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Frases de R. Matos

170 frases

Na nossa nobreza o protetor das armas, a guarda seus cavalos e sua honra Contemporâneo assessor defensor meu verdadeiro escudeiro Montador do fiel galopante no reinado um peão, um celebrado cavalheiro
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Na nossa nobreza o protetor das armas, a guarda seus cavalos e sua honra Contemporâneo assessor defensor meu verdadeiro escudeiro Montador do fiel galopante no reinado um peão, um celebrado cavalheiro Por medalhas de ouro ordenados e cercado de fitas e adereços de elegância em seu avistar baronete amantes das donzelas de olhar de mel Cavaleiro comandante de todas as ordens seus fiéis subordinados irão realizar o senhor Latifúndio rural e no centro comandante da política aos seus serviços grande barão Dignidade passada para o feudo, capitaneie por trás de sua capa vermelha o visconde Seus castelos erguidos, servindo e progredindo brotou como rosa vermelha meu conde Província está que atacar levantador do meu escudo e paladino responsável pela baliza és o justiceiro em forma de marquês Confraria nossa por nessas terras, céus e mar subir e descer por certo fazer trovejar e a tudo acometer ilustre duque Na lua Europa conduz em seu pequeno reinado o grão-duque Aristocracia lhe carregou lhe trouxe em busca da fama e luxuria arquiduque das bandeiras Filho dos maiores, carregam menores láureas hierárquicos de poder será seu destino indomável infante Real seu trono se torna próximo jovem coroado seu principado e realidade cativante príncipe No cetro possuidor rei, com proposito e ancião guardião da coroa Permita-me recusar todo presente ruim que me der, pois eles no fundo morrerão com você Permita-me impera, ser o imperador de toda a sua cor minha flor.

Montaria do reinado, imutabilidade do desequilibrado Sobrepujamento da habitualidade de emplacar obstáculos Paradoxalmente fim e começo de tudo
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Montaria do reinado, imutabilidade do desequilibrado Sobrepujamento da habitualidade de emplacar obstáculos Paradoxalmente fim e começo de tudo Evoca o desperta em sua perdição O cansaço da instabilidade atenta Quando cada grão de areia se despeja Gotas da saudade de um mundo vasto e profano esquecido Que seja na mente ou no corpo Alcança e ti desprende de seus sentidos de um jeito simples No alvejar dos caminhos passaredos irão flutuar Para em no topo de seus ares nivelar Acautelado aquele que antes de seu anônimo chegar Perceber e ter forças para lutar No balançar das correntes, de um jeito poético e boêmio Por um tempo o equilíbrio necessário ansiar.

Tudo começou com um anjo das trevas destruindo tudo na região tibetana Um guru que praticava budismo saiu a caça do demônio pelas montanhas profanas Pelas pradarias, picos nevados e áreas desérticas combateu, o tinhoso ele venceu
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Tudo começou com um anjo das trevas destruindo tudo na região tibetana Um guru que praticava budismo saiu a caça do demônio pelas montanhas profanas Pelas pradarias, picos nevados e áreas desérticas combateu, o tinhoso ele venceu Com o corpo do perdedor o guru formou penhascos pelos vales espalhou Em terras de Mustang avistada pelas paredes a lenda dessa batalha está grafada Casas escondida entre as cavernas, tempos magníficos nas colinas Neste deserto de gelo a navegar, nome de corcel povo que toca os céus Tibete fora das fronteiras do Tibete Jazidas entre montanhas, segredos de deuses e mistério o rei de Lo deixou Reino proibido que o guru formou se transformou pelos séculos protegidos pelos penhascos Em casa quase desabitada, tornando-se desde lá preservada Cânions que dão invejam a própria altura se revelaram Emblemas da divina corte nas guaridas figuravam Retrato de lama de túnica a vermelha sorridente de cor de marfim, iluminado pelo sol pela fenda atravessava Nascido do lótus por fim um último demônio em terras do Mustang, iria confrontar Com sabedoria e astúcia se preparou o próximo tinhoso ardiloso se formou Com sapiência esse iria derrotar sem precisar sua espada desembrenhar Rugido pela montanha propôs um desafio para se ter um vencedor, se eu perde o Mustang que eu criei com o corpo do seu irmão seria seu, mas se eu vencer você seria meu Meditar até o sol clarear no cair do luar Sem os desafios da mente desabar para essa prova completar, atentado por desvio pestilento de sua natureza o demônio a cair e guru Rinpoche no Tibete novamente a triunfar Por mais que navegar sozinho por vales, estradas e picos Que sinta frio fome ou angustia Lutar sozinho no vale Mustang não vai estar Aperte a mão, confie o ouro existe e ele faz milagres Seja a luz por onde passar não espere ver no fim do túnel sua saída Aprecie e caminhe em direção contemple o que recebeu e agradeça o que não veio De cordilheira em cordilheira ande sem medo pela beira.

