A infância é como passar uma noite acordada enquanto deveríamos dormir e quando crescemos queremos dormir em vez de ficar acordados
Frases de R. Matos
170 frases
O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
O que adianta aligeirar por você tenho remorso Vai me soltar deixar melindroso Conseguiria se fosse mais meticuloso
Continuar lendo
O que adianta aligeirar por você tenho remorso Vai me soltar deixar melindroso Conseguiria se fosse mais meticuloso Mais só açodado e não sei ser auspicioso Apenas as costas na frente da barriga, autêntico presunçoso Impressionar uma mulher não é conquistá-la, isso é impetuoso Tem que ser mais lírico um rapaz amoroso Escorregado no seu magnetismo um bando de libidinoso Você provoca entorta mais continua com seu jeito acintoso Eu não disponho de disputar ninguém sou declarado ansioso Logo caído gente assim não tenho azo de cultivar fico rançoso Não é questão de tentar, também não sou ocioso Apenas sei o meu lugar sujeito pacífico poroso Uma fobia de sofrer, sempre receoso Mais ti asseguro se diligenciasse seria o meu valor mais precioso Execro a mim mesmo noite e dia por ser asqueroso Por não reluzir na caligem, por falta de ser ambicioso De ir fundo dá a cara para apanhar, de ainda não ser exitoso Sou uma cabeça que leva ainda como um jocoso A própria desgraceira, isso e tenebroso O nosso lado comum e que temor terás, certo tendencioso Depois de chegar o frio e escuro do meu coração cauteloso Se pergunte, por que ainda estou nessa se não sou audacioso Nadinha e meu, mas conservo um ar belicoso Livro, e um amor ainda que seja custoso Não o último dos boêmios, tão pouco romântico, só custoso Enquanto a ampulheta trabalha eu persisto criterioso Por que como os outros não serei, aquele cara vigoroso Apenas o discrepante de tanto outros que existem garboso Com aquele toque único que me entono de teimoso.
Tudo que passamos valeu cada segundo Mais selou nossa vez, como nada e infindo O ar vai parecer mais triste em melancolia
Continuar lendo
Tudo que passamos valeu cada segundo Mais selou nossa vez, como nada e infindo O ar vai parecer mais triste em melancolia Cômodos da casa desabitados, sobrando parafernália O tempo não anda os ponteiros congelam E meu coração entra em estado de letargo, as ideias oscilam A benevolência toma conta de nossos olhos Por que teria que acabar nesses momentos falhos? Um dia a gente se amou Agora outra época você me largou Se encontramos como se nunca tivéssemos conhecidos Reorientamos nossa visão para outros convalescidos Você até sabe que terá fim, só não sabe quando Aproveite entre o brilho inicial dos mirantes se adequando Até o término da quebrada de magia do casal Daí para a frente é com nossa recordação causal O pior momento é remexer o coração, e esperar encontrá-la Espero deveras obliterar a lembrança de acha-la.
Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
Continuar lendo
Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
Continuar lendo
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.
Polinizada lá se vai a buganvília Deixando a carestia e melancolia O bico de papagaio se falasse
Continuar lendo
Polinizada lá se vai a buganvília Deixando a carestia e melancolia O bico de papagaio se falasse Duvido se para o céu não cantasse Chega a ser fatigante encontrar as petúnias Da raridade de achar nessas megalomanias A extinção cerca a venustidade ademais a jade Causando o cinéreo com tons de salubridade Matando a foice o multicolor congênito As que mesmo a orquídea floresce, deixando-me atônito Fantasma dos sótãos escuros Não deixa de aflorar na pedra dos puros Camélia rosácea que representa os crisântemos Que suporte a pressão dos ventos eternos O cadáver que tornou a sua dor Seja pacificada em breve flor Que onde for que encontre sua extravagância Para meus olhos e uma bonança Sinal nas cores e formas uma linda lembrança.
