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Frase de R. Matos

Uma verdadeira raposa no meio dos vinheiros Jeito amigável sorriso confiável, tom de voz animador olhar que desperta Bondoso como o pai amável educado como o gentio cavalheiro Corduras em suas atitudes, polidez em suas sábias palavras Me parece autêntica suas intenções, uma verdade sobrevinda do seu coração Como uma montanha que se apodera no cenário assim ele fez com todos em seu caminho Tomou conta da vida dos outros como um mágico conquisto e dominou terras alheias Plantava o amor com sementes da discórdia, resolvia atritos para fazer brotar pandemônio Traiçoeira como o homem desavisado de costa para o mar Revoltoso em seu íntimo para causar e abusar, e tirar apenas seus proveitos Lançando sua isca para todos sem eles perceberem, como um verdadeiro cavaleiro negro encantava por onde estava Cambalhotando esgueirando em suas atitudes contrafeitas por muito tempo levou Como o anjo caído conseguia tudo o que queria sem se preocupar com o castigo Mas a sabedoria á a beleza da natureza das coisas é também a da vida Um dia o lobo com pele de raposa sofre suas consequências No tempo que o pessegueiro florescer e as belas folhas coloridas soprarem pelos ventos Assim o vento limparas sua vida como um raio x, exposto como a arvore no cair do outono Os cordeiros se juntam e reconhecem quando as mascaram despencam, disfarçado velho lobo os chafardel vão lhe reparar Aguente as sementes plantadas para a colheita da desavença Descidas do buraco do seu peito, suas escolhas levaram a se transforma no monstro responsável por seu fim De caça em caçador, destruidor pela sua própria autoria Arraigado em suas mentiras e feitiços, de uma corda a fera agora precisa para retorna a superfície Mais por muito tempo, foi ele que estava na situação de resgatar quem estava caído Os grãos caem a ampulheta gira, o tempo passa é olha quem está lá embaixo agora.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.