Pular para o conteúdo

Frase de R. Matos

Eu sou o caminho, estais sobe meu domínio Os grandes e fortes me temem, mais por todos respeitados Pena e compaixão são palavras que ignoro Deve se torna o grão da minha composição, deve seguir as minhas leis Os fracos me abominam, mais por todos respeitados Nessas terras essas, sou o único soberano Você pede ajuda dos ventos, eu controlo o vento Não encontrarás águas, pois sou a única que vou matar sua sede A sua ajuda nessas leivas será ao meu comando As aves não voam sobre mim, eu que me permito ficar aquém delas Isto aqui já foi um oceano, ojeriza ele recuou de sobre meus granitos Buscar o meu fim parece uma pilhéria, saiba aqui será seu fim Seus pensamentos não têm nenhuma existência aqui, assolados eles serão Buscar frescor em meus dias soalheiros, uma trégua ao sol, o seu erro e pedir a estrela errada Nas noites em que o frio gelifica, tenta de alguma forma em vão se aquecer, eu esfriarei Miragens passageiramente alocaram suas vistas, agradeça bondade extrovertida A ajuda sou eu, me implore me faça sentir pena de você, assim como os esqueletos em minhas areias A mágica das tempestades estar no quanto a paisagem sortida e sombria pode encantar em mim A chuva até hoje teme meu contato, sou esporo machuco sem provocar dor Acima de mim apenas estrelas figurativas, compõem um outro amigo meu são grãos espaciais Há de você donzela que me desaviar sem sobre guarda, seu seio, paixões não conheci Ludíbrios do desejo eu provoco pelo meu fervor, você se apaixonará mais correspondida não será Os que morrem por mim têm apenas um jirau como recompensa para chamar de lar A minha brincadeira um dia era fazer sofrer, mais isso e uma consequência natural que certamente aconteceria É o que falar do único que me acompanha pelos séculos afim, o tempo eu o seu senhor Mas até hoje só conheci a única coisa que me ensinou a humildade O gosto amargo dá sua vangloria, seu olhar me fez parar de soprar.

R. Matos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de R. Matos

O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
Continuar lendo

Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
Continuar lendo

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.