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Frases de R. Matos

170 frases

Nasci apenas para cumprir o meu destino, você pode achar pouco ser tão limitado Mas são poucos os que sabem sobressair, eu seus objetivos armados. Penas o cercam e ostenta, ave santa, vento que me guiar me conduza aos céus do cosmo da terra
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Nasci apenas para cumprir o meu destino, você pode achar pouco ser tão limitado Mas são poucos os que sabem sobressair, eu seus objetivos armados. Penas o cercam e ostenta, ave santa, vento que me guiar me conduza aos céus do cosmo da terra Criatura com ânsia de voar, nascida paras alturas com celeridade para chegar. Montanhas e torres são testemunhas dos rasantes e alçadas. Inesquecíveis circunlóquios espaciais embelezaram até onde a olhar podia alcançar. Feita para amar o risco dos firmamentos, com ânsia de pousar, embora eu seja apenas mais uma criatura não posso me rebaixar. Eu descobrir um futuro que eu tenho, que para montanha eu vou voar. Se eu não cumprir minha incumbência não é a atoa, que lá em cima da montanha vou ficar. Razão porque muitos me admiram estar, no meu semblante impactante agigantado. Olhar penetrante, risco seu de enfeitiçar, com uma simples norteada em seu mirar. Tensas e longas asas, avião não melhor aerodinâmica de deus, concebida a vencer. Migrar avante, sua desistência ocultar fraquezas não é um estilo é um ato desconhecido. Impureza existem para distinguir, sua personalidade descrita e engradecida pelo sodalício. Melhor amigo é o vento, sem ele não chegaria e sem sua fortaleza amplidão Com ele todos a minha graça eterna, gera a felicidade as gerações com galardão. Bico perdido, coração encontrado, reconhecido por ter sua dor e sangue glorificado Em ramos da que o sofrimento só tem uma certeza, que estar mais abastado. Integridade de suas decisões não serão questionadas após subir a montanha a cumprir seu desígnio Será eterna a lembrança dos zéfiros atordoado as penas, sobre o sol ou lua nunca abandonaram suas realizações Erga cresça, cordial a frente pois a redenção chegou a dor passou e com isso você venceu o que homem jamais na terra venceu Caiu para se levantar, agora as quedas não serão mais penalizantes, reforço ao seu ego que no fim você convenceu A tarde irá passar o ciclo de outras guerreiras começar, como você elas sofrerão Comtemplar e seguir o firmamento divino já traçado nas escrituras, quedas de abismo ocorrerão Apoquentar-se de modo nenhum, feche os olhos e descanse os séculos se passarão e estar na hora de ir para a perto da fronte alvinitente.

Suas curvas mesmo tortas me fazem delirar Sua beleza desigual lhe torna surreal Me fascina sua sina seus sobejos
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Suas curvas mesmo tortas me fazem delirar Sua beleza desigual lhe torna surreal Me fascina sua sina seus sobejos Me letifica suas imperfeições fazem mostrar que a beleza Não é um padrão real Que a noite não apague ou ofusque sua venustidade Você e única, não deixe que o parâmetro de deleite ti domine Seja feliz com seu corpo por você, não pelo que seu parceiro lhe determina Sua gordurinha a mais, sua estria e outras que a sociedade impõe Desmoronam Estabeleça a sua felicidade e seu preceito Seu amor terá que ser aceito desse jeito Aprenda a amar imperfeições pois elas ajudam na diferenciação Sorria abrace o não belo por fora Não lhe torne escravo da alienação das aparências Pois a beleza de uns, pode ser o pobre por dentro.

De rá a luz do sol clareia as margens do Nilo Que dá pontas das pirâmides pode-se ver Uma nova alvorada até Cairo um renovado alvorecer
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De rá a luz do sol clareia as margens do Nilo Que dá pontas das pirâmides pode-se ver Uma nova alvorada até Cairo um renovado alvorecer Da simetria enquadrada por deuses do mar Do azul aspirante do céu contam a beleza ao sabor de mel Que o peso dos faraós numa hora dessas, perante escombros Da cidade talada, de onde areias brotam a escalada Sejam suficientes para com sua opulência pesar Do alto da torre de Damieta possa se ver As pragas que essa terra do farol de Alexandria Aos templos de Abu Simbel herdou Jura constante em sua soberba Terra do deserto, role perante as rochas E escale até o topo do céu, assombrosa perante o tempo E quem sabe um dia no cair da noite fique Para no vale dos reis em Luxor pernoitar.

