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Frase de R. Matos

Como se torna lenda, apenas tentando perdurar em terras desconhecidas uma jornada encarar Fiel é agron que me acompanhou até o último minuto, a invadir a região banida do resto da civilização O que dizer que estou aqui por ela minha predileta, amada mono sacrificada por crenças por acreditar em espírito amaldiçoados a atormentar Uma espada, abafada de lorde Emon para nossa aventura começar Um templo no meio da terra proibida, falares femininos e masculinos no castelo a avisar Que Dezesseis ídolos a derrubar para a querida mono possa ressuscitar Usando a espada ancestral, a levantar sua lâmina para o ar, onde a luz se reúne apontar para o primeiro ídolo a derrubar A beira mar, coragem vai precisar para um gigante touro enfrentar Gigante adormecido cavaleiro dossel rompa as alturas, suba a cabeça alcançar para a lâmina almejar Belos campos verdes a admirar para um cavalo domável encontrar, com frieza aniquilar o não temeroso galopante Pelos céus o próximo estará, terás que seu medo de altura superar para esta ave dominar Astucioso barbudo sobre o templo, a ti esperar para em fim a batalha de vocês começar Gigantesco dragão, eletrizar sua vida se esperto não ficar e assim ti levar as ruínas do mar Sombrio e agressivo pelas sombras a rastejar, numa torre no meio do lago estas Entre os gêiseres uma gigante tartaruga de pedra de sua caverna, a desperta para com a fim se apoiar Tigre de areia seu olhar você pode ver, lute para cegar seu oponente atordoado deve estar Das chamas o guardião es, mais medo delas também tem, use a seu favor para impor sua vontade de engradecer Paraíso flutuante diante de imensas cachoeiras, executor do trovão a movimentar-se com mansidão Sozinho não pode estas com agron deve ficar, para flutuante criatura duelar no deserto a beira do mar Cidade perdida, um leão a atormentar impetuoso e furioso ele está, sua busca por destruição terá que parar Sentinela das cidades destruídas com bravura a lhe cravar, mais mesmo assim terás que lutar pela sua vida e quase ao fim da jornada chegar Ritual quase terminado, o ultimo ídolo está para cair cumpra e seu desejo para mono despertar Selos o prendiam, nós ídolos materializados eram foi enganado a desperta uma entidade nada convidativa a vagar Enganado foi pelo seu querer o preço da ressurreição grandes foi, um bebê tornou a ser Mono voltou e ela vai retribuir todo amor, que em sua árdua missão cumpriu, na esperança de um dia parti da terra proibida escapar.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.