Pular para o conteúdo

Frase de R. Matos

Se posso contar o sol sobre o seu namoro com a lua não vingar De remoço pedia a Deus após sua separação para as estrelas ao velho astro lunar acompanhar De começo a sua iluminação mudou transpareceu aos poucos se pequenez Ao fato de acostumar sua lonjura do astro rei, se tornou inquietante a este fato chamamos de lua minguante De vez enquanto o desejo volta outra vez, e para a estrela flamejante se volta de vês Deixando para conosco sua face não iluminada, olhos cegos apenas escuridão encontram Impetuosa está sua fronte como cova para seu lado da terra o lua nova Com o certo tempo foi passando a vontade pelo seu amado pequena branca E com a metade de seu esplendor claro expandindo constatou e melhor fazer apaixonar do que poder amar Mais passe o tempo, freie-se os meteoros e mesmo assim o seu estado ainda e crescente Sua imagem gigante amarelada refletida no espelho d’água Enche os poetas de inspiração, luz calor e muito amor Seus freixos uniformes e resplandecentes como um bumerangue refletem nos olhos Retornam ao espaço cheio de vida, penetra na alma e enriquece o ânimo vigoroso Bate meu pulmão e clareia como o dia “o lua cheia” De reversos períodos com o sol se encontrar para um espetáculo enigmático se forma Face negra, é ao seu redor tudo resplandece sem nenhuma consternação Pela noite em seu palco o show de dimensões espaciais vai acontecer Olha que lindo um eclipse a se materializar Conto e paro nós dias que fiquei a ti admirar, não consigo encontrar em seu lugar melhor presente para a amada não há Obrigado pelo presente sol, sei que volta amanhã mais deixa agora com a lua e suas estrelas por algumas horinhas nós consagrar.

R. Matos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de R. Matos

O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
Continuar lendo

Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
Continuar lendo

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.