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Frases de Charlanes Oliveira Santos

54 frases

⁠Vultos em toda parte seres que rastejam nas sombras e entre elas sons que ecoa entre dimensões rostos e sussurros assombrados... Vozes entre as paredes falando baixo...gemem e gritão me pedem favores alucinação que mistura a preocupação do cotidiano... Liberto eles as vezes a…
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⁠Vultos em toda parte seres que rastejam nas sombras e entre elas sons que ecoa entre dimensões rostos e sussurros assombrados... Vozes entre as paredes falando baixo...gemem e gritão me pedem favores alucinação que mistura a preocupação do cotidiano... Liberto eles as vezes a noite da esfera que criei para segurá-los mas eles á roí me causa dor... então as vezes sem objetivo salto entre mundo para ver se fujo deles pois eles me desperta ate do sono me tragam com pesadelos reais de mais... Queria ir de encontro ao azul da nirvana... posso sentei-los mesmos de olhos fechados sinto a gastura da sua presença as vezes quando eles tenta me toca anjos vem e posso senti o calor da armas e luz forte então eles se distanciam ficam ao derredor gritando com ódio Vejo entre a película dos mundos o real se compilando com o imaginário um inferno sem brasas...

⁠Sombras pontiagudas me ferem a alma Crescem e perfuram, visão que se esvai Olhos embaraçados nas teias geladas
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⁠Sombras pontiagudas me ferem a alma Crescem e perfuram, visão que se esvai Olhos embaraçados nas teias geladas No limbo, um calabouço, aprisionado esvai Ecoam os lamentos nas paredes sombrias Onde o tempo se perde em uma eterna lua em seu luar Algemas de memórias, frias e vazias Em cada canto escuro, busco esgueirando novo pesar Uma centelha em meio à escuridão As sombras se retraem, com a luz e na esfera guardo o fardo E a alma, outrora cativa das minhas escolhas Não a fim deste calabouço, aprende a renascer sombras, encontra-se a própria paz em mim

⁠O labirinto fragmentado tão escuro caminho sobre os raios de luz quando os vejo em gotas de fótos... O vento balança acortina e o sons lá fora tão fabricado incendiado o silencio rígido... Nas as das borboletas bailando ar saltando nas asas dos ventos...
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⁠O labirinto fragmentado tão escuro caminho sobre os raios de luz quando os vejo em gotas de fótos... O vento balança acortina e o sons lá fora tão fabricado incendiado o silencio rígido... Nas as das borboletas bailando ar saltando nas asas dos ventos... Meus diademas sobre a aureola das sombras consumindo os sentidos me comprimidos a voar meus desejos sendo comido pelo desespero a minha verdade em um amor que você tanto queria endossado na lua e extinto sacrificado por ti Os ventos em revolta em uma revoada de dragões e libélulas... meus sentidos em um pouso foçado, minha mente esgalhando os pensamentos criando novos caminhos, vivendo o mesmos tempo consumindo me...

⁠Sopradas as sombras sinto a sensação solitária sucumbir os sonhos a sonorosa na espreita na quietude quase quieta, quimeras quase quentes Quisera eu, qual querubim, quebrar o quórum quente Que quase quebra o quarto, quase queima a quinta
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⁠Sopradas as sombras sinto a sensação solitária sucumbir os sonhos a sonorosa na espreita na quietude quase quieta, quimeras quase quentes Quisera eu, qual querubim, quebrar o quórum quente Que quase quebra o quarto, quase queima a quinta Quando quase quieto, o quasar quase pinta Sussurros suaves, suspiros sussurrantes São sons que sobem, são quase suplicantes Sob a sombra suave da lua serena Sonhos se soltam, sob a noite amena. Sentindo o sopro suave do vento ao lado Soprando as sombras, sussurrando no seol Semeando nos sonhos a noite nítida e nasce a nostalgia Nas notas nuas Navego nos nuances da lua rara Ecoam ecos etéreos, em êxtase escondido Enquanto estrelas espreitam, em esplendor elas brilham Em cada espaço, em cada sombra escolhida Esperanças encantadas, em silêncio, se filiam No firmamento, faíscas furtivas fogem, Formando figuras, fábulas, fantasias Fecho os olhos, faço um pedido, e foge Fugaz, a formosura das noites frias Assim, adormeço, abraçado à alvorada Ansiando pelo amanhã, alma acalentada A aurora avança, e a noite acaba Abre-se o ato final, a alvorada aclamada e volto ao pesadelo real

