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Frase de R. Matos

Caia água, precisamos de você, sem você não podemos viver Faça que esse solo posso sorver cada gota que despenca com fervor Fiel ao camponês amiga da nuvem e do cipreste japonês Tristeza da secura, alegria da viúva, analgésico que cura Do animal e satisfação sem igual, abre sorrisos até em escorpiões Transborda as veias da terra, complete seu rumo banhe as águias da Inglaterra Ame e dance nesse ritual natural, sinta cheire a doçura do meu sabor Avante arquiteta do cristal, dure o tempo que for trabalho perfeito no final Irmã do sol, arco íris apareceu a tristeza pereceu Nesses dias obra de arte maior não encontrarás, corra para fora para comtemplar Inimiga de ninguém, de surpresa ela não ti perturba não Caso repentinamente caia, agradeça o justo a mereça Cachoeiras me repetem, sabem que o bale da gotículas cair no vale irá acontiar Tempo que me espera, rachaduras e protuberâncias denunciam minha ausência Acabar com sua sede retomar o ciclo da vida fazer a existência girar Me guarde e proteja, conserve e me enerve Nosso destino e nós encontrar em algum lugar, sobre sua cabeça e peito estar Sobre os céus planar arre voar, para com alegria no chão se espalhar No gelo me depositar para no solo se preservar, e lá frutificar O verde amor da vida, respeito sentencial ajuda essencial Guarde as gotas da sua saudade e gaste nas sementes que há de escapar para germinar Frutifique inveje, o morto o vale negro até ele um dia poder e querer me desejar Unifique seus desertos, a sua mansidão e admiração aos meus borrões Chore não, por minha ausência chegarei com brevidade e tempestiva hombridade Raios me anunciam, clarões extraordinários serpenteiam o ar e policiam Nimbos que me carrega me conduza como a cegonha ao meu doce mar Abaixe seu vertical, tempo fechado não e sinal de mal presságio Poeta do bosque sarau da composição unicelular, obrigado por aumentar Torreie as orquídeas, em breve o festival multicor a começar O vento anuncia minha partida, não se nuble no volto que coalescência retornar estarei a molhar.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.