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Frase de R. Matos

Olha por onde andarei para chegar a você imperatriz Beatriz dos meus sonhos, perdido sobre seus pecados na floresta perdido estava A incontinência levou a violência para praticar a fraude, sabe-se que quanto mais sabe pior a falta, caminhos devaneios a levar a um velho portão achar, e nele as palavras grafadas a estampar deste lugar “deixai toda a esperança, ó vos que entrais” Pelo báratro Virgílio me acompanha ao aqueronte rio de fogo em busca do barqueiro Caronte, após a travessia no limbo chegar se espantar no que possa encontrar por lá, virtudes e soberba habitam esse lugar Onde as tempestades de ventos não cessam, os luxuriosos não têm fresta Um protetor esse lugar há cão raivento de ampla visão cabeça bisada três vezes a boca espumar e com olhar não para de observar gulosos que a Avarentos a carregar pedras imensas, a marcha ao longe até aonde a vista alcançar Carrancudos e insolentes espalhados pela lama efervescente, na porta das cidades em chamas túmulos a espalhar hereges no fundo estão, sicários na cidade atormentados por centauros Chuva queimante iluminando o que há, correria desenfreada daqueles que correram de deus No fim do precipício a galeria congelada aparenta ainda mais medo e terror a propagar, onde os tenentes, príncipes do seu senhor a esperar onde o anjo da luz a devorar seus subordinados sem piedade a executar no frio de cócito seu espetáculo horrendo realizar No fim enfim do túnel o cruzeiro do Sul, a uma ilha ligar lá o purgatório está, montanha altaneira, em que arrependidos estão afim de busca a luz e pagar o que fez Agoniada a espera é, mais e preciso esses pecados solucionar para expiação de suas faltas ascender a montanha com alegria, a tarefa cumprir para junto aos celestial morar Virgílio que acompanhou, não poderá prosseguir agora a parti do Lete será com você, beba dessa água ascenda a redenção suba para os braços de beatriz para novamente se aconchegar Nas esferas do paraíso revoar, na primeira estação da lua encontrar almas virtuosas por todos os lados a, após algum tempo em mercúrio chegar e brilhantismo aqui tem a comprovar Vênus tem amor como Beatriz me fez mais uma vez apaixonar, com o sol a ostentar com sabedoria essas campinas fazer brilhar a cada manhã Em marte coragem e bravura ter para desempenhar e defender sem armaduras de peito aberto lutar contra a injustiça, amém a vocês que probo sois a águia imperial lhe regozija em sua honra na terra de júpiter A verdade está próxima e com temperança de saturno, seguir para até o fim das estrelas onde a fé e testada e as falsidades desmascaradas Alcançar a última estrela a que movimenta tudo que nesse mundo existe, num toque de encanto empíreo observar, uma grandiosa rosa no centro no fim três círculos representado pai, filho e espirito no abismo de emoções concedido foi a compreensão na vida Muito além do entendimento humano tudo separado é junto no mesmo tempo, um ar que não se pode respirar, é com certeza uma dificuldade que não pode enfrentar.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.