Vagava pelos anéis de saturno Diante o vendaval que rodeava o noturno Um mito medieval, brindado as taças
Continuar lendo
Vagava pelos anéis de saturno Diante o vendaval que rodeava o noturno Um mito medieval, brindado as taças Surgindo de um caldeirão lançado as traças Choveu da remição neste instante a goteira da existência Frutificando os filhos do zelador com paciência Não houve remorsos dos cosmos nas singularidades De santo graal em mãos mostrando suas necessidades Como fundo do espaço uma tela Uma obra de Monet enclausurada na cela Até tangente pela espada de um jovem cavaleiro desembainhada Foram processos estelares na guerra de encruzilhada Herança sagrada que se construiu com as enevoadas A linhagem dos lagartos havia começado assim supracitadas Uma relíquia no meio do universo Brotando trevas e luz de num mesmo extroverso Deixaram exposto sua linguagem metalinguística com jargões Continuando a caçar perdido no orbe o lendário cemitério dos dragões
A caça da riqueza ainda permanece O filósofo Platão despertou a lenda que aparece Nação propícia no fundo do oceano e poderoso
Continuar lendo
A caça da riqueza ainda permanece O filósofo Platão despertou a lenda que aparece Nação propícia no fundo do oceano e poderoso Em arcos circulares a ilha continental, com metal precioso Governada em louvável disposição Para Poseidon, carregam uma sociedade com ostentação Monarcas brilhavam como o sol, a luz do oricalco Fruíram da abundância em palácios de mosaico A empáfia em sua superioridade Alcançou degraus invejáveis, mais faltou maturidade Cupidez ascendeu até onde não deviam Despertando em Atenas, o legado que jamais teriam O único sismo foi suficiente para submergir O dia infortuno do povo atlante a surgir Arrastados as profundezas dos mares Carregando toda sua altanaria instalada nos lares.
De forma animalesca sacrifícios começaram Pirâmides astecas destacam a histeria que debutaram Amarrado sobre o altar ou entre os círculos âmbar
Continuar lendo
De forma animalesca sacrifícios começaram Pirâmides astecas destacam a histeria que debutaram Amarrado sobre o altar ou entre os círculos âmbar A truculência foi despertada em nome de alá Vísceras são alimento para que eles que creem súpero Cite Malcã com sua escultura de bronze queimava no ínfero Sem indulgência crianças a inflamar Umedeceram o seu chão com a seiva vermelhar Fadado acurado ao sangramento pelas divindades Sem socorro estará largado as atrocidades Gigante espantalho de fogo, engaiolando os inadvertidos Flama perante as grades, despertou diante dos deuses venerados Pondo em cada lume dose de sentimentos perdidos Pobres desfavorecidos largados ao sacrilégio de seres sórdidos
Banida da sociedade ancestral Destruída o conceito do que era moral Cravada na pele com osso e agulhas amoladas
Continuar lendo
Banida da sociedade ancestral Destruída o conceito do que era moral Cravada na pele com osso e agulhas amoladas Com desígnio de proteger das criaturas exacerbadas Cobre-se de pintura ser infame e guerreais Confrangendo os nervos vitais A modernidade chegou é a tatuagem do dragão cresceu Grifou no corpo a pintura que ti forneceu Osso do albatroz com sangue e dor vai marcar Sua vida pela eternidade seu indicio maori a destacar Traga no peito uma águia estilizada, traz no pescoço uma cruz O grafite abstrato na perna, e uma frase que remete a jesus Cada um com sua acepção cognitiva é sentimental Airosidade, sombreada ou colorida ou um traço tribal Não só no coração pode-se carregar uma paixão Na pele também pode-se cauterizar nossa fascinação.
Sigilo das forças do firmamento Paládio incomum dos sidéreos O santuário até de mártires se usou
Continuar lendo
Sigilo das forças do firmamento Paládio incomum dos sidéreos O santuário até de mártires se usou Para homiziar de tudo que tem e buscou Nem o ouro e muito menos pedras valiosas Aceitaram em suas permutas Pontífices sujos e imundos se beneficiaram da grandeza Sem se importa com seu real benefício Mancharam suas paredes de pestilências Alimentaram as bestas, tiravam os pães das crianças Sem concerne do futuro que reservavam As exultações da carne eram mais férteis Esquecendo que o tempo passava é o alicerce da abadia ruía Que cause a hecatombe da sua biocenose Se isso trazer frutos mais proveitosos pelas falhas O sofrimento começou a pigarrear com esse erro Nas lágrimas dos que caíram no colo da dama de ferro Estejam suspensas por hora a persuasão que se tem em sua adoração Até o trem dos séculos passar o sangue frio irá rojar Independente dos segredos que se tem ainda a revelar.
