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Frase de R. Matos

Do desejo de acabar com a vida alheia provém o ódio Perversor das boas obras do homem, possuído por ele de todas obras do alto se despreza Inveja da felicidade vende a harmonia e compra-se a arrogância No pedido de guerra na oração do fim Do sangue derramado pela espada gotejada Não deixa os vivos viverem se entristece com a felicidade, massacra o desejo Como aliado da escuridão obstáculos opõem a veracidade Instiga a maldade e a pregação venenosa do orgulho Se estiver na retidão, não vai humilhar piedoso e saberá dosar seu sentimento Profanem aos seus filhos que suas obras e heranças se espalhem Coração cheio de pressão, arrepender e voltar pelo caminho não será vergonha Eleva sua alma e proporciona a trajetória da alegria Do fígado adoeceu enquanto do ódio se supria na mesma forma que castigo será castigado A falsidade estimava um bom tratamento, no virar de costa a raiva reinava A prosperidade foi de stress, de nada frutífero será recolhido assim como o ofendido na recusa do perdão A balança será a mesma para os dois lados, não será oprimido e opressor Sereno e como o pacificador de toda dor surge a luta Da sua terra surgirá a herança da derrota, pacifique suas casas e encontrando a trilha do rio Suba as cachoeiras e se afaste, mesmo que não digam que é para fazer Na alva o sol esplandecera é a rinha esvaecera.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.