Frase de R. Matos
A fragilidade do corpo não se compara a força da esperança Os pulmões exprimem agonia e insuficiência A ausência de oxigênio caminha para incapacidade A recordação quando plenos pulmões corriam pelos ventos Agora como uma víscera cruel arranca o sopro que existia Uma canção fazia mudar seu animo Agora a melodia da agonia e composta e soa como um ritual mortal Como um câncer que se impregna e suga toda a pujança Levou, e ao tempo mesmo tirou de todos Carrapato oculto, jamais se vê apenas sentir Sentir a sua partida e cruel Sem chances para perdurar Seu corpo desorientado Mente desconexa, uma cruz a carregar Um ser fora do seu eixo, assim como uma ave sem voar A dor um dia vai passar a recordação vai ficar, é o recado vai ficar Ninguém nasce para padecer.
No pensador.ai desde