Parti ao mar o senhor da vidigueira Comandante oceânico, partindo na esgueira Subiu as ondas do atlântico rumo ao mundo
Continuar lendo
Parti ao mar o senhor da vidigueira Comandante oceânico, partindo na esgueira Subiu as ondas do atlântico rumo ao mundo Ele e do reino de Portugal de Sines oriundo Marítimo por natureza, por meses singrou e atracou Do litoral africano atrás de especiarias buscou Indo longínquo além do ouro continuando sua andança Para no indico chegar a cruzar o cabo da boa esperança A armada singrou a Moçambique, a ancorar em Goa Milenar Índia, ninho secular uma terra boa Hauriu além das fronteiras portuguesas Inspirou poemas, clubes de futebol e naus acessas Cruz de malta de longe denuncia Que na alfândega já se previa o navegador que surgia Vai rei de Portugal pode coroar O rei da marinha do mar Almirante mor dos mares da Índia Onde ele era um soberano da concórdia Fez o que amou, navegando pelos pélagos incógnitos, vai da gama Mareante lusitano sem estardalhaço fez sua fama.
Acredite não é muito tempo, mais parece a eternidade Parece que foi ontem que vi o olhar cor de mel Acolhedora sorriso fácil que ti leva ao céu
Continuar lendo
Acredite não é muito tempo, mais parece a eternidade Parece que foi ontem que vi o olhar cor de mel Acolhedora sorriso fácil que ti leva ao céu Nunca pela metade, sempre amiga por inteiro Por mais das nossas dificuldades e distâncias A anos não esquece cultiva as reminiscências Apesar de tratar com charme os amigos Que não só de beleza sua fachada vive De um gigante intelecto e inclusive De me impressionar serenidade e amabilidade Por que poucas utilizam suas qualidades com afabilidade As ombreiras podem passar mais seu coração e eterno Pode-se ter certeza e encostar a cabeça no seu amor fraterno Saiba que não foi fácil escrever essa Não por faltar motivos apenas palavras Para com destreza de um poeta que não sou contar Estaco com facilidade meu contentamento Valeu foi um regalo raro ti conhecer Assim como conviver, e será impossível ti esquecer.
Quem disse que nunca ti notei E quem pensa que não ti amo e ti amei Desconhece a acepção de irmandade
Continuar lendo
Quem disse que nunca ti notei E quem pensa que não ti amo e ti amei Desconhece a acepção de irmandade Quando fui afugentado, contra a murada Jamais me obliterou, instintivamente me abraçou Dessabeu minha insipiência ainda assim me prezou Eu nunca fiz muito, nem o mesmo que fez por mim Mas mesmo as brigas e discussões constantes, alimentaram nossa aliança Espero que o baú da sua recompensa encontre Eu já encontrei o meu, meu sangue minha raiz Minha elã, você é uma das pessoas que tenho como razão Avante não desista dos seus sonhos guerreira Lamentamos os infortúnios e as barreiras Inevitável e você não as romper, disso nunca contestarei Nessa vida na rejeição não ti deixarei lá estarei Ensejarei seu abraço como uma criança pelo doce, ti buscarei.
Quem dirá que por sempre, não ti conhece Sabe a verdade desse cosmo e reconhece Nunca vi ente ou coisa alguma durar tanto
Continuar lendo
Quem dirá que por sempre, não ti conhece Sabe a verdade desse cosmo e reconhece Nunca vi ente ou coisa alguma durar tanto Excelso e durar algumas estações do galanto Por que a glória só conheci o tempo Terá ausência mais essa temporada será passatempo Explorar um tal, e novidade é amor e paixão Mais não será perpétuo, haverá desconexão Familiares sua linhagem pelos séculos se perderá De tudo que um dia conheceu cederá A mente irá vagar por pensamentos primitivos E fatalmente deixara detalhes intuitivos A luz ou as trevas que irão lhe acompanhar No seu raciocínio irão sugar o seu cunhar De resto o que fez o deixou de fazer pelo lapso Vai ficar deixando saudades ou não será capcioso Perpetuidade só nas palavras, isso irá se sepultar E um novo ensejo irá vim sim fixar para reinar.