Serena turbulência no oceano Frenética perturbação no coração insano Calmaria espacial perante as nebulosas
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Serena turbulência no oceano Frenética perturbação no coração insano Calmaria espacial perante as nebulosas Pairam sobre as estrelas virtuosas Aniquilamento da singularidade pela hipernova Criando dimensões pela imensidão Arrefecimento temporal em lapso mundial No glaciar dos magnéticos Em ciclos que o calor dispara na aerosfera O astro aquece mais ainda a espera Pelas constelações sugadoras de matéria Vagam viajam se expandem colossais pela Via-Láctea O tempo literalmente congela, por fora Na ação no núcleo de toda luz se extrai E toda euforia no brilho da estrela em espiral se forma Aos poucos durante os milênios Até o passar da lua em plenilúnios.

Da expulsão dos fluidos Do seio da terra Catástrofe natural, não anunciada
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Da expulsão dos fluidos Do seio da terra Catástrofe natural, não anunciada Magna encantador que corre em devastada Facultado sua energia através de litosféricas Com calor radial perante as eras No cinturão de fogo permanece entorpecido Expectando atingir sua essência, fortalecido Erupção, explosão a chuva de prata A cortina de fumaça um rio vermelho que passa Nuvens turvas sobre o espetáculo Sobre a válvula de escape mundana Poluidor contraditório, afugentador do clima Escudo da montanha um poder que não se subestima Lentamente cresci, adormeci mais despertarei Na alvorada sou como amor passo despercebido Larva de erupção, chamas de paixão Parede de fogo em forma de furacão.

No auge do seu descobrimento Desperta o nosso conhecimento Se desvendar para mundos e mitos explorar
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No auge do seu descobrimento Desperta o nosso conhecimento Se desvendar para mundos e mitos explorar A consciência apenas ti faz satisfazer triunfar na vida Enquanto a sabedoria adquirida ti faz arquitetar A ignorância vai ti dominar a viseira vai ti assenhorar Sentimentos no controle irão ajudar para se auto ajudar O nada se fez tudo, com que adquiriu É a universalidade se tornou zero Contraditórios da mesma moeda O caminho se transforma no mar de pudor Sabendo que conhecer não irá favorecer Muito menos engrandecer Unicamente continue trabalhando para com sua sabedoria se fortalecer.

Se estiver sadio, adormeceria no fato Não se levantaria para o ato Dormiria com lobos
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Se estiver sadio, adormeceria no fato Não se levantaria para o ato Dormiria com lobos E acharia acalentado pelos parceiros Suporta isso com o tempo e maçante Mas supremo mesmo e tolerar ser desprezado No trilho certo pela verdade Buscando em si sua maturidade Nossa mãe, a luz que nós guia Para um raiar de um novo dia Conhecer sua virtude, ser mais humilde Onde há leais amigos São conhecidos no momento que é vencido As oportunidades surgem, sem se enxerga O refúgio da bravura A tempestade necessária no meio da fissura Amargo de se aguentar, indispensável para prosperar Ti considero poderoso demais para um ser humano.

Gratule por que fizeram Simples jamais foi A coragem de enfrentar os infortúnios
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Gratule por que fizeram Simples jamais foi A coragem de enfrentar os infortúnios Torna você um movedor de montanhas Sozinho nessa pugna nada seria possível A toda raiz desse mundo a lucidez Das palavras e ações Elucidaram as ideias, clarejaram condutas Fez perceber que derrotas são necessárias E ficam como clichê, fazem crescer As sombras por debaixo dos olhos Elegem a reconhecer Os perigos encruzilhados que o cingem Ao comando do mantra até onde puder se proteger Hora de investir, brutalmente as feridas resistir Sofrendo ou não ser a lenda de sua trajetória De forma no mínimo que eu possa elaborar É um dia ao seu exército se ajuntar.

Amor no tempo, amor ao vento Como flor brota ao relento Não se entende apenas se senti
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Amor no tempo, amor ao vento Como flor brota ao relento Não se entende apenas se senti Aos poucos se aprende e se abre para um novo mundo explorar Como um carimbo, um fantasma que marcou Abre o peito e por força não cicatrizou Bondoso e compassivo, esperançoso e expansivo O sentimento mais antigo que ficou Como uma flecha acerta e desperta Para o verdadeiro, que há dentro de você Que pena daqueles que nunca sentiram ou sofreram Saibam que um dia a vela vai se apagar É o que resta ao sereno Não passará do vazio boêmio.