No antigo passado deus reparou numa criatura que vagava pela terra como uma de suas criaturas Único em sua espécie, não existiam fêmeas e mesmo por esse motivo a sua vivência por esse motivo não era ameaçada Bico rígido e espesso assas gigantes e penas arroxeadas e dourados com…
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No antigo passado deus reparou numa criatura que vagava pela terra como uma de suas criaturas Único em sua espécie, não existiam fêmeas e mesmo por esse motivo a sua vivência por esse motivo não era ameaçada Bico rígido e espesso assas gigantes e penas arroxeadas e dourados como ouro, cor de fogo conhecido pelos gregos como a verdadeira ave da ressureição a fênix Isolada em seu reino absoluto atrás em seu rostro segredos absolutos e sutis, que compartilha com o próprio Deus Sons desse pássaro acalmam o êxtase das feras e animais profundos, bestas viram anjo e não provocam seu mal pelo mundo Dizem lendas que se aprenderam ciências e outras artes que o homem domina, sobre sua extinção já que não há procriação que sua vida de um mil ano não passará De antemão sua morte ela sabe, renovação em um pico de agulha na pira de palmeira forma seu ninho da ressuscitação Ao som de melodia do fim atrai todos os animais para o espetáculo vanglorioso, em seu interior uma prostração muito grande se consome Alma imaculada postada ao fogo será imolada, como trombetas do último dia Todos os presentes se envolvem de sentimentos inexplicáveis em seu interior a tristeza da ave e muito grande a suportar Quando o resto do seu ser chegar ao fim, o sopro de sua vida há de chegar enfim suas longas asas se agitam é como centelha o fogo a consome Luz, calor e eternidade As chamas se espalham o arde constante da aniquilação, prazerosa queima sobre a pira de folhagens consumindo abruptamente Até a última centelha o vermelho desse fogo divino irá queimar, e como uma surpresa aprazível quando a cinza tomar conta desperta ela completamente renovada Aconteceu que por séculos este acontecimento se repetiu infindável vezes Sem progenitora ou qualquer presença em sua vida sua maior dor se tornou a solidão Não poderia também haver pósteros isso a machucou e já saberia que seu fim definitivo se aproximava No dia que o vento enfunou por fim de vez a fênix se lançou em borralhos para deste mundo enfim deixar de existir Sabendo disso toda a beleza dessa ave Deus lançou sobre a ave do paraíso a dadiva da recordação dessa que um dia voou pelos horizontes, sem solidão eterna por mais que ela possa ser astuciosa a fênix não pode se abrigar conta a morte Apesar dos problemas que a vida impõem a gente a morte será o caminho mais tirânico que há de existir.

A arte de viajar nas suas emoções Pode fazer cair enlouquecer é até mesmo culminar Escuridão abissal inconsciente es está mente
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A arte de viajar nas suas emoções Pode fazer cair enlouquecer é até mesmo culminar Escuridão abissal inconsciente es está mente Uma baleia que luta contra o herói Uma vitória do consciente contra o inconsciente Libertação do eu, e do incônscio A devoradora da mãe das águas não irá acontecer Mito herói Analogia descida as profundezas Para um retorno vivificado É complexo ti entender mesmo ti vivendo Descomunal ti imaginar e não ti desvendar Um equilíbrio comovedor através dos sons e ritmos fazem entender a si próprio Contato com seu eu, é o entendimento deste mundo.

Existia a solidão de um destempero da saudade Como nas molduras da catedral, era aplainado toda sua confusão mental Ficou muito tempo ao ermo largado que nem lembrava mais como era ter alguém
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Existia a solidão de um destempero da saudade Como nas molduras da catedral, era aplainado toda sua confusão mental Ficou muito tempo ao ermo largado que nem lembrava mais como era ter alguém Sua cabeça explodia em seus entendimentos, de como agir no seu interior O vazio os dominava nós dias de domingo entre o nada ou ter tudo que queria Parecia fácil essa escolha, mais no fundo sabia que por mais que queria não era sua vida Um derrotismo ao quadrado dominava seu coração Entre a cruz e a espada deveria seguir a glória ou o sofrimento Sua escolha não foi fácil para ele não, um sim ou não o mudaria sua sentença Entre dois caminhos a sempre duas medidas, a descida ou subida a volta ou ida A complexidade de ideias se misturavam com o que já havia passado O vazio nunca poderia se torna uma opção, a morte seria até anestésico nessa ocasião Mas as vidraças do seu coração foram estilhaçadas, o mundo aos poucos fugindo no normal e voltando a realidade Pediu as estrelas orou e ignorou a fome por escolhas em sua mente confusa e peito atordoado Que a história sirva de lição para os que viram, nem tudo deu certo precisava de um abraço Azoado destruído emocionalmente, a depressão o dominava é a cada dia estava sendo engolindo Há saída praticada, abandone seu estado de automação como um ninja pelas sombras espancar seu desterro Nesse momento o melhor e conseguir sair vivo, o ritmo mundano exige demais para aqueles que não foram feitos para ele Venceu o que não se via, como uma máquina digeriu o gosto amargo da misericórdia dos homens Desonrado pela solidão passou seus dias, mais um dia a chuva acaba e se a letargia não ti levar Pode ter certeza um dia as nuvens irão abrir é o céu vai clarear.