A relevância perseverar, vale o sucesso O estorvo pode até aumentar, mais nada de passo para o regresso Pois também cada passo para o mal traz algo bom
Continuar lendo
A relevância perseverar, vale o sucesso O estorvo pode até aumentar, mais nada de passo para o regresso Pois também cada passo para o mal traz algo bom A paciência e demais para alguém que compara ela ao um bombom Não aguarde nada de ninguém esperando ser recompensado Esqueça essa que alguém esteja realmente interessado Seja a natureza que com mansidão resolve todos os dilemas Sem depender de nada, planeje seus estratagemas O legado de ver o tempo passar pode ser nulo para muitos Mais por não ter virtudes, a pacatez tem seus êxitos Ela superar suas forças e esperanças Quando você deixa de acreditar em si mesmo, ela as alcanças.
O malho congelado fustigou dilacerando o seio da terra Despertando a flora iniciando a primavera A providência da mitologia continental, Sucellus
Continuar lendo
O malho congelado fustigou dilacerando o seio da terra Despertando a flora iniciando a primavera A providência da mitologia continental, Sucellus Originando a luz, do fogo batizado Belenus De carruagem trazendo seu resplendor O trovão desobscurecendo um ar com um som devastador Três vezes santamente ungida nossa santa genitora Aclarando os continentais com benfeitoria Fertilizando e disposição brotam da Epona Nossa deusa cultuada que ela proporciona Da guerra assomaram mortos e ressuscitados Artesões e heróis guerreiros que lutam até crucificados Se o corvo aterrissar se alerte combativo diziam os antigos A morte vai chegar, você corre por perigos O goblin vem ainda incitar o reino irlandês Do caçador e profeta, é ajuda do barco que demarques Para livrar o reinado mítico, de seu término E no Oeste encontrar um lugar de felicidade e exultações que não recrimino Que a tempestade ti empurre viajante contra o delta Para chegar a esse paraíso dos celtas.
Ti esconjuro rebento do clarão caliginoso Dominador de línguas estranhas, ser ardiloso Entende do incomum e desconhecido
Continuar lendo
Ti esconjuro rebento do clarão caliginoso Dominador de línguas estranhas, ser ardiloso Entende do incomum e desconhecido Sem limites e sem aversão pelo perigo Domina um abnóxio pregando o ódio ao sagrado O desfazendo em blasfêmias é culto ao pecado Autorizado pela cruz e deidade Meu escudo e minha arma, pela fatalidade Amaras na sua morada, crucifixo, água benzida Aspergindo para recorda a purificação conduzida Enaltecem a vitória sobre o maligno Tornando a oração ao imposto algo benigno O sagrado contra sua alma ser infectado Liberte o fiel em nome do sagrado Tome seu rumo as profundezas ser escrachado Tumbe pelas catacumbas, esteja despachado Depreciativo para torna sua tortura divina A imperativa ao extremo livrando o pobre coitado de sua sina Paz no espirito vai atingir pelas imprecações Fazendo a serenidade alcançar o alvor por meio de admoestações.
Fitado mais uma tarde com os olhos, vidrados no entardecer Criando o caráter para suas virtudes futuras Infindavelmente essa época vai passar e causara tristeza
Continuar lendo
Fitado mais uma tarde com os olhos, vidrados no entardecer Criando o caráter para suas virtudes futuras Infindavelmente essa época vai passar e causara tristeza Aproveite o poder o recurso é seu, o impossível e desconhecido para suas aspirações Suas teorias, paixões, bebedeiras de madrugada nossas afirmações Uma eterna blindagem instransponível nos cerca, então pode arriscar mais Seja louco, ame sem juízo e aguente os fracassos como um deus Cometa os velhos erros na nossa mocidade Se questione, porque tudo vai partir, não somos brilhantes eternos Uma hora vai acabar a vitalidade e começar realidade A morte está do outro lado até o momento imperceptível O melhor disso tudo e admirar e realizar sem compreender jovem Pois sua disposição e indomável, corre um sangue chamado coragem Dance na chuva, cante na lua, corra no verão, nade no inverno A imortalidade eu quero, mais ela não vai nós apanhar E eternidade quero me declarar Com você de mãos dadas quero ficar.