Trago um alvitre de poder escolher Mas a um comodismo em relação ao futuro que já não sei Muito me impede progredir
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Trago um alvitre de poder escolher Mas a um comodismo em relação ao futuro que já não sei Muito me impede progredir Acorrenta na alma, seu aclive Os consócios falam e intimidam, precisa mudar Para a mesmice abandonar Precisa se esforça para os sonhos conquistar Precisa se empenhar para grandes feitos lograr Quem são eles para entender o enredamento Ser o único com um sorriso espúrio Saber que estar cercado pela multidão Mas no fundo não ter ninguém Conviver e rir com os conhecidos por aceitação Saber que a chuva molha nossa cabeça Sem literalmente se importar Isso tudo torna uma nova existência E esperar perde como a melhor forma de vencer.

Carrego nós olhos o coralino avistar Mais ando por caminhos belos Sufoco ossos e almas com destreza
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Carrego nós olhos o coralino avistar Mais ando por caminhos belos Sufoco ossos e almas com destreza Mas tenho a fonte da sinuosidade Na língua o veneno da perdição Por onde galantes palavras atravessam Os sons que lhe aspiram parecem ser agoniantes Mas não passam de eterno chamariz dessa melodia A beleza de cores e formas letifica Mas não engana, acoberta enfeitiça Sabendo não cativar Aos pobres de alma se entregam e despencam no conto Letargia que se acha normal Mal se sabem o fim é uma construção abissal Como serpente se aproxima, como um leão ataca Sua fuga nem se vê, sua missão já foi feita E pelas beiradas buscara os filhos da luz.

Oportunidade advieram para abrir o coração Por um momento pensei abrir novamente o portão As pessoas subiram usufruíram da bondade
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Oportunidade advieram para abrir o coração Por um momento pensei abrir novamente o portão As pessoas subiram usufruíram da bondade Abusaram como se fosse asneira Brincaram e levaram na juventude Chegaram e provocaram desanimo Sugaram tudo como se fossem vermes Esgotaram a fonte da ternura Espectador de seu próprio fim se tornou Um grande caçador de injúria As vezes um deus pacificador e pai do perdão Outros um grande tirânico, dono da opressão O mal foi plantado e semeado, tentaram regar Mais foi expulso, cuspido no sofrimento o ódio É o espirito parasita não se deixou dominar O espelho foi irreflexivo.

Impactante foi a ruptura Como fossas oceânicas se abriram em seu peito As mãos perfuradas pelos pregos da tendenciosidade
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Impactante foi a ruptura Como fossas oceânicas se abriram em seu peito As mãos perfuradas pelos pregos da tendenciosidade Mas o sorriso no rosto permaneceu Lhe castigaram, farparam sua honradez Fizeram eles apenas seu insucesso apenas mais uma chance de tentar Desistir em sua missão não é opção É imposição Macularão nossas casas, separam nossas famílias Conseguiram devastar a nitidez Nossas cabeças corrupiaram de uma forma Que sentimos abandono O que provocou a morte, o jeito sua forma Os deixou mais maciço Isso talvez explique o fato de tanto calvário Pensariam assim que seriamos humilhados e fatigados O sucesso se tornou um aldravão Se baldamos na tarefa, e vimos o tolo vencer nela Foi provado que em cada hematoma, cissura a derrota mostrou seu valor.

Complexidade desenvolta provocando instabilidade Causando modificando a sensibilidade A longo dilação, torna a teoria imponderável
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Complexidade desenvolta provocando instabilidade Causando modificando a sensibilidade A longo dilação, torna a teoria imponderável Na evolução temporal consequência esperada será variável Aleatório o resultado será independente da interação Entenda vários fatores para podem levar um fim almejado Se linear for, mesmo com poucas sequelas pode haver volubilidade Mesmo havendo lei para a determinação, o acaso pode vim a prevalecer Sistemas interagindo, causando o caos universal acontecer A verdade seja oscilante, mecânica estudada complexidade mitológica avaliada A ação do ruído como centro de atenções a única aspirada Ai que pôde-se enganar o acaso tem explicação, até mesmo através de equação A variação nas condições pode ser inacreditável O que ocorre pode ser significativamente balburdio Uma força implicante da teoria do caos iniciada no preludio.

