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Frase de R. Matos

Se um dia eu ou você parti, saudades de ti terei Viramos as costas, choramos de frente é a saudade continua Que possa lembrar dos momentos, dos tristes recorda para a memória afiar Dos sorrisos reviver, os que tivemos juntos um dia novamente gargalhar Sentimento que respeito e esse ao mesmo tempo bom e ruim de sentir Nunca deixe de ter, conexão protetora do abandono Em algum dia em algum lugar no tempo, estão pensando na gente Pense de vez enquanto, nós que ficaram na lembrança Faça com eles saudosismo imparcial, busque aliança Almeje suas vitórias com eles, permaneça firme na derrota com os mesmos Família de irmãos de mães diferentes, horas que passam sem vocês Na despedida, não esquecei da gente volte logo Deixe suas recordações agora presentes no passado No passado torne-se sua atual e nova velha vida Por viver esses momentos foi o que levou aprender com isso Não importa a distância ou até mesmo as horas a correr Esquecer de você não dá, até o último momento vou recordar Seja o que acontecer durantes nossas vidas, a cruzar e descruzar Em algum lugar no céu poderemos nós reencontrar E lá no império das montanhas, os momentos relembrar Ela não se apaga, nem enfraquece a forma mais sincera de sentir amor É melhor voltar, perdoado está sua falta foi maior do que fez Não há coisa melhor que o abraço da volta em sua quando regressar Espero que de qualquer forma um dia saudades que no presente foi, volte ao futuro acontecer Se continuar com ele em mim, saberei que inevitavelmente será saciada Se algo ou qualquer outra coisa, não permiti que volte mande sua saudade para mim A saudade fica de quem está aqui, mais não ficou Se pudesse comprar de uma loja a saudade que sinto de você, toda a fortuna ficaria Nossa agonia, seu abraço sua lembrança.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.