Timoneiro pode desatracar os nós das cordas do drakar Mais um dia de pilhas e guerras, hora de zarpar Diante da claridade espadas rúnicas e escudo emadeirados
Continuar lendo
Timoneiro pode desatracar os nós das cordas do drakar Mais um dia de pilhas e guerras, hora de zarpar Diante da claridade espadas rúnicas e escudo emadeirados Para afinar nas batalhas em busca de riquezas em templos valorados Cara carrancuda, barba estilo rústico elmo chifrados Aparência do gladiador com íntimos exasperados Peito disposto diante o combate, pronto para o sangue é a morte Que se façam a arbítrio do furor para assim ser mais forte Filhos de fenrir cultuando o ancestral sem ter o lado bem e o mal Apenas em busca exício, deixando em viúvas uma dor lacrimal Adeptos ao destino dos deuses ao ragnarok futuros eventos do remate Submergindo o mundo em águas, mas sobra o dragão dos mares para o arremate Serão os viventes nórdicos aguerridos espumando louros, grandes herdeiros De couraça e peles de ursos verdadeiros, com a fronte de heróis derradeiros.
Dama do meu submundo Explicita prestímana do encanto, derruba barreiras da dureza sem óbice Se farda e dispensa muito ligeiro a chatice
Continuar lendo
Dama do meu submundo Explicita prestímana do encanto, derruba barreiras da dureza sem óbice Se farda e dispensa muito ligeiro a chatice A fez reis e imperadores devastar Persuadiu com suas curvas, a dominarem reinos proibidos Atravessem fronteiras que não deviam deixando o caos Rios de sangue, montanhas de cadáveres E lágrimas de viúvas formando a trajetória Rainha da anarquia não sabe o poder que move entre os homens Incógnita sua pessoa, semblante de felicidade por isso mesmo confunde as deidades Pois seu domínio e irreal, sem manual ou corriqueiro falhará aspirantes A riqueza não precisa ela tem, o sorriso no rosto idem algo natural O que ela precisa de vocês nobreza Nada tenham certeza Competente sobre si, dependência nunca sofrerá Enquanto isso príncipes e duques se esmerilhavam por sua atenção Sem nenhum pingo de razão ultrapassaram as barreiras exposição Mais de que toda guerra feita nada adiantou se, por ninguém ela ainda se apaixonou Coração bravio, sem mácula ou comiseração Mais creia ela espera que o amor um dia vem É do jeito que ela menos delonga, simples e abafado é original De tanta destruição causada, gozara de flores galardoada no final.
Com toda a singeleza, outorga no amanhecer E com todo o amor pelos seus frutos vai labutar Um enigma imenso cerca sua pessoa
Continuar lendo
Com toda a singeleza, outorga no amanhecer E com todo o amor pelos seus frutos vai labutar Um enigma imenso cerca sua pessoa Charme em toda prova entre seus lábios Esquece até do tempo, dia corrido Nem sempre dá para aproveitar Mais sabe que nesse coração tem tempo para amar Sei que é parvo achar alguém misterioso Se ponha no outro lado é vai entender Aquilo que ti fascina nem sempre vai ti deleitar O ar a cor, a pele tudo implica O jeito o sentido o falar tudo emociona O desejo demonstrado, a ânsia de se apaixonar de novo De ser a namorada Novamente um dia conquistada Me regozija sua delicadeza e preocupação Pelo moderado que sei sobre já me enobrece Traduz felicidade, guerreira mãe, mulher um amor uma flor.
Lá vem com garbo e galhardia o dono da morada No meio do povão vermelho convidativo na alvorada Traz no canto da pátria uma pulsação aprimorada
Continuar lendo
Lá vem com garbo e galhardia o dono da morada No meio do povão vermelho convidativo na alvorada Traz no canto da pátria uma pulsação aprimorada Diferente batida ao toque da batucada Faz pular e pulsar de sentimento, curta talvez adore Beleza, carisma e desenvoltura na dança da rainha do folclore Grandiosidade do boi do povão Espelhada no meu sangue que tange de emoção Carmim corre nas veias, avermelhado reflete na rosa Do sol do amanhecer e entardecer só para ti ver Indubitável o amor, por esse boi-bumbá Couraça branca da cor da paixão, difícil não adorar Com toda comoção é o acerejado do nosso coração É vermelho o nome da minha comoção Certeza de ser campeão boi querido Como nas luzes dos fogos de artifício anunciam Purpúrea garantia de título garantido