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Frase de R. Matos

Por toda parte que andar um paladino nas histórias da terra antiga vai encontrar Que seja colossal seus feitos, bravíssimo sua coragem para os pilares da eternidade do cosmo ultrapassar Músculos e inteligência, físico de semideus astucia de um governante, sabedoria fascinante Parece que nada derruba o herói poderoso Como a coroa do leão com um nome tão forte mais de aparência frágil, pode vim a cair Não foi um vilão, tarefa ou inimigo para quem o herói caiu combalido Por uma donzela foi atingindo, sensação de peste negra pelo seu amor renegado em seus ombros caindo Por todas as vezes em suas missões o destemido não esmoreceu E por essa pequena princesa seu coração se encheu Se sentiu vulnerável como nunca em suas façanhas, por mais armadura que tivesse penetrado como por flechas se sentia O remédio para sua dor ou anestesia para sua fragilidade desta missão se incumbiu Pensou e achou sou forte a protegeria de tudo, é riqueza com o meu esforço conquistaria Jovem cavaleiro encapsulado, nem tudo na vida se conquista com status Assim aprendeu na batalha da conquista quem manda é o amor Dos monstros que enfrentou gigantes que desafiou, inimigos que esbarrou De nenhuma forma como antes sua pele gelou, e sem coração acelerou Seu medo era espantoso por ser rejeitado, nunca antes foi renegado Com forte determinação ancestral, seguir para outros vales foi sua escolha real Desvendar e seguir por outros ares, resolveu escalar novas missões para esquecer Seu antigo afeto por ele não mereceu Continue confortado, expiração de muito inclusive minha você se fez Por tempos pensei em você me torna igual, voar pelas estrelas pelo infinito navegar Ter uma reputação como a sua, para desfrutar Mais como você enxerguei ser herói não precisa fazer salvamentos e coisas pitorescas Bastar ser justo e valoroso com você mesmo, assim garantira ser com o próximo Superar o desafio e amar com brio, o que faz seja o herói um pai para quem ama.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.