Desci numa manhã para os sonhos Encontrar o irremediável destino que aguarda Feixes e vultos de imagens sem detalhes
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Desci numa manhã para os sonhos Encontrar o irremediável destino que aguarda Feixes e vultos de imagens sem detalhes Correm pelos corredores indescritíveis Cenas surreais, grotescas que nenhum clarividente profetizaria Neste cosmo perdido, tudo pode ocorrer Sem leis é o mínimo de escrúpulos Onde a razão é o aceitável chegam a ser inimaginável Anjos e demônios disputam suas emoções a cada momento Um purgatório depois da neblina Chamas que não ardem, gritos inaudíveis As pernas tremem e sair do lugar se torna umas das tarefas mais difíceis Como não querer despertar Como também não querer voltar para o fim presenciar Perante as nuvens da sua cabeça, o sol virará rei.

Dilatado fundo de cor negra Cometas viajam com plenitude integra Formulas para ti desvendar
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Dilatado fundo de cor negra Cometas viajam com plenitude integra Formulas para ti desvendar Infinitos espaços para desbravar Planetas e seres a conhecer Absorvedor de partículas, espalha elétrons Purificador seis sais, juntando nêutrons Contrarias luzes e sons perceptíveis Por todos os lados dos universos invisíveis Assombroso saber que o que se sabe Nem é nem a metade Respeite este gigante que não se vê, nem sente Mais se vive Eventos catastróficos, sem explicação Vastidão perdida na poeira cósmica da imensidão Sem fronteiras sem limites com apenas uma certeza Nem o que está lá fora ou aqui será eterno.

Novamente o altíssimo fez silêncio O roncar da terra horroriza Sacrifícios em vãos são despertados
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Novamente o altíssimo fez silêncio O roncar da terra horroriza Sacrifícios em vãos são despertados Os hereges provocadores da ojeriza Passarão novamente a ceifar gargantas dos fieis A lamúria conteve, se propagou E apoderou das pessoas de espirito sereno Que a tempestade lá fora sesse um dia É o sol para de queimar, a agua pare de jorrar Os indecentes de espíritos acordem E despertem de sua eterna jactância Excepcionalidade podem vim a ocorrer céticos Não é o poder ou força que tem E sim o pai chama seus filhos E deseja que advenha Autonomamente de educação letrada, ou condições financeiras Será feito pela cruz e pela espada.

De humildade especial Amigo dos ventos e do fogo faz seu essencial De coriscos em suas lâminas inconfundível
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De humildade especial Amigo dos ventos e do fogo faz seu essencial De coriscos em suas lâminas inconfundível Beleza forjada a perfeição irreversível Cristais martensíticos na matriz Criando a espada sem oscilações para a imperatriz Semelhança com as estrelas do noturno Aquecer e esfriar para com paciência A culminância alcançar Para uma poesia compor nós reflexos Do branco diamante que me deixa perplexo Com sinônimo de plenitude atingir A arte é a hecatombe cooperar Minha amiga bigorna, vou confessar Pecados e alegrias com a mesa de aço compartilhar Que a fagulha aperfeiçoe A labuta, gratificante de cada dia nós abençoe.

Sei que o verme da dúvida devora seu coração É falta de recursos, ou será falta de fé Fundura da incerteza
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Sei que o verme da dúvida devora seu coração É falta de recursos, ou será falta de fé Fundura da incerteza Acha que atingiu seus limites, é a abastança findou Possivelmente esteja certo, seu limite em acreditar Chegou ao ápice Culminou sua indubitabilidade em crer Você tem uma opção de se liberta das correntes As amarras como lhe conhecem, não precisa pendurar Deixar criar raízes novas expectativas E cuidadosamente botar vinho novo em odres novos Se renovar, ressurgir como ser Sem esquecer a pessoa que é Esse caminho talvez não seja a verdade que busca Mais a espera no que vai encontrar será efêmera.

Reinou, acordou e cedo foi arar Uma rosa minha flor Um lindo bago foi jogado no fundo do cavado
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Reinou, acordou e cedo foi arar Uma rosa minha flor Um lindo bago foi jogado no fundo do cavado Para uma rosa minha flor De água foi regada Estar molhada a rosa minha flor Pela chuva também abençoada A rosa minha flor Um caule foi brotando em gradação Era a rosa minha flor Um broto se formou, se agasalhando ficou Até o sol principiar e ela finalmente desabrochar Enfim uma rosa Natureza encanta por coisas simples Faz o poeta se encantar e ritmar suas estanças Minha flor.

