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Frase de R. Matos

O que dizer, é como dizer do que você acha que entende Mais quanto mais você conhece, admira e observa mais fácil de amar Seja mãe, filha, irmã, amiga apenas feminina sempre tem em um olhar o dom de ensinar A única que tem o dom de conceber a luz aos pequeninos, elas sabem a dor Também um amor sem tamanho ao ver os mesmos crescer Se forma ali um cordão umbilical, eterno será sua ligação da criação até sua extinção Pouco foi fazer de apenas um dia do ano, como teu faltariam calendário séculos para expressar nossa gratidão Flores invejam teu cheiro, aves comtemplam seu cantar, o sol aprecia seu brilhar O mar se encanta com seu balançar, as árvores comtemplam seu esplendor A lua se espelha nos seus olhos, coração angelical que faltem estrelas no céu alcândor Flor que se abre nós seios da humanidade, sustento de paz inteligência e benevolente Seja firme em sua missão conduza seus filhos, infindavelmente valente Frágil e forte com capacidade de encantar em uma só pessoa, espada forjado com a força de deus Couraça da dignidade proteção dos pobres e baldos, não temas seus inimigos eles não podem Eles têm medo de sua coragem, a barreira que a por trás de tanta fragilidade Felizes somos a gente, que tem a oportunidade de venerar, seus ensinamentos e até corretivos Na verdade, não se sabe, e acho isso uma certeza, sem vocês não seria possível nesse mundo ser ativos Razão de paixão do apaixonado, melhor fonte de inspiração do poeta não há Combine comigo a sua forma de se fazer apaixonar, me dê o crachá para seu coração Me ensine a lhe encantar da mesma forma que fui domado, permita que possa abrir os braços com tanta naturalidade só para ti conquistar Se eu ti entendesse saberia que cada uma independente de raça, cor, ou anatomia tem seu valor Não despreze só porque ela não faz seu tipo, ela sabe que no fundo que ela não nasceu para amar alguém e sim alguém amá-la Que eu um dia possa ter o prazer e á auréola de ter a oportunidade expressar mais em que palavras minhas sinceras condolências a sua existência Bendito foi quem ti criou, e felizes são os que doutrino, obrigado por você sofrer e chorar juntos com a gente, o desprezo dos poucos que machucam sua pele, mal sabem eles o que e destruído hoje e reconstruído mais forte amanhã.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.