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Frase de R. Matos

Hoje é dia da montanha ganhe seu dia para subir Perca seu folego para alcançar Nossas atitudes e suas consequências são medidas pelo seu tamanho De turquesa tingida suas ações para esbarar no topo de seus erros Converta seus atinos para a elevação onde a nuvem mora Lapsos temporais ou não corram a desfiladeiro ao precipício Ideias esvaziam junto com a altitude desses lados Coração pulsa, veias enchem o sangue escurece nos montes Fazem sensações do corpo interferir na mente, vultos correm Sua garganta começa a secar com umidade sem entender nada é o que resta Remedia feche os olhos raciocine, a saída não e simplesmente aguentar Se já está aí arque sua carga seu esboço de vida pelos vales altos das nuvens Não pense em desanimar ou felicitar se não for sofrido nada será merecido Os falcões rodeiam pandegam sua vida, bem eles sabem o que acontece em cima lá fica Inveja de não ter asas agora, para escapar desse ninho ascendente O que vai elevar sua carga de orgulho nesse emaranhado de sensações e afins Emissários a busca pela sua alma no anoitecer Lanternas nas escuras a ti buscar, os encontre e eles se agraciarão com sua elevação Luzes fosca me buscam na elevada escuridão, na espreita do frio da noite No voar dos vagalumes no uivar dos lobos você sente não está em casa O desespero, medo não são saídas muito menos solução A expectativa de encontrar na nascente o começo do fim da tormenta A alegria pode brilhar novamente em seu olhar Mas um dia de costa vai virar e para essa montanha vai focar E percebe que lá você fez morada, como um cabrito montês escalou as rochas Desça do pedestal sua dificuldade foi pouco ainda, subir montanhas reais qualquer um pode fazer se querer A outros tipos de encalços que ti entrelaçam de uma forma que sua adrenalina de rapel, pode não salvar Esteja espreito não durma, nem acorde antes da hora, jejue não sinta fome seja inverso e verso, sol e lua tudo que possa ser não seja Uma hora será preciso guerrear nesta terra para poder amar.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.