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Frase de R. Matos

De um império distante e olvidado, treinado na ordem de ferro com vigor Defender donzel as terras do seu dono com fervor, servidor criado destemido Comandante das ordens, opressor da fúria seus subordinados ajoelham-se em sua presença Lhe saúdam pelos seus feitos na guerra unido com o seu cavalo de casco de ferro, cavalga e marcha como um só Como um verdadeiro fuçador do medo, sentia de longe o cheiro da carne Como um cão de guarda, zelava pelas sentinelas, botando medo nós mais habilidosos cavaleiros Chuva e tempestades torrenciais despencavam ao redor da fortificação o desespero dos titãs era excruciante diante da adaga O clima negro não ajudava os inimigos, como um fantasma eram atingidos por cissuras espectrais Navios desembarcavam guerreiros como loucos, mas a besta continuava a combater e defender seu reino Pelo seu elmo observava apavorados, os que sobreviviam assustado e torcendo para o terror acabar Colossal de estampas com gravuras no peito e em outras partes do manto, no qual não sabia o significado Era conhecido por seus desenhos e selvageria em combate Aprisionados na lanterna da dor, o rei assim ficara orgulhado sua tropa pessoal faz um trabalho inimaginável A proteção dos vales profundos e praias desertas foi impecável Cavalgar para os montes onde outros reinos famintos e devorados pelo ceifador sombrio esperam O seu rei já teve a nossa proteção, como escravos das batalhas a ordem irá subir aonde os corações estão presos e afugentados em busca de mais ímpeto.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.