Por toda parte que andar um paladino nas histórias da terra antiga vai encontrar Que seja colossal seus feitos, bravíssimo sua coragem para os pilares da eternidade do cosmo ultrapassar Músculos e inteligência, físico de semideus astucia de um governante, sabedoria fascinante
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Por toda parte que andar um paladino nas histórias da terra antiga vai encontrar Que seja colossal seus feitos, bravíssimo sua coragem para os pilares da eternidade do cosmo ultrapassar Músculos e inteligência, físico de semideus astucia de um governante, sabedoria fascinante Parece que nada derruba o herói poderoso Como a coroa do leão com um nome tão forte mais de aparência frágil, pode vim a cair Não foi um vilão, tarefa ou inimigo para quem o herói caiu combalido Por uma donzela foi atingindo, sensação de peste negra pelo seu amor renegado em seus ombros caindo Por todas as vezes em suas missões o destemido não esmoreceu E por essa pequena princesa seu coração se encheu Se sentiu vulnerável como nunca em suas façanhas, por mais armadura que tivesse penetrado como por flechas se sentia O remédio para sua dor ou anestesia para sua fragilidade desta missão se incumbiu Pensou e achou sou forte a protegeria de tudo, é riqueza com o meu esforço conquistaria Jovem cavaleiro encapsulado, nem tudo na vida se conquista com status Assim aprendeu na batalha da conquista quem manda é o amor Dos monstros que enfrentou gigantes que desafiou, inimigos que esbarrou De nenhuma forma como antes sua pele gelou, e sem coração acelerou Seu medo era espantoso por ser rejeitado, nunca antes foi renegado Com forte determinação ancestral, seguir para outros vales foi sua escolha real Desvendar e seguir por outros ares, resolveu escalar novas missões para esquecer Seu antigo afeto por ele não mereceu Continue confortado, expiração de muito inclusive minha você se fez Por tempos pensei em você me torna igual, voar pelas estrelas pelo infinito navegar Ter uma reputação como a sua, para desfrutar Mais como você enxerguei ser herói não precisa fazer salvamentos e coisas pitorescas Bastar ser justo e valoroso com você mesmo, assim garantira ser com o próximo Superar o desafio e amar com brio, o que faz seja o herói um pai para quem ama.

Vivi me escondi e decepções passei, chorei machuquei e fui machucado, mas nunca lhe procurei Não tinha noção que muitos peregrinos tinham a ti procurar Desacreditava na sua força divina
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Vivi me escondi e decepções passei, chorei machuquei e fui machucado, mas nunca lhe procurei Não tinha noção que muitos peregrinos tinham a ti procurar Desacreditava na sua força divina Para Deus de mim ele nunca desistiu, esperava eu o encontrar Por onde andava não consigo ti encontrar, a riqueza ainda tinha mais valor O relógio demorava, o mar não se acalmava e meu orgulho era maior Ti neguei e revirei e como um vento assoprei para longe de seus ensinos Para Deus de mim ele nunca desistiu, esperava eu o encontrar Os que tinham experimentado seu fogo abrasador, há outro lugar não comparou Não vivia essa sensação enterrado estava a boa ardência era intocável Como drogado me dilacerava com minhas diversões se deitava Para Deus de mim ele nunca desistiu, esperava eu o encontrar Num grão me tornei, num furacão não teria força e de suas nuvens me restava rastros A minha palidez se desfez me largou me solto é o dia que você esperava chegou Sepultados sonhos de um milagre renasceram como o bebê da mamãe Ele não desistiu, me esperou e quando me encontrou me abraçou Separado andei, regenerado me tornei do pecado me desfiz Confiei e depois disso não vacilei, me converti a ti e pelos séculos ti cantarei Encheu em mim seu espirito avivado meu ser desanimado com seu poder foi despachado Derramou seu sangue vertente, me batizou me consagrou a luz simplesmente me curou Ele não desistiu, me esperou e quando me encontrou me abraçou Fortaleza, libertador, refúgio redentor Amigo, intercessor e pai eterno do amor Pão da vida, rocha, torre forte do mediador Abrigo, luz eterna, repouso consolador Verdade, água viva, escudo de calor Paz, perseverança, maravilhoso conselheiro ajudador Rei, cura, montanha, altíssimo abrasador Mais que a prata que brilha, para sempre em minha eterna família Ele não desistiu, me esperou e quando me encontrou me abraçou.

No velho continente, depois do inverno e hora de renascer Na primavera quando as frutas brotam das cerejeiras Contraste na sua vida
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No velho continente, depois do inverno e hora de renascer Na primavera quando as frutas brotam das cerejeiras Contraste na sua vida Busca insana da sua condição A caçada da verdade profunda A ternura de se descobrir Nada lá fora importa, apenas si mesmo Onde na morada dos sonhos, já foi traçado nosso trajeto Um silêncio assolador em si, vai fazer entender-se espiritualmente Conectando a lugares aonde você mesmo não se conhece Para com suas insuficiências serem mais fortes e multíscio.

Enfurnado além das montanhas para lugar nenhum Estuário invisível, encontro de furações senhor despertador de vulcões Oscilador de centelhas anunciador do começo e dissipador do fim
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Enfurnado além das montanhas para lugar nenhum Estuário invisível, encontro de furações senhor despertador de vulcões Oscilador de centelhas anunciador do começo e dissipador do fim Frescor que aproxima calor que se expande Dos tridentes quentes salvação e também a perdição A arrepia seus ouvidos pelos tambores que anunciam Clarões no céu e os escurecer de rajadas o denunciam Quimera mudar o guerreiro é o opressor Que se façam rajadas pelos quatro cantos Se prepare para sofrer, pois não se vencer sem cair e perseverar Plante nas cerejeiras o desflorescer do amor Espalhe as pétalas para acontecer A brisa vai viajar até os confins que puder granjear Mareie meus olhos e esfria meu pecado Faça nascer nessa geração uma nova lei Encarne se desobstrua dos seus vínculos e abrace para que foi feito O senhor dos ventos astucia e virtuosismo lhe deram brado Mas a pergunta que não quer calar dá onde vieste mesmo?

