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Frase de R. Matos

Sou eu réu confesso da sua prisão, do seu encanto e violência não consigo fugir Como um rouxinol na gaiola me sinto em seus braços Sou eu que tenho a doença da saudade de você A ilusão da felicidade navega em meu peito em um dia te ter Se pudesse escolher faria diferente, mas como um ritual estou preso Não consigo sair, a montanha e muito íngreme para mim Quero um dia poder voltar e dessa vez fazer diferente e se perde em seus braços só a mim Sorriso de menina, vontade de mulher me quebrou Antes que se torne loucura obsessão preciso lutar contra seus vícios e manias Escravo do amor isso é me tornei, sonhei em ser príncipe um dia Apaguei meus sonhos atoa, já que você não estava lá Fui usado por sua felicidade e não para nossa, o peso e grande aguentar sua ausência A vítima fui eu, a culpada você não chore não seja a santa da história Por que eu apenas tentei ti amar Sei que errei não nego, acho quem fez tudo isso no fundo fui eu A gente e a adultos e uma hora tem que aceitar, que ainda as minhas garotices me destroem Mais mesmo assim eu querendo fugir sair, me dói ficar longe de você O que faço as vezes paro e não sei, temos uma situação mal resolvida Mas não se entregue a alucinação sua de me ter quando você bem quiser Bem que eu queria poder voltar ao tempo é que poderíamos fazer diferente Mas cuida e veja que faça, por que a minha vida já sei que vou fazer A brincadeira mudou o brilho do meu olhar, isso me despertou é como um carão vou zarpar fugir da seca para com o mar me encontrar.

R. Matos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.