Frase de R. Matos
No abismo da utopia a saída é a queda ao infinito Já cantava o poeta que se alcança quando cedo levanta Na busca implacável pela sua verdade cuidado Pode se revelar uma falta de coragem Ascender os degraus da cortesia Para logo despencar nos braços da grosseria Sei até perde aquilo que granjeei Só não sei ganhar aquilo que nunca tive Nunca lacrimeje por perolas erradas Também jamais se felicite, com sua desgraça O buraco e sempre mais inferior para todos Do resplendor das estrelas ao frio dos sorvedouros O fim será os mesmo pode aguarda Suas riquezas e relíquias não levarás Suas ações ficaram e seus feitos se apagarão O amor talvez fique Temulento por cair, cair e cair no precipício da euforia.
No pensador.ai desde