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Frase de R. Matos

Na nossa nobreza o protetor das armas, a guarda seus cavalos e sua honra Contemporâneo assessor defensor meu verdadeiro escudeiro Montador do fiel galopante no reinado um peão, um celebrado cavalheiro Por medalhas de ouro ordenados e cercado de fitas e adereços de elegância em seu avistar baronete amantes das donzelas de olhar de mel Cavaleiro comandante de todas as ordens seus fiéis subordinados irão realizar o senhor Latifúndio rural e no centro comandante da política aos seus serviços grande barão Dignidade passada para o feudo, capitaneie por trás de sua capa vermelha o visconde Seus castelos erguidos, servindo e progredindo brotou como rosa vermelha meu conde Província está que atacar levantador do meu escudo e paladino responsável pela baliza és o justiceiro em forma de marquês Confraria nossa por nessas terras, céus e mar subir e descer por certo fazer trovejar e a tudo acometer ilustre duque Na lua Europa conduz em seu pequeno reinado o grão-duque Aristocracia lhe carregou lhe trouxe em busca da fama e luxuria arquiduque das bandeiras Filho dos maiores, carregam menores láureas hierárquicos de poder será seu destino indomável infante Real seu trono se torna próximo jovem coroado seu principado e realidade cativante príncipe No cetro possuidor rei, com proposito e ancião guardião da coroa Permita-me recusar todo presente ruim que me der, pois eles no fundo morrerão com você Permita-me impera, ser o imperador de toda a sua cor minha flor.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.