Meu coração estava em trevas que nem por lanterna podia ser ver a luz Por mais que eu tivesse tudo na vida, sempre queria a atenção Era forte, esbelto e elegante educado mas guardava uma inveja por meu irmão
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Meu coração estava em trevas que nem por lanterna podia ser ver a luz Por mais que eu tivesse tudo na vida, sempre queria a atenção Era forte, esbelto e elegante educado mas guardava uma inveja por meu irmão Meu fígado se arranhava com sua presença há vezes que eu queria matá-lo Não tive coragem de fazer, e por isso de serviço contratado busquei para faze-lo Queria apenas um susto a retenção da sua liberdade, aliviaria minha antecipação Não por falta de amor ou carinho dos meus pais, pelo simples fato do pecado me alimentar Estava dominado focado em meu desvio de vida é queria levar meu querido irmão junto Os delinquentes que acordei o espancavam todo dia e sobre condições maltratante o matinam Numa noite ele confessou ao um dos que o maltratavam tenho saudades do meu irmão Isso é o que mais me aflita não as suas surras ou pesadelos físicos De seu rosto e de tocar os seus cabelos é um dia eu poder abraça-lo Na manhã seguinte me foi relatado, me sentir como na boca do precipício Um fundo lado escuro em minha volta se tornou e me assolei, cair diante de mim Sem súbito e hesitação e algo maior que eu mandei liberta-lo Invídia havia me dominado, como um ascendendo automático meu coração acordou Impetuosa irá que me encegueirava não permitia ver meus erros e culpar terceiros Andei perdido sem esperança abraçado com a solidão e consumida minhas entranhas estava Doente fiquei na rua morei, de lixo me alimentei como um monstro queria cair Ao reluzir da estrela mãe uma mão me puxou e resgatou era meu irmão Com lágrimas daquele que luta só, me abraçou me segurou para nunca mais soltar Não esperava quem eu agredir a vida toda fosse o mesmo que iria me salvar A inveja me ingeriu durante o tempo todo, floresceu e não ti abandona Por anos me alimentei pela sua destruição e no fim seu amor foi minha recompensa O castigo para mim foi pouco em tal grave falta com sua irmandade Seu perdão me curou aliviou minha dor, fez desperta o amor divino Por isso diante de dois troncos o lenhador nunca derruba o mais forte Assim diante também é a inveja derruba os mais sensíveis de alma Ela se penetra e como um vírus suga sua sensatez e figura nós mais fracos Para dissuadir sua eloquência.

De família rica e cristã, nascido no meio militar jovem guerreiro com um destino a batalhar Combativo natural da Capadócia, logo cedo de tornou conde com título de tribuno militar Do lado dos romanos combateu, viu a perseguições e crueldades do império romano contra o seu povo
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De família rica e cristã, nascido no meio militar jovem guerreiro com um destino a batalhar Combativo natural da Capadócia, logo cedo de tornou conde com título de tribuno militar Do lado dos romanos combateu, viu a perseguições e crueldades do império romano contra o seu povo Decidido a mudar contra o chefe romano confrontou, contra as heresias imperiais desafiou Sua herança aos pobres distribui, a servi ao povo que um dia combateu se fez o caçador se tornou caça A alta corte romana impetuosa com a difusão cristã em seu meio pagão, não aceitou e perseguição contra os cristões iniciou Mas enfim para o deserto do Norte migrou, para cidade cercada por muralhas protegida contra o dragão Ofereciam animais para manter a fera terrível e venenosa longe da cidade, o tempo foi escasso e logo se acabaram as ofertas Crianças oferecidas em troca de distância foi a opção, por fim sobrou a filha do rei que desconsolado sem alternativas se desesperou Georgius convertido ao cristianismo da história se informou e em troca de sua vitória indagou o dragão pela conversão deste reinado A parti para as dunas de areia de seu cavalo nevado se postou, lutou e orou e com a Ascalon a cabeça do dragão perfurou Por fim debaixo das asas do opressor cravou sua Ascalon, desmontado a vida que havia no dragão Arrastado para a cidade junto a princesa carregou, e lá degolar a fera realizou Tirânico romano imperador ficou sabendo de suas façanhas pelo seu domínio, e com isso ordenou que o cavaleiro tinha que ser aniquilado Capturado e torturado por violências cruéis passou a fim de negar sua fé, a cada volta ao imperador era a mesma negatória sua crença não iria abandonar A impaciência do déspota se esgotaria e assim em breve ele ordenaria seu fim com a morte o cavaleiro passaria Na manhã do dia 23 de abril de 303 aconteceria o degolamento daquele que seria o cavaleiro da proteção contra o dragão na lua Onde andarás armados com a arma da fé, e o escudo da proteção para que seus inimigos não o peguem nem o alcance não vejam e nem sinta, pensamentos não o desviarão do caminho da salvação Espadas e lanças não perfurarão, combatereis as idolatrias e ostente sua vitória contra os anjos da escuridão contra eles guerrear fazer seus dragões se espernear na sua presença e nada poderá ti abalar.

