Frase de R. Matos
Montaria do reinado, imutabilidade do desequilibrado Sobrepujamento da habitualidade de emplacar obstáculos Paradoxalmente fim e começo de tudo Evoca o desperta em sua perdição O cansaço da instabilidade atenta Quando cada grão de areia se despeja Gotas da saudade de um mundo vasto e profano esquecido Que seja na mente ou no corpo Alcança e ti desprende de seus sentidos de um jeito simples No alvejar dos caminhos passaredos irão flutuar Para em no topo de seus ares nivelar Acautelado aquele que antes de seu anônimo chegar Perceber e ter forças para lutar No balançar das correntes, de um jeito poético e boêmio Por um tempo o equilíbrio necessário ansiar.
No pensador.ai desde