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Frase de R. Matos

Aspirado num sonho por sua mãe, concebido para ser um rei de uma nação Despertado pelos deuses para guiar seu povo Como estrela do céu nasceu de família real e palaciana, depois de sete dias sua mãe faleceu Com o desígnio de estudar para ser majestade de se torna guia de seu reinado, casou-se cedo e um herdeiro de pronta alegria deixou Não satisfeito com sua vida de cabedal, partiu de sua retidão para o mundo real De todo sofrimento do homem observou da doença, velhice até a morte Há descobrir que todas as forças militares nem todos os luxos da terra poderiam acabar com o martírio dos homens Partiu para a luta para a verdade nesse mundo encontrar, abandonou tudo que tem de riquezas e bens se desfez de humildade se cobriu e de seu cavalo despediu Nos bosques da meditação para se tornar um só mente e corpo com os eremitas se firmou Se emancipando do corpo pelo seu controle psíquico, com o fim de liberta a humanidade do seu sofrimento progressivo lutou Após algum tempo práticas essa se tocou com os eremitas não concordou e por isso os abandonou Tentou métodos de mortificação do corpo para ascender a iluminação, aprendendo a compreender a dor atingiria o espirito Experimentou o maior sofrimento que seu corpo podia suporta para a iluminação encontrar Despertou e entendeu que da luxúria que tinha e do sofrimento que passou as respostas que procuravam sobre a vida não achou Saiu do dualismo e caminhou pelo meio para encontrar o equilíbrio do corpo da mente unificar A se recuperar numa figueira se assentou para ver se a luminosidade alcançou O arrebatador da vida por muito tempo o atentou, na beira da morte o ceifeiro da vida pronunciou “ seus esforços são em vão, o caminho da luz e duro, penoso e inacessível “ Venceu outras tentações subsequentes e quando a estrela vermelha nasceu, seu olho com claridade seu sentido para a vida despertou em fim acordou é o velho Gautama um buda se tornou No cair de Juno desapego dos sentidos alcançou, concentração e serenidade sem limites objetivou e com a pureza da alegria se retomou De todo o sofrimento em busca das respostas foi sondar, para concluir que o sofrimento seria causas de eterno retornos sofrendo a miséria constantemente A difundir aos interessados a causas das consternações se propôs a ensinar de forma clara e simples a quem quisesse escutar Sem desejos, apegos e egos humildade e normas espirituais guiaram Siddharta Gautama ao caminho da luz alabastrino.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.