O que dizer, é como dizer do que você acha que entende Mais quanto mais você conhece, admira e observa mais fácil de amar Seja mãe, filha, irmã, amiga apenas feminina sempre tem em um olhar o dom de ensinar
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O que dizer, é como dizer do que você acha que entende Mais quanto mais você conhece, admira e observa mais fácil de amar Seja mãe, filha, irmã, amiga apenas feminina sempre tem em um olhar o dom de ensinar A única que tem o dom de conceber a luz aos pequeninos, elas sabem a dor Também um amor sem tamanho ao ver os mesmos crescer Se forma ali um cordão umbilical, eterno será sua ligação da criação até sua extinção Pouco foi fazer de apenas um dia do ano, como teu faltariam calendário séculos para expressar nossa gratidão Flores invejam teu cheiro, aves comtemplam seu cantar, o sol aprecia seu brilhar O mar se encanta com seu balançar, as árvores comtemplam seu esplendor A lua se espelha nos seus olhos, coração angelical que faltem estrelas no céu alcândor Flor que se abre nós seios da humanidade, sustento de paz inteligência e benevolente Seja firme em sua missão conduza seus filhos, infindavelmente valente Frágil e forte com capacidade de encantar em uma só pessoa, espada forjado com a força de deus Couraça da dignidade proteção dos pobres e baldos, não temas seus inimigos eles não podem Eles têm medo de sua coragem, a barreira que a por trás de tanta fragilidade Felizes somos a gente, que tem a oportunidade de venerar, seus ensinamentos e até corretivos Na verdade, não se sabe, e acho isso uma certeza, sem vocês não seria possível nesse mundo ser ativos Razão de paixão do apaixonado, melhor fonte de inspiração do poeta não há Combine comigo a sua forma de se fazer apaixonar, me dê o crachá para seu coração Me ensine a lhe encantar da mesma forma que fui domado, permita que possa abrir os braços com tanta naturalidade só para ti conquistar Se eu ti entendesse saberia que cada uma independente de raça, cor, ou anatomia tem seu valor Não despreze só porque ela não faz seu tipo, ela sabe que no fundo que ela não nasceu para amar alguém e sim alguém amá-la Que eu um dia possa ter o prazer e á auréola de ter a oportunidade expressar mais em que palavras minhas sinceras condolências a sua existência Bendito foi quem ti criou, e felizes são os que doutrino, obrigado por você sofrer e chorar juntos com a gente, o desprezo dos poucos que machucam sua pele, mal sabem eles o que e destruído hoje e reconstruído mais forte amanhã.

Uma verdadeira raposa no meio dos vinheiros Jeito amigável sorriso confiável, tom de voz animador olhar que desperta Bondoso como o pai amável educado como o gentio cavalheiro
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Uma verdadeira raposa no meio dos vinheiros Jeito amigável sorriso confiável, tom de voz animador olhar que desperta Bondoso como o pai amável educado como o gentio cavalheiro Corduras em suas atitudes, polidez em suas sábias palavras Me parece autêntica suas intenções, uma verdade sobrevinda do seu coração Como uma montanha que se apodera no cenário assim ele fez com todos em seu caminho Tomou conta da vida dos outros como um mágico conquisto e dominou terras alheias Plantava o amor com sementes da discórdia, resolvia atritos para fazer brotar pandemônio Traiçoeira como o homem desavisado de costa para o mar Revoltoso em seu íntimo para causar e abusar, e tirar apenas seus proveitos Lançando sua isca para todos sem eles perceberem, como um verdadeiro cavaleiro negro encantava por onde estava Cambalhotando esgueirando em suas atitudes contrafeitas por muito tempo levou Como o anjo caído conseguia tudo o que queria sem se preocupar com o castigo Mas a sabedoria á a beleza da natureza das coisas é também a da vida Um dia o lobo com pele de raposa sofre suas consequências No tempo que o pessegueiro florescer e as belas folhas coloridas soprarem pelos ventos Assim o vento limparas sua vida como um raio x, exposto como a arvore no cair do outono Os cordeiros se juntam e reconhecem quando as mascaram despencam, disfarçado velho lobo os chafardel vão lhe reparar Aguente as sementes plantadas para a colheita da desavença Descidas do buraco do seu peito, suas escolhas levaram a se transforma no monstro responsável por seu fim De caça em caçador, destruidor pela sua própria autoria Arraigado em suas mentiras e feitiços, de uma corda a fera agora precisa para retorna a superfície Mais por muito tempo, foi ele que estava na situação de resgatar quem estava caído Os grãos caem a ampulheta gira, o tempo passa é olha quem está lá embaixo agora.