Sinto sua falta Meus momentos prediletos a teu lado Constato em seu ser exílio
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Sinto sua falta Meus momentos prediletos a teu lado Constato em seu ser exílio A minha falta também Gratifico em meu intimo sua presença Sinto-me abandonado mais amado Desconfigurado mais mesmo assim idolatrado Deus do meu próprio mundo Rei da minha rotina Fadário da sorte, ao me achar Sua felicidade vida acabou de começar Aproveita e se alarde de costume como a solidão Engagé seu afeto a nossa provocação E aguente a pancada da majoração Enrolado nas suas ideias, confuso em sua matéria Minha saudade vai embora ao seu encontro Mais meus dias de conforto com a solidão vão embora.

Ti desvendar é um mistério, acreditar em você e dar esperanças Como ti venero tempo, senhor das coisas Aquele que tudo ver, que antes e depois de nascer, crescer e morrer
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Ti desvendar é um mistério, acreditar em você e dar esperanças Como ti venero tempo, senhor das coisas Aquele que tudo ver, que antes e depois de nascer, crescer e morrer Ainda me deslumbra, sua capacidade de conhecer tudo e todos De ter presenciado a ação do vento, antes mesmo dele soprar Relógios a todo vapor para ti marca, corra ainda a tempo para amar Ele nessa hora vai ti ajudar, de tempo ao tempo e ganhe tempo Que no seu passado marque minha tristeza E no seu presente, faça minha vez ser essa E no futuro projeta-me para um dia no tempo ti alcançar Cientistas e historiadores pesquisadores e até teorias para decifrar Relatividade e até energia nuclear para ti encontrar Nada compete foi capaz de ti conhecer, devorar a todos foi capaz Até hoje corre no tempo seu segredo e seus mistérios Arremesse seus inimigos no tempo, que aliás se tivesse algum Sem amigos e companheiros para todos não faz singularização Que as areias rufem pelos ares e diga que é tempo de a neve chegar O orvalho em seu tempo hábil na manhã estará lá Assim como o sol a de nascer aquecer é um dia aquela estrela fumegante no tempo irá morrer É a lua também como a noite irá iluminar e certeza que o tempo irá ti acompanhar Ignorar sua existência em estado de vivência pode conseguir, mas com o passar irá sucumbir Apreciador das pipas voando, grande admirado da criançada correndo pelas ruas De coisas simples esse senhor se acostumou E tantas história e épocas diferentes, com sua sutilidade e era despercebido Mais no passar ele e recordado, lembrado examinado investigado mais ainda não desvendado Que haja mais tempo antes do apogeu, antes dos céus vermelhos e os dragões da meia noite E como uma namorada poder ti conhecer seus segredos e devaneios ocultos mesmo podendo ver, não vou entender Que o pó da ampulheta corra ao outro lado da cúpula para que eu possa contar a um dia que o tempo ao seu lado nada mais foi que ver você passar e ti contar Saberei que no futuro como eu no final nem eu nem ninguém ti provou.

Um momento para sorrir Um tempo para chorar Uma razão para viver
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Um momento para sorrir Um tempo para chorar Uma razão para viver Uma lógica para ponderar Um céu para comtemplar Um mar para rotear Uma pedra para arrebentar Um suspiro para saborear Um perfume para aventar Uma família para usufruir Um amigo para abraçar Um vento para soprar Uma voz para encantar Uma melodia para enfeitiçar Uma beleza para admirar Uma flor para inspirar Uma chuva para molhar Um dom para guiar Um povo para abençoar Um coração para sentir Um peito para aguentar Uma reminiscência para lembrar Uma tarefa a cumprir Uma barreira para ultrapassar Uma lenda para seguir Uma força para expandir Um sonho para alcançar Uma dor para superar Uma tristeza para largar Um desejo para realizar Um suspense para desvendar Um dia para se amar.

E longe é profanamente inexplicável Descoberta, desvairada, maltratada Sua visão no espaço e ínfimo
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E longe é profanamente inexplicável Descoberta, desvairada, maltratada Sua visão no espaço e ínfimo Ponto insignificante no universo Por onde sopram ventos e tempestades De lá não posso ti enxergar As colinas de atlas muito menos posso alcançar Ás de vistas sovada doce terra azul Acalante em seus braços E revistas em seus laços Bendito lugar, acorde gigante sua hora se apropinqua Ecoou pelos vales e campinas, céus desertos e mares O desespero e frequente em suas vozes Daqui se escuta sua amargura Os que estão de dentro querem sair E os que aqui ti observam ti imploram para um dia de novo seu ar respirar Lugar decadente é ao mesmo tempo fascinante Duas faces da mesma moeda, minha querida terra.