Frase de R. Matos
Alumiar nosso caminho, o mar nós espera Alceasse aos seus paradeiros, deixe que a luz lhe guie É o vento lhe conduza pelas facilidades águas profanas Mirar certo dos navegantes, alegria dos viajantes que voltam Feixe intenso destacado, no luar de tormento se apegue nele Luz do mundo aviso do senhor. Ao alto mar, vogar sem seu encanto, esperando encontrar de volta o seu velho luminar Mas mareante, não precisa se atribular existem luzes mais fortes que não podemos ver Proteção a gente já possui, só deve se assegurar pelas correntezas que instrui Roteiro de progressão sazonal, profundas encantos abissais beleza dos deuses em mitologias e civilizações Para alguns apenas o lar, recinto da localização históricas, orla tortuosa o logo quero ver Norte erguido entre as pedras, no caminho da serra do mar ermo horizonte estonteante Vislumbra-se à primeira vista ao te encontra pela grandiosidade esqueleto ilustre, em que seu único amigo é o tempo O que lhe pode derrubar sismo, hecatombes ou severidade excelsa Muitos no seu lugar já caíram anuíram ao um poder maior, na lembrança que seu protetor e também seu destruidor Amigo das mares, é dos olhos do luar a tenda e fria claridade que embaça pela distância Ponto fugaz no meio do nada dos refúgio certo de seu encontro pelo nauta Alma de antigos, campanário arquitetado com única finalidade de servi Mais assim mesmo consegue apolínio provocar estupefatas os que lhe veem Não é atoa, decalcado das mais variáveis formas pelos espaços da terra Quem possa saber um dia com avanço da tecnologia seu uso se torna escasso Mais que você sirva, como ímpio e galante descomunal função, ostentar com sua alvura, lume que incinerar em seu bojo, ainda daqueles de consistem da sua secundar. Chega o brilho ofusco da manhã do sol, e com ele seu proposito deixa de existir, engano daqueles que acham, a chama nunca se apaga. Cintilância Clarão Níveo Embacie meus navegar.
No pensador.ai desde