Es que sua riqueza no final só serviu para suas ruínas babilônia. Do ato da região da mesopotâmia, ergue-se a cidade entre o Eufrates é o tigre que ousa desafiar os céus, ai daqueles que enriquecem no sofrimento alheio Imperante região no mundo filha transviada, de caminhos per…
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Es que sua riqueza no final só serviu para suas ruínas babilônia. Do ato da região da mesopotâmia, ergue-se a cidade entre o Eufrates é o tigre que ousa desafiar os céus, ai daqueles que enriquecem no sofrimento alheio Imperante região no mundo filha transviada, de caminhos perversos em trilhas corretas, supondo superar e impactar as que visitam pelo olhar e impressionismo ou pelas suas histórias, multiplicar seus filhos e pecados sobre os quatro cantos da terra Ó torre de babel que se ergue com o destino de unificar, de seguir e trilhar com uma única língua não confundir nem contaminar, estrela do abismo erguida para nas leis de Deus apoiar Rebeldes foi, contra o criador não se pode elevar aos céus sem se rebaixar aos seus irmãos Mãe do pecado dos homens, destruidora da seda da verdade e vertentes, adoradora de lendas, mitos e deuses, conseguiu no passado conduzir seus moradores ao abismo sem percebe Enfeite maior não há em um monarca Nabucodonosor, com contextura de muralhas e jardins em seu rico mundo tornar, marca o mundo no qual terra seca no deserto e falada até os dias de hoje Soberano de mar a mar, em suas terras sua palavra era sagrada que, no entanto, para sua amada um império resolveu ergue para admirar seu poder se alto vangloriar Plátanos, palmeiras, cedros, pinheiros, cipreste, anémonas, tulipas, íris, lírios e rosas num espetáculo sem precisar atuar para a contemplação de Semíramis Os que viram não esquecerão, deles apenas relatos sobraram histórias de fascinação sobre o jardim no deserto ficaram lá Não se revolte com quem ti criou isso se tronou sua ruína cidade ímpia apostasia, nunca quis se espalhada pela face da terra, orgulhosa sua alegria foi subversão e início do seu fim Mostra-se sua sentença, amásia do mundo embriagasse com sua idolatria e luxúria pelos povos, reis perdidos na terra sobre a azêmola sentada governar, mistério a sua testa estampar Seus excessos e zelotipia a levaram a ser aquilo que não foi projetado, soberba afogou naqueles que acreditaram em sua opulência, tempos vindouros não existem mais o juízo começou Ouçam enquanto a tempo, saiam do pecado fujam da perversidade do mal que lhe assola mão do mundo, abandone sua riqueza para encontrar sua pureza No cair da tarde, luz fosca a invadir pelo quadrado da janela a obstruir a visão para um fim no pecado obstruir, liberta de seus vícios, e no pomar da agonia por fim eternizar As luzes não ascenderão, cochichos, encantamentos, devaneios não existirão suas feitiçarias não mais tribularão pela terra, massacres e festivais sangrentos pararam de acontecer Mão pesada, balança do império no fim e abismo a jogarão, crianças não correrão mais pelas ruas, idosos não se juntarão pelo rossio, suas mazelas transbordaram até o topo de ambiguidade e maldade, puseram o fim a sua própria criação Acordais desobstruem seus corações, deixem a luz do clarão entrar.

Eu sou o caminho, estais sobe meu domínio Os grandes e fortes me temem, mais por todos respeitados Pena e compaixão são palavras que ignoro
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Eu sou o caminho, estais sobe meu domínio Os grandes e fortes me temem, mais por todos respeitados Pena e compaixão são palavras que ignoro Deve se torna o grão da minha composição, deve seguir as minhas leis Os fracos me abominam, mais por todos respeitados Nessas terras essas, sou o único soberano Você pede ajuda dos ventos, eu controlo o vento Não encontrarás águas, pois sou a única que vou matar sua sede A sua ajuda nessas leivas será ao meu comando As aves não voam sobre mim, eu que me permito ficar aquém delas Isto aqui já foi um oceano, ojeriza ele recuou de sobre meus granitos Buscar o meu fim parece uma pilhéria, saiba aqui será seu fim Seus pensamentos não têm nenhuma existência aqui, assolados eles serão Buscar frescor em meus dias soalheiros, uma trégua ao sol, o seu erro e pedir a estrela errada Nas noites em que o frio gelifica, tenta de alguma forma em vão se aquecer, eu esfriarei Miragens passageiramente alocaram suas vistas, agradeça bondade extrovertida A ajuda sou eu, me implore me faça sentir pena de você, assim como os esqueletos em minhas areias A mágica das tempestades estar no quanto a paisagem sortida e sombria pode encantar em mim A chuva até hoje teme meu contato, sou esporo machuco sem provocar dor Acima de mim apenas estrelas figurativas, compõem um outro amigo meu são grãos espaciais Há de você donzela que me desaviar sem sobre guarda, seu seio, paixões não conheci Ludíbrios do desejo eu provoco pelo meu fervor, você se apaixonará mais correspondida não será Os que morrem por mim têm apenas um jirau como recompensa para chamar de lar A minha brincadeira um dia era fazer sofrer, mais isso e uma consequência natural que certamente aconteceria É o que falar do único que me acompanha pelos séculos afim, o tempo eu o seu senhor Mas até hoje só conheci a única coisa que me ensinou a humildade O gosto amargo dá sua vangloria, seu olhar me fez parar de soprar.

Subiste por seus méritos guerreiro alado Desceste para ajudar, e alcançastes os céus para me consagrar Ajoelhar para me ouvir em minha insignificância, me ensinou a orar
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Subiste por seus méritos guerreiro alado Desceste para ajudar, e alcançastes os céus para me consagrar Ajoelhar para me ouvir em minha insignificância, me ensinou a orar E para lá alou, subiu e vagou deixou meu pedido ao ser superior Nas madrugadas frias me protegeu Contra meu inimigo foi resguardo Não deixou me alcançarem na encolha me preveniu das emboscadas Na fome de harmonia, ele sabia e me supria Nada mais satisfaz do que a paz é o amor Na luz o anjo me abençoou E citou filho siga esse caminho “Mas muitos virão que vão querer passar por cima de você” Haja como um presente, apenas não receba a ingratidão do peito alheios Assim eles não se desfasarão da rusga que carregam e continuarão a carregar tristeza O celestial que deixastes seus afazeres para servir um subordinado Um simples obrigado não solenemente satisfaria Deixo essa mensagem onde quer que esteja está me observando Eleve-se e continue radiando e iluminando outros como assim fez com os meus olhos.

