erros Converta seus atinos para a elevação onde a nuvem mora Lapsos temporais ou não corram a desfiladeiro ao precipício Ideias esvaziam junto com a altitude desses lados Coração pulsa, veias enchem o sangue escurece nos montes Fazem sensações do corpo interferir na mente, vultos correm Sua garganta começa a secar com umidade sem entender nada é o que resta Remedia feche os olhos raciocine, a saída não e simplesmente aguentar Se já está aí arque sua carga seu esboço de vida pelos vales altos das nuvens Não pense em desanimar ou felicitar se não for sofrido nada será merecido Os falcões rodeiam pandegam sua vida, bem eles sabem o que acontece em cima lá fica Inveja de não ter asas agora, para escapar desse ninho ascendente O que vai elevar sua carga de orgulho nesse emaranhado de sensações e afins Emissários a busca pela sua alma no anoitecer Lanternas nas escuras a ti buscar, os encontre e eles se agraciarão com sua elevação Luzes fosca me buscam na elevada escuridão, na espreita do frio da noite No voar dos vagalumes no uivar dos lobos você sente não está em casa O desespero, medo não são saídas muito menos solução A expectativa de encontrar na nascente o começo do fim da tormenta A alegria pode brilhar novamente em seu olhar Mas um dia de costa vai virar e para essa montanha vai focar E percebe que lá você fez morada, como um cabrito montês escalou as rochas Desça do pedestal sua dificuldade foi pouco ainda, subir montanhas reais qualquer um pode fazer se querer A outros tipos de encalços que ti entrelaçam de uma forma que sua adrenalina de rapel, pode não salvar Esteja espreito não durma, nem acorde antes da hora, jejue não sinta fome seja inverso e verso, sol e lua tudo que possa ser não seja Uma hora será preciso guerrear nesta terra para poder amar.

Andarei sozinho no frio e escuro do vale da morte, mais não estarei desamparado Aonde o tempo procura seu início ele foi digno de receber do leão de Judá, o livro do fim com ele sua vida é o mundo saberá o que tornarei o que criei Paladinos não desejados mais fortes e dizimador…
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Andarei sozinho no frio e escuro do vale da morte, mais não estarei desamparado Aonde o tempo procura seu início ele foi digno de receber do leão de Judá, o livro do fim com ele sua vida é o mundo saberá o que tornarei o que criei Paladinos não desejados mais fortes e dizimadores por onde passam, deixam o rastro da dor, com a finalidade feita para destruição e não construção A conduzir belíssimos corcéis, impetuosidade e açodamento em suas cargas de sede indominável, guia das almas na sua caminhada divina O começo tem em suas vestes a pureza do seu branco, régio do céu claro Inverdade singeleza disfarçada de paz, florescerá nos impérios de guerras, arco segmentado de ouro, arco íris provocado mascará anexada Ardilosa, charlatã fiúza dogma não aceito pelos celestiais, com a missão de conquistar de o máximo possível dominar O próximo chega intempestivamente, seiva negra derramada de guerra o anuncia flamejante possante a galopar para irá e terror provocar Porta sua inseparável espada chapa de metal de corte denso, propenso a dizimar trazer discórdia conflagração, fazer inocentes pela sua vida digladiar O outro foi lhe dado ordenado e ostentado de obscuridade toda negritude sem fim com elegante ginete, aperfeiçoado a transmitir a maldição naquilo que chama de lar Portador da balança, antagônica será sua justiça, de fomes morrerá de penúria perecerá seu drenário de nada servirá por que a terra nada mais irá brotar Pálido pelo sol, aperfeiçoado o dominante baio a cavalgar vem ao nosso encontro para assim rarear aqueles que esperam a luz que conduz Cadáver que se decompõem areado pelo acinzentado, gadanha como a da morte a manusear com estrita perícia executar a morte e as pestes espalhar Abrir sua boca e trazer consigo o tártaro a acompanhar, para o fim arrematar a tarefa dos cavaleiros termina Antes que o fim alcance a humanidade a tropa irá marcha e por onde passar dor, fome e tristeza deixará, que a amanheça o dia com aragem onde não seja possível determina que eles já passaram e não voltarão mais Seu destino e fazer o bem senhor branco como a neve, após armagedom inicia a colheita do trigo, separe o joio do trigo conte aos seus filhos sobre o perigo Os conduzas as cintiladas escadas da salvação, anunciada pelos clarins de numerosos pares dançantes de asas, alto ar uivante, pelo ar de cores púrpura navegar para assim o juízo final começar Esteja preparado acreditando ou não, disfarçando como estribilho religioso pois isso não será pesado no que construiu ou destruiu nessa vasta marca que carrega no peito.