⁠Precipício paranormal propaga parece peculiar sem permissão força primitiva como um paradoxo sem força de processar um problema paralelo talvez apenas perverso patético pretexto poético parecia um vírus na pandemia... Pesei explica com uma parábola portanto me perdi
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⁠Precipício paranormal propaga parece peculiar sem permissão força primitiva como um paradoxo sem força de processar um problema paralelo talvez apenas perverso patético pretexto poético parecia um vírus na pandemia... Pesei explica com uma parábola portanto me perdi preceito que não procede e perplexo promovi esta e pleiteava estas plácidas precisão sem muita pesquisa perceber as falhas? Sem prosperidade proferir perfeito erro pensei em protelar sem querer parabéns mais fico a postular tiver preletor ruim perdurar a profunda parceria com a preguiça possamos logo a projeção propagar a proposta do professor propício seria sua presença permitir desfazia este percalço... precisar proposta perfazer o que é patriota verdadeiro propenso ao erro precípuo nunca pacífico previsão psíquico bom paciente de algum lugar fechado que finge proteger mas sempre a preterir e algo ficando pendente com sua parvoíce de guarda em pernoite fine ou é putativo e proativo do mesmo percurso que faz parte as pungente eu já tinha predição de presumir a paquera agora e vi a puérpera já sem dor deixei tudo no prefácio sem profanar a promoção prendada ele era rico ela um princesa pirralha e logo gastar a profusão de noite profunda o provedor cara de paisagem que provocar as vezes paridade a proteção como promessa a procurar precípua prostrar provavelmente sem provação sempre paixão pioneiro pilantra primeiro perturba perverso prejuízo de sonhos precário de amor produzir pirralhos papagaio programa logo um patrício préstimo nunca um paladino profecia sem príncipe poluição de mente projetar a injustiça Sem prebenda um profano! e o puro... E eu um projétil de ciência possessa vulto palanque perplexo deste protesto vejo ao voo panapaná e sua progênie largada lagarta permeado da minha prognose errada possesso palestra são meus pensamentos em placidez propagar palavras que partilho de um conceito de parasita de postagem são pródromo mas pertence ao pobre o progresso mas eles prossegue fingindo se os produtores sou fraco na prosódia para definir eles parentes pertença não estou aqui para perjurar mas são tantos padrinhos no mundo populoso de picareta solto E eu preso no polígono vou publicar as vezes a mente primata mas prometo não ser polêmico como posposta. parei cansei

⁠_Nova Nopu Drofta_------------------------------------------------Parti 1 No regresso do meu ser reviverei para escrever o meu epitáfio, sobreviverás quando na terra eu já tiver apodrecido; este que vos escreve é minha alma
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⁠_Nova Nopu Drofta_------------------------------------------------Parti 1 No regresso do meu ser reviverei para escrever o meu epitáfio, sobreviverás quando na terra eu já tiver apodrecido; este que vos escreve é minha alma Daqui a morte não poderá arrancar a minha memória?, Embora a minha capa parte seja esquecida nos vermes e lavras saciadas Estou aqui com outro nome imortalizado Embora eu, depois de partir, morra para o mundo; A terra parece ter me reservará uma cova rasa, Enquanto jazerás sepulta perante todos Meu verso frágil erigirá a ti um monumento posso anda pelo tempo os olhos divisarão no futuro, mas ninguém entenderá pois este server o criador do tempo e não me permitir se opor a ele pois o espirito da verdade abita em ti E línguas futuras mencionarão o meu ser, Quando todos deste mundo já tiverem ido. Ainda viverás eis a virtude de minha pena e clamarei sou eu aqui de novo Amarei como antes intensamente a musa que escolherá esta capa E, assim, deixes de ler as palavras dedicadas que os escritores usam o ,eu mo,e quando todos não acreditarem em mim Sobre seus belos objetos, abençoando seus livros que deixará Tu és tão bela em saber quanto em cor, me resta minhas memorias só permanecerá aqui por pouco tempo tenho que voltar e este tomará o meu lugar novamente pois minha essência já abita nele com palavras modernas O olhar mais espreito entenderá o que já passou. Faze isso, amor; embora quando vejam o mesmo Que toques duros empresta a retórica, da minha voz silenciosa Tu, minha bela, terias simpatizado mas como amim mesmo não existimo mais Com palavras simples por meu verdadeiro amigo; abito com ele agora na mesma casca E suas cores grosseiras deveriam ser mais bem usadas ele é fantástico um sem-deus para mim Para enrubescer as faces, daquilo que sobra em ti. existe coisas que navega entre o tempo e desperta em fleches cercados de mistérios