Tive valência para encarar minhas ojerizas Mais nas minhas falhas com você amada abortei Não me peça para ti amar amanhã ou depois
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Tive valência para encarar minhas ojerizas Mais nas minhas falhas com você amada abortei Não me peça para ti amar amanhã ou depois Aproveite o hoje o agora Não se faça nem me faça cobranças de como será o futuro Evite desejar o nosso fim por uma briga van Recorra aos seus anciões mais íntimos se for necessário Serei simples do que adianta você me amar Se o que você mais faz e negar As coisas no geral nunca foram fáceis para ninguém Mais isso são apenas palavras Levantei e de uma certa forma tive e ainda tento ti conquistar a cada dia da minha vida Mas de pensar e olhar para trás Mente bloqueada coração quase inacessível Me deixaram ao relevo, como no barco abandonado no cais Os cheiros das rosas me lembraram que a coisa mais laboriosa para mim Foi fingir que não ti amava.

Não fui longe por pouco andei, mas o que caminhei semente deixei De tudo que fiz no termo final tencionei A velha arte de galante era para poucos e para mim esquece
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Não fui longe por pouco andei, mas o que caminhei semente deixei De tudo que fiz no termo final tencionei A velha arte de galante era para poucos e para mim esquece Com isso a flora do desejo alheio, pouco rondavam A demora a falta de intrepidez congela, enraíza no tempo Nas veredas que desvendei, ou melhor pensei que descobrir A lógica do engano e pensar as vezes que está certo Como uma fonte consegue ser admirada, mas até a beleza emareia A cama era um atroz em noites abandonadas Um terremoto abalador destruindo pouco a pouco sua estrutura Mais assim como a solidão o maior estrago é o emotivo Podia até implorar para um dia mudar, mas conforme as eras não esperem ajuda Faça você mesmo, corra atrás até quando já se sabe que não irá alcançar Pode-se confrontar que o descontentamento é por não tentar E não por decair A cada cova de leão que entrar e só lembrar dos poucos que o acompanharam Talvez a ausência faz bem, sentir que pode ter alguém pensando de longe O que dizer dos que jamais serão vistos, multiplicai suas dádivas Que a força do desejo esteja impregnada em seu ser A doce loucura de refinar seja o seu combustível para a grandeza de suas asas Um até logo eu vou levantar depois que acordar.

“O calor do orgulho pode valer a pena o sofrimento” No durar pouco, da sensação da brilhatura A astenia pode ser galardoada na guerra diária
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“O calor do orgulho pode valer a pena o sofrimento” No durar pouco, da sensação da brilhatura A astenia pode ser galardoada na guerra diária Não ter medo pela sombra da tempestade Enfrentar ao relento na sombra das veleiros As turbulências as que encarar, as que conseguir facejar, me recompense A vida precisa da luz, assim como você precisa se sobrepujar Para isso não quero sulcar ninguém, sem necessidade de passar por cima Por mais que ajuda deixe de me alcançar Estou disposto a lutar, pelo toque sonífero de um violão repousar Olhar e benevolência tão celeste Ainda me estima gladiar Por que tudo pensei que tivesse nessa existência, a mim jamais pertenceu A cada ferida exposta para conquistar de nada valeu a pena se por alguma coisa ou alguém você não lutou A glória dos justos está não naquilo que conquista, mas no sorriso no rosto Há como tudo a trabalho, quero que para mim resulte do mesmo modo A meu coração de novo vai pulsar, e meu pulmão irá sufocar Mais por uma boa causa preciso parti, e se tenho asas por que não voar.

Se passa por sua sanidade, no mundo da asserção De psicodélico sons e imagens por todos os lados Alienação e devaneio em suas súplicas
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Se passa por sua sanidade, no mundo da asserção De psicodélico sons e imagens por todos os lados Alienação e devaneio em suas súplicas Mensageiro e portador da insânia Fruto da insanidade Capitulo perdido de um título já esquecido Subconsciente inexplorado na terra do fascínio Caminhos irreais e ideias transloucadas Consequências impensadas de um destino profano O peso é o desfruto pela regularidade Jamais atrativo para mentes incapacitadas em conquistar Sem reconhecimento por essa área que meândrica Vai ti deixar avesso a compreensão da loucura Do desatino ao destino uma época encanto É um olhar díspar do que seus olhos veem.

