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Frase de R. Matos

Vois que habitais lá nas alturas, na companhia de nuvens puras De tempos em tempos a fera a voar pelos céus atrás do escolhido a buscar O mestre do vale ela serve sem sentir, por uma recompensa assistir Treinados para expandi no vale e apenas as ordens do mestre cumprir Desde de pequeno praticar a arte dos pulos por esse fantástico lugar O garoto da tatuagem cercado por borboletas fluorescente, o que foi estabelecido Vai ajudar por rochas, montês e sítios antigos iremos superar para na torre mais alta chegar Runas na composição de grifos espelhados na torre desguarnecidas Para cima contra os olhos nessa estrutura vamos ao combate Mistério e compaixão em seu olhar me encantaram, um amor familiar Sinto saudades do tempo que voei pelas rochas Me chocar sua simplicidade a me ajudar grande fera alada Alcançamos o último guardião, chegamos por aqui nossa jornada se absteve Chegamos ao cume aonde deveria, para o vale liberar Decifrando sua arquitetura e mazelas, vai velho amigo um dia quero tiver de volta Retorne a sua família pois um dia chegarei a lhe reencontrar Deixe o vale os trovões vão começar a relampejar Por aqui pelo céu entrarás e pelos céus sairás.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.