⁠A lua no brilho prateado paira respingando nas folhas de papel o cenário do êxtase fatal do amor que vejo as lembranças de uma vida passou Mas ainda é tarde os raios solares se findando seus raios suaves tocam as folhas das árvores as sombras dançantes no chão ater parece ter s…
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⁠A lua no brilho prateado paira respingando nas folhas de papel o cenário do êxtase fatal do amor que vejo as lembranças de uma vida passou Mas ainda é tarde os raios solares se findando seus raios suaves tocam as folhas das árvores as sombras dançantes no chão ater parece ter sons com os sinos pendurados nos galhos balançam ao sabor do vento noturno encostando e sob a copa da árvores está ela cabelos loiros fios filhos do sol esvoaçam refletindo a luz lunar delindo a tarde um sonho encantado... O amor chama do luar, entre as melodias dos sinos agudos o destino entrelaçando o tempo puxando os fios do carma e a sina vem guiado pelo som do sino a vida sob o dossel das folhas agitadas ela sorri pela felicidade de estar na fantasia entre mundos e chorar por não saber que o ouro a levou... (choro) os olhos brilhando, enquanto os sinos ecoam suavemente o mundo parece suspenso, como se o tempo tivesse parado para apreciar esse momento mágico. A coreografia da luz silenciosa conexão inexplicável. Sob a árvore segredos que ninguém acreditaria, o vento noturno em um instante chega em harmonia e faz parte de um conto antigo existiu A ternura ecoam e amanhã talvez ela acorda da película e a traga de volta Que destino continue a tecer seus fios invisíveis uni esta alma poética

⁠O sol ouço-te, ferver quando vaga te e vence o penhasco rude; quando na floresta o silêncio e sua plenitude... Eis-me contigo as sombras ainda distante tu não te evades Posto o sol, com o céu cintilante amor em queda chora em declínio agonizando no horizonte
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⁠O sol ouço-te, ferver quando vaga te e vence o penhasco rude; quando na floresta o silêncio e sua plenitude... Eis-me contigo as sombras ainda distante tu não te evades Posto o sol, com o céu cintilante amor em queda chora em declínio agonizando no horizonte Sinto saudades do mosto molhado e entre a grama as flores na relva do campo embandeiradas flores no reflexo das gostas de orvalho... E logo vem a tarde aquecida que é arrastada... A tarde boreal vai campando os dias mas antes que a noite vem e eu adormeço sobreas folha de papel As quedas das folhas amareladas filtrado os raios solares e no horizonte as nuvens vão se enferrujadas estrangulando os últimos dias de outono Mas o que adianta se palavras voem mas não acha pouso sozinhas sem destino clama em gritos assombradas e eu sussurro no ouvidos dos ventos ame me e que eu seja o último... Efêmero como a luz se vai no íntimo...