De um império distante e olvidado, treinado na ordem de ferro com vigor Defender donzel as terras do seu dono com fervor, servidor criado destemido Comandante das ordens, opressor da fúria seus subordinados ajoelham-se em sua presença
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De um império distante e olvidado, treinado na ordem de ferro com vigor Defender donzel as terras do seu dono com fervor, servidor criado destemido Comandante das ordens, opressor da fúria seus subordinados ajoelham-se em sua presença Lhe saúdam pelos seus feitos na guerra unido com o seu cavalo de casco de ferro, cavalga e marcha como um só Como um verdadeiro fuçador do medo, sentia de longe o cheiro da carne Como um cão de guarda, zelava pelas sentinelas, botando medo nós mais habilidosos cavaleiros Chuva e tempestades torrenciais despencavam ao redor da fortificação o desespero dos titãs era excruciante diante da adaga O clima negro não ajudava os inimigos, como um fantasma eram atingidos por cissuras espectrais Navios desembarcavam guerreiros como loucos, mas a besta continuava a combater e defender seu reino Pelo seu elmo observava apavorados, os que sobreviviam assustado e torcendo para o terror acabar Colossal de estampas com gravuras no peito e em outras partes do manto, no qual não sabia o significado Era conhecido por seus desenhos e selvageria em combate Aprisionados na lanterna da dor, o rei assim ficara orgulhado sua tropa pessoal faz um trabalho inimaginável A proteção dos vales profundos e praias desertas foi impecável Cavalgar para os montes onde outros reinos famintos e devorados pelo ceifador sombrio esperam O seu rei já teve a nossa proteção, como escravos das batalhas a ordem irá subir aonde os corações estão presos e afugentados em busca de mais ímpeto.

Vois que habitais lá nas alturas, na companhia de nuvens puras De tempos em tempos a fera a voar pelos céus atrás do escolhido a buscar O mestre do vale ela serve sem sentir, por uma recompensa assistir
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Vois que habitais lá nas alturas, na companhia de nuvens puras De tempos em tempos a fera a voar pelos céus atrás do escolhido a buscar O mestre do vale ela serve sem sentir, por uma recompensa assistir Treinados para expandi no vale e apenas as ordens do mestre cumprir Desde de pequeno praticar a arte dos pulos por esse fantástico lugar O garoto da tatuagem cercado por borboletas fluorescente, o que foi estabelecido Vai ajudar por rochas, montês e sítios antigos iremos superar para na torre mais alta chegar Runas na composição de grifos espelhados na torre desguarnecidas Para cima contra os olhos nessa estrutura vamos ao combate Mistério e compaixão em seu olhar me encantaram, um amor familiar Sinto saudades do tempo que voei pelas rochas Me chocar sua simplicidade a me ajudar grande fera alada Alcançamos o último guardião, chegamos por aqui nossa jornada se absteve Chegamos ao cume aonde deveria, para o vale liberar Decifrando sua arquitetura e mazelas, vai velho amigo um dia quero tiver de volta Retorne a sua família pois um dia chegarei a lhe reencontrar Deixe o vale os trovões vão começar a relampejar Por aqui pelo céu entrarás e pelos céus sairás.

Esses crimes precisam de punição nesta cidade ou qualquer outra a consciência das pessoas terá que mudar evoluir, pensar para ser um ser evolutivo se tornar Legisladores adotem suas leis assim como fossem aplicadas aos assassinos dos seus filhos, produzam com dignidade sanções d…
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Esses crimes precisam de punição nesta cidade ou qualquer outra a consciência das pessoas terá que mudar evoluir, pensar para ser um ser evolutivo se tornar Legisladores adotem suas leis assim como fossem aplicadas aos assassinos dos seus filhos, produzam com dignidade sanções de respeito ao ser humano sem deixar de fazer o punido o que merece com recargo a pagar Seja como aos portões de Tebas da esfinge, encontrar em seus viajantes desperta a descobrir o que pode ter em sua ciência que podemos ser mais do que podemos imaginar Não iluda, é sim seduza a conhecer e ajudar a melhorar, a enfim não viva no seu mundo o melhor para um será certamente o melhor em grupal Esmagar, estrangular o enigma sempre a açoitar seu povo a de completar, não se reprima pelas políticas de interesses alheios, não se deixe enganar pelo xadrez dinâmico do poder Decifra-me ou devoro, pela manhã ando sobre todos os membros no entardecer me levanto, e no cair no abismo das estrelas me apoio sobre o cajado Diante dessas questões que mais parecem complexas, simplista em união com a nossa sociedade poderemos decifrar Não se muda o mundo sozinho, nem todos ficam alegres juntos também, pese suas ações tenha suas respostas, realize seus teoremas para no fim o plano para problemas resolver Toquemos édipos em coragem e raciocino a esfinge não vai nós esmagar, por mais difícil e injusto que estais lutais e acreditais que nosso lugarejo se ajeitará Metodizando, o homem resposta em suas fases da vida, pode criar da inocência da criança, aos traquejos do adulto até vivência anciã, não seja limitação a você mesmo pelo seu avanço de eras Lute pelos seus prós, cobre dos seus mandatários permitam que saiam das suas zonas de conforto, de fortalezas protegidas e defesas decretadas para benefícios pessoais Como gelo e fogo, unam-se nações diferenças até esposo e esposa tem, mais pelo seu amor um pelo outro emancipam-se de ideias conflituosas que deixaram fendas incuráveis Precisais de metodologia para concisos benefícios, para que assim tenham verdadeiros céus embaixo das nuvens Igualdade, respeito corra por aqueles que querem mudar, ajudar falta respirar essas aspirações em seus jovens hoje em dia sociedade, só lutam por brigas interesses de classes que não levam a soluções permanentes concretas A sua fome hoje, impetuosidade e energia talvez estão sendo bem mais aproveitada pela raiva, do que pelos interesses do seu povo A lenda diz que a esfinge se destruiu furiosa, mas o que importou foi o conceito da sua criação não importa o que é como foi, e sim o que fez e plantou Deixe seus representantes nessa qualidade, o agradável a ele será antes de tudo atendido a quem o elegeu e confiou, na essencial e única função para qual estais a ocupar.