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Frase de R. Matos

Vivi me escondi e decepções passei, chorei machuquei e fui machucado, mas nunca lhe procurei Não tinha noção que muitos peregrinos tinham a ti procurar Desacreditava na sua força divina Para Deus de mim ele nunca desistiu, esperava eu o encontrar Por onde andava não consigo ti encontrar, a riqueza ainda tinha mais valor O relógio demorava, o mar não se acalmava e meu orgulho era maior Ti neguei e revirei e como um vento assoprei para longe de seus ensinos Para Deus de mim ele nunca desistiu, esperava eu o encontrar Os que tinham experimentado seu fogo abrasador, há outro lugar não comparou Não vivia essa sensação enterrado estava a boa ardência era intocável Como drogado me dilacerava com minhas diversões se deitava Para Deus de mim ele nunca desistiu, esperava eu o encontrar Num grão me tornei, num furacão não teria força e de suas nuvens me restava rastros A minha palidez se desfez me largou me solto é o dia que você esperava chegou Sepultados sonhos de um milagre renasceram como o bebê da mamãe Ele não desistiu, me esperou e quando me encontrou me abraçou Separado andei, regenerado me tornei do pecado me desfiz Confiei e depois disso não vacilei, me converti a ti e pelos séculos ti cantarei Encheu em mim seu espirito avivado meu ser desanimado com seu poder foi despachado Derramou seu sangue vertente, me batizou me consagrou a luz simplesmente me curou Ele não desistiu, me esperou e quando me encontrou me abraçou Fortaleza, libertador, refúgio redentor Amigo, intercessor e pai eterno do amor Pão da vida, rocha, torre forte do mediador Abrigo, luz eterna, repouso consolador Verdade, água viva, escudo de calor Paz, perseverança, maravilhoso conselheiro ajudador Rei, cura, montanha, altíssimo abrasador Mais que a prata que brilha, para sempre em minha eterna família Ele não desistiu, me esperou e quando me encontrou me abraçou.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.