⁠O medo e a glória dos céus extasiantes, aniquila meu ser. A vaidade nas suas múltiplas nuances, cativa a ambição do cativo alimentando a força do seu coração ilusões que clama pelo descanso sem desejo algum pois tudo já foi delido tragado pela ferida de outrora...
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⁠O medo e a glória dos céus extasiantes, aniquila meu ser. A vaidade nas suas múltiplas nuances, cativa a ambição do cativo alimentando a força do seu coração ilusões que clama pelo descanso sem desejo algum pois tudo já foi delido tragado pela ferida de outrora... Esta vaidade e a sua impotência que decapita o amor sem pudor Fanadas e mortas como a relva dos campos, seca Abraçar os espaços sentir que o vazio é mais alguma coisa sentir o nó na garganta como um fumaça a qual não se escapa Penetra os séculos eternos, e todas configurações a vaidade e ambição que destrói estão lá... ruína dos sóis Se apenas tu ficasses... mas o sopro vai abolir as tuas formas. Meu medo murado agora, jardins onde rosais orvalhado e chovem neste instante Nos meus sonhos calado os sons silêncio mudo com a mão o vento brincava em meus cabelos dourados Sua voz me contava as maravilhas do céu ao falar do seu dia Bela lua que costurava meus olhos em meus desejos Viciado em seu hálito bosques rosa povoados pelas trevas do presente... As lagrimas escorre e rumoreja como um sonho de seda Sua voz miriápode em lembranças corta o espaço deixada por ti momentos de um alma fagueira... Amante que me enaltecia e me acaricia os sonhos mais sublimes Hoje a noite solene, cujo morno silêncio aperta meu coração. sob a lousa profunda esboço a irredimível dor Sonhos estéril grita e exibe o seu flanco nu O sol sob olhares da aurora suas primordiais imagens nascentes. A memória fiel da minha alma, seu retrato como as sombras amada será eternamente que concorri

⁠Poesia onde a luz e a sombra se entrelaçam a alma ao amor bússola conecta a direções do destino Seus olhos dizia muitas coisa doces Eu olhava te com meus olhos lassos que você desatou
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⁠Poesia onde a luz e a sombra se entrelaçam a alma ao amor bússola conecta a direções do destino Seus olhos dizia muitas coisa doces Eu olhava te com meus olhos lassos que você desatou Minha vida agora como a pluma que escorregar nos becos lamacentos dos ventos redemoinhar coração sangrado a ir por aí… Hoje tão longe de mim mesmo me perdi dentro de você e nestas miragem de abismos e torrentes de tormento um vazio deserto que grita e eu tentando entender aquela filosofia, mas eu já tenho a minha loucura Ergo o facho que arder na noite escura sinto a vida drenar de mim sinto espuma do sangue e a solidão a cantar cânticos nos lábios impuros A vida estendida no varal como uma pausa no vendaval e no arrependimento capturado na teia do tempo que tece fios de lembranças irreversível um sonho inalcançável deste amor inesquecível As velas embaraça as sombras ao vento vulneráveis e iluminados pela poesia e guiados pela sabedoria do coração

⁠Se alguém te dizer eu te amo Se falar a vós de amor Ser for este o sinal, que seja segui-o ate o infinito
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⁠Se alguém te dizer eu te amo Se falar a vós de amor Ser for este o sinal, que seja segui-o ate o infinito Se caminho da plenitude sejam duros e temerosos Mas as asas vos envolverem, entregai-vos Antes que vós carne tal efêmera e tão vil E ainda que a lamina do dia o devora e escondida nas nuvens possa envenenar as raízes ou venha ferir te Mas se ele falar, acreditai nele pois se você não morrer ponderar vós sem querer matar Sua voz pode quebrar os ventos e os sonhos peneirados e se não vós acrebantar o coração e se os ventos devasto não sacudir o seu jardim E se julgar que este amor se eleva à vossa altura a vida te começará ate arranhará e amassar vão na vida pois ate que tremem ao sol penetrará a mais profunda fenda da alma sacudindo o corpo e sangrará o coração e lembrar lá escondido na alma a velha dor do seu selo que não doou mas ofertada se foi Quereis encontrar o amor a paz no conforto, mas não conheceis os segredos do vosso coração conhecimento vos tornardes próprio medo pois sem a ternura morrerá ambos O amor só dá a si mesmo, recebe de si mesmo em troca O amor não da possui e nem se vende Porque o amor basta ao amor do outro Curso do amor é a ternura e o seu desejo e o desejo do outro, sem pedir nem criar lembrança por tesouro ou lugares pois quem ama qualquer lugar qualquer alimento sacia E quando o som aperta o coração e cantar a melodia à noite E conhecer tardia a dor da excessiva falta de ternura e se ferindo a ferida do amor sangrará Pois e meditar no êxtase do amor nada pode comprar Pois o sol cunha o crepúsculo dourado e faz adormecer o coração grato em uma prece do bem-amado em uma poesia distante

⁠Os dias são espaço e o tempo tornados sensíveis ao coração o amor construído nele, paixão descontrola ate os equilibrados e se o amor demorar governa em equilíbrio fuja se for capaz por que se não escapar será notório a destruição do coração e perspicaz os que seguem as regras d…
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⁠Os dias são espaço e o tempo tornados sensíveis ao coração o amor construído nele, paixão descontrola ate os equilibrados e se o amor demorar governa em equilíbrio fuja se for capaz por que se não escapar será notório a destruição do coração e perspicaz os que seguem as regras da alma Se o amor não é dividido em equilíbrio as dois o que mais da amor sofrerá sacrificar por seu objetivo em nome do amor e louvável mas que sejamos também este desejo do outro O amor é sofrimento permanente, a alegria solidificada em um ser neutraliza a dor e transcende tornado virtual e ardi em cada momento tornar-se nosso desejo atroz Quando o amor e à paixão disputa o espaço aponto de confundi o desejo e a ternura irradia dissolvendo em choque e neste redemoinhos emoção, perturbam a alma este sofrimento que cessa por instantes, mas para recomeçar de modo diferente a chama que consome a alma O amor comprado requesta alguma coisa de inacessível na alma, só se ama o que não se possui momentos construído pelo conforto, e o coração vendido a boas lembranças, pois o falso amor que não se adquirido pela paixão e desejo e pelo convivo cativas o coração, O falso amor não é eterno porque as lembranças não permanecem sempre verdadeiras e a mentira perpétua em cada dia, eles mentem para proteger o prazer e delindo á honra em uma vida vazia de prazer, sem o sabor do amor.

⁠O adeus as vezes é aos poucos... Esta simbiose plasmática fragmentado pensamentos esfumaçado que esvai sons e vultos que sei discerni ainda logo tão perceptíveis mais estão ali estampados na mente correndo o que ainda resta deste inferno neste inferno... Arranha a parede os so…
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⁠O adeus as vezes é aos poucos... Esta simbiose plasmática fragmentado pensamentos esfumaçado que esvai sons e vultos que sei discerni ainda logo tão perceptíveis mais estão ali estampados na mente correndo o que ainda resta deste inferno neste inferno... Arranha a parede os sons que mesmo tampando os ouvidos ainda são os mesmos vultos ligeiros ou andares lentos nos corredores da um frio na espinha as vezes silencio eles aqui com doses cavalares num sono profundo e luto com eles nos pesadelos não a trégua As laminas sorrir e clama pela pele em um pedido silêncio de ir mais fundo sempre as vezes penso em ceder por isso sei que tem algo superior a nós se não já teria ido à luz azul da (nirvana)...

⁠Ensaio aquele poema para te esperar... Sussurra o destino nas asas do tempo, ao amor retorna, como a lua extraviada que beija o mar como o manto noturno, lágrimas salgadas, agora doces, Pintam o céu com tons de eternidade O coração, outrora em pedaços, Costura-se com fios de e…
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⁠Ensaio aquele poema para te esperar... Sussurra o destino nas asas do tempo, ao amor retorna, como a lua extraviada que beija o mar como o manto noturno, lágrimas salgadas, agora doces, Pintam o céu com tons de eternidade O coração, outrora em pedaços, Costura-se com fios de esperança E as noites silenciosas, sussurram eu nunca parti, apenas me escondi era como o vento que acaricia teu rosto e como canção que você ouvia que embalava teus sonhos Como a luz da aurora que pinta o horizonte E eu fiquei aqui ate espera uma poeta latino que escrevem versos de luz na vastidão celestiais Esculpindo rugas na pele e na memórias no coração lembrança e miragens que distorcidas parecia ilusões ate você voltar somos viajantes na carruagem do destino Na efemeridade das palavras a epifania nos segredos cósmicos no mistério do quintessencial afeto são eco do futuro deste amor que ressoa além das fronteiras do tempo E rende se ao amanhecer, naquele dia o amor se torna inefável, indizível, sublime. Serendipidade e derretemos o valo do ouro que costura os destinos mais raro que o diamante rosa Nesta eunoia a bela harmonia que as letras e versos da me forças para rasgar o coração e adentrar nas fenas da alma e exprimir meus sentimentos que escrevemos com o pulsar do coração

⁠Não a estilo nem amarras que prende a alma de um poeta, pois nas mais profunda fendas da alma não a barreira onde os pensamentos se esgalham e transcende a alma do poeta As vezes a alma bêbada nas ruas becos e vielas de um botequim As vezes no luxo esdrúxulo de um quarto de ho…
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⁠Não a estilo nem amarras que prende a alma de um poeta, pois nas mais profunda fendas da alma não a barreira onde os pensamentos se esgalham e transcende a alma do poeta As vezes a alma bêbada nas ruas becos e vielas de um botequim As vezes no luxo esdrúxulo de um quarto de hotel As vezes na areia de um viagem onde volta veloz pois a solidão o devorava mesmo com companhia, que não era sua Ou na noite pesada chorosa comprimida fechada na mão ou em gotas mortais laminadas de um adeus ensaiado Talvez na pressão da depressão do chão o vinho estava empossando, a vida em cacos rasgando em cortes profundos tentando esboçar uma alegria como ímã para atraí ao novo amor O testamento não vale se o testador ainda vivi... Cotará o ar o vento onde a nuvens sopradas vão minar sua seiva na saliência do jardim alimentando os versos perdidos sem alcança o objetivo? Mas ficará escrito ferrado no tempo como tatuagem nas estrelas

⁠Ainda procuro seus olhos nos sonhos tento encontrar sua alma no ponto onde se perdeu... mas quando te encontro vazia em uma repetição incessante... livrando dos meus delírios desta loucura doce Sonhos ou pesadelos são ruídos da mente, e o real é insubstituível Não há resposta.…
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⁠Ainda procuro seus olhos nos sonhos tento encontrar sua alma no ponto onde se perdeu... mas quando te encontro vazia em uma repetição incessante... livrando dos meus delírios desta loucura doce Sonhos ou pesadelos são ruídos da mente, e o real é insubstituível Não há resposta... só o desejo levando á loucura, os saltos pode se a mente colapsando em um labirinto a energia e forte a pineal descontrolada liberando a endócrina ou ao meu controle ao bel prazer um escape do mundo frio... De uma forma ou de outra tentarei muda algo de novo... O espelho a toca do coelho infalível o reflexo da loucura Ou viver estar fantasia com esperança sem desespero Vejo seus olhos nas nuvens do tempo entrelaça em cada fio em cada pincelada do arco-íris em cada gota de chuva Você é o livro que lir e não decifrei... pictografia nunca vista, mas frágil como todo o resto neste mundo o brilho do ouro te levando te guinado a escuridão da ambição mesma a menor que seja A fraqueza do poeta a isca é a beleza da natureza... Talvez não devo tentar te achar... só esperar você me encontrar

⁠deusa lírica dos meus pensamentos platô Te prometeste todo este amor Tão forte e profundo amor
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⁠deusa lírica dos meus pensamentos platô Te prometeste todo este amor Tão forte e profundo amor Amor maior do mundo desejo e eternidade juntos Um calor veemente como o demais ninguém palavras que elogiava te noite e dia sua essência em mim Eu te amava assim e de repente um dia teve fim O encanto não suportou a magia... agora lembranças de um mar eterno chocando se com as rochas destes meus pensamentos emoldurados...

⁠Risco o céu em pensamento surfo em nuvens e toco no arco-íris, escalo na lua para ver de perto as estelas... escuto o som frio do vaco ao flutua no espaço na expansão do universo cavalgo na luz nos cosmos ate o caos e ao se sugado pela gravidade de um tempo relativo... então vol…
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⁠Risco o céu em pensamento surfo em nuvens e toco no arco-íris, escalo na lua para ver de perto as estelas... escuto o som frio do vaco ao flutua no espaço na expansão do universo cavalgo na luz nos cosmos ate o caos e ao se sugado pela gravidade de um tempo relativo... então volto em um voo na luz de uma supernova Ate a rotina do cotidiano platônico do meu ser escrevo para me senti comum, segredos como soluto escritor fraco de palavras erros grosseiros maquio minha tristeza para ter certeza que não será eterna Clamar daqui a voz correr na planície solidão diafragmas, decompondo o sol-fogo telúrico profundo efêmero ardi de desejo por ti dardejar relampejantes brilhos alaranjados que na saliência da terra chora Esta enxaqueca? como quis remove-la com paleta afiada e derrama meu plasma nas folhas de papel em branco ou fugir quanto estes demônios dormissem Entregar o maus nas redes entre vírus e zeros e uns ser eu deixar que o seu próprio mau os consuma á si mesmos E pausar como minha mente que labuta com lâminas agitadas na cabeça me esmagando e retalhando dia pós dia E que um pouco do som de chopin e van Beethoven e uma boa taça de vinho seja suficiente

⁠A partida entre a neblina no assobio da chaminé do andante... o ranger aço e o metal das rodas velozes e como o fio da lamina escorregadia... Levem levem meus poemas não tem registo nem amor e digam que foram você que fez... que pelo menos minha alma seja capultada dentro da su…
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⁠A partida entre a neblina no assobio da chaminé do andante... o ranger aço e o metal das rodas velozes e como o fio da lamina escorregadia... Levem levem meus poemas não tem registo nem amor e digam que foram você que fez... que pelo menos minha alma seja capultada dentro da sua que minhas doces ou sombrias poesias seja sentida com fervor A palavra adeus seta que inflama o coração em uma baba viscosa e enferruja os pensamentos Existe na eternidade do coração o laço no olhar cujo brilho passageiro era... dividiu comigo o seu calor e que se evadirá sombrias litanias onde a memória se perdeu Sobre os séculos nodosos, o desprezo da tua alma em todas as linhas e vírus que enviei, não encontrei um desdém semelhante... Sem direito de esquecer teus olhos adamascados no verde chau Teus lábios pérfidos que me fui rasgado formularam os teus lábios que profanou a fé

⁠Eclipsa instante de amor o amor bate na aorta, fui abrir e me constipei os ácidos adoçam e em pequenas quantidade morro estático uma vez mais... faminto sou parte destes seres olfateando o crepúsculo meu coração ardente de desejo tateia como uma puma na solidão que vai ao prazer…
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⁠Eclipsa instante de amor o amor bate na aorta, fui abrir e me constipei os ácidos adoçam e em pequenas quantidade morro estático uma vez mais... faminto sou parte destes seres olfateando o crepúsculo meu coração ardente de desejo tateia como uma puma na solidão que vai ao prazer e volta com mesmo vazio... Livres seguimos o rastro dos faunos, olhando para o céu guirlandas estreladas e a lua nu da a inspiração ao poeta esse frágeis muros que defende os cautos... Queria poder parar de esconder na minha essência e no seu hálito esquece minha vaidade e na sua pele amendoada firmar meu prazer... ou em outras curvas me capotar esquecer os olhos suavemente esverdeados a pele clara que tanto me aprisionou...

⁠Sinto o espaço abrindo dentro de mim somos cheios de vazios que se encaixa ate nos ecos dos pensamentos Meu coração entrar em colapso sobre mim mesmo Queria depositar minha alma uma urna enterrar no deserto ate meus osso se âmbar... repousar meus pesadelos no fundo do limbo da…
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⁠Sinto o espaço abrindo dentro de mim somos cheios de vazios que se encaixa ate nos ecos dos pensamentos Meu coração entrar em colapso sobre mim mesmo Queria depositar minha alma uma urna enterrar no deserto ate meus osso se âmbar... repousar meus pesadelos no fundo do limbo da mente... Navegar nos meus sonhos esquecidos, pois estar dor e tudo que tenho... ela rege meus pesadelos As cortinas leve como o véu da noite tão sensível que a luz da manhã pode sopra-las... não da para esquecer... Posso contar os medos que resume os rostos e os vultos o desejo em fragmentos espalhando como partículas particulares ao vento... Heliógrafos escrito nas estrelas códigos em lendas doada a energia sobre a gravidade e vaco no som dividido em sete, portas dos cosmos, mas como não conhece a luz virou da vela a solução negra se tornou á visão deles... Saltarei novamente mas sei que só posso observar a poesia entre o arco-íris

⁠Tochas em um dínamo estrelando maquinaria da noite, a noite cambaleando em um pedestal nos telhados iluminados onde jaz os meus lamentos... Holofote antiaéreo azul do Luar A noite já estava aqui mais lembrava do pôr do sol, tinham os olhos vermelhos
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⁠Tochas em um dínamo estrelando maquinaria da noite, a noite cambaleando em um pedestal nos telhados iluminados onde jaz os meus lamentos... Holofote antiaéreo azul do Luar A noite já estava aqui mais lembrava do pôr do sol, tinham os olhos vermelhos O viajante néon cintilante dos faróis, eu nos reflexos envidraçado Lua e estrelas nos crepitantes em crepúsculos vazios A luz como fechas entrando nos olhos alojando na mente batidas do coração no deserto efeitos deste cérebro drenado anedotas e espasmos oculares, a minha rotina platônica o meu eu engavetado o meu intelecto inteiro regurgitados os meus obscuros cartões postais exposto em poema e poesias Chamas sob o céu tuberculoso respirando na escuridão o desamor invocações sublimes do amanhecer nas estrofes carnívoras que me devora grito em rajadas de versos e poesias de chumbo tropel Os meus pensamentos sinistros atropelados pela lei da decência Solitárias são as noites avoternas lembro de lavar as cinzas da poesia espalhadas na lareira, e o copo de vinho adornado no tapete do chalé e o vento lá fora assobiava estava frio acariciava a sua pele pacifista sensual, esquecido pela espectral confusão de mim mesmo ao som da nostálgica músicas de sempre O sopro de colossais dos vultos em minha mente apitos de da lei na neblina que ainda vejo antes desta loucura estala em mim por completo... A minha alma iluminou os seus cabelos por um segundo com o seu sorriso e olhos por companhia sempre seguro, pois o discurso arlequinal de extermínio próprio vem e vão neste vão de pensamento que este protesto triste virara simbólica catatonia... Lutando com os ecos da alma, agitados neste banco de solidão nada além de uma partícula de alucinação súbita iluminação da alquimia que eclipsa no motor da mente sem amor Este vagabundo louco anjo do Tempo na roupagem espectral de lamentos... na sombra a alma dourada toca instrumentos de ao som sofrimento de amor para a lua Esfinge solidão dança comigo valsa na chuva de prata... Epifanias removendo as pedras do tempo O amanhecer na fissura de um pico, fechadas de nuvens trémulas Nas janelas do crânio os meus olhos sangra as nossas cabeças ungidas pela coroa do esquecimento, choraremos ate o romance e os sonhos não fazer sentido mais O poeta e um som de piano catatônico de uma alma inocente e imortal

Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos... O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se f…
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Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos... O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias... Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras... E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta… A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu. Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda. A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos. E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou, a voz que se perdeu no labirinto das horas. Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais. Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito, do “eu te amo” abortado antes de nascer… E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós. E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano, como se a casa inteira sentisse tua ausência. As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos, arrastam memórias como correntes antigas. E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo. Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio saindo da boca de quem deseja e não tem. A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina. Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem, tão rápidos que machucam E o coração esse velho sobrevivente bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto. Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada

Estou dentro de uma caixa Meu espirito estar quebrado Meu corpo frasco frágil
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Estou dentro de uma caixa Meu espirito estar quebrado Meu corpo frasco frágil Se um ser ocular me observasse seria como a noite se esfuma Como se a sombra abraçasse outra... Como se na aureola circulasse o tempo No vácuo vazio do firmamento um cisco a deriva no gelado espaço flutuasse... A prisão eterna do nada para