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Frase de R. Matos

Tudo começou com um anjo das trevas destruindo tudo na região tibetana Um guru que praticava budismo saiu a caça do demônio pelas montanhas profanas Pelas pradarias, picos nevados e áreas desérticas combateu, o tinhoso ele venceu Com o corpo do perdedor o guru formou penhascos pelos vales espalhou Em terras de Mustang avistada pelas paredes a lenda dessa batalha está grafada Casas escondida entre as cavernas, tempos magníficos nas colinas Neste deserto de gelo a navegar, nome de corcel povo que toca os céus Tibete fora das fronteiras do Tibete Jazidas entre montanhas, segredos de deuses e mistério o rei de Lo deixou Reino proibido que o guru formou se transformou pelos séculos protegidos pelos penhascos Em casa quase desabitada, tornando-se desde lá preservada Cânions que dão invejam a própria altura se revelaram Emblemas da divina corte nas guaridas figuravam Retrato de lama de túnica a vermelha sorridente de cor de marfim, iluminado pelo sol pela fenda atravessava Nascido do lótus por fim um último demônio em terras do Mustang, iria confrontar Com sabedoria e astúcia se preparou o próximo tinhoso ardiloso se formou Com sapiência esse iria derrotar sem precisar sua espada desembrenhar Rugido pela montanha propôs um desafio para se ter um vencedor, se eu perde o Mustang que eu criei com o corpo do seu irmão seria seu, mas se eu vencer você seria meu Meditar até o sol clarear no cair do luar Sem os desafios da mente desabar para essa prova completar, atentado por desvio pestilento de sua natureza o demônio a cair e guru Rinpoche no Tibete novamente a triunfar Por mais que navegar sozinho por vales, estradas e picos Que sinta frio fome ou angustia Lutar sozinho no vale Mustang não vai estar Aperte a mão, confie o ouro existe e ele faz milagres Seja a luz por onde passar não espere ver no fim do túnel sua saída Aprecie e caminhe em direção contemple o que recebeu e agradeça o que não veio De cordilheira em cordilheira ande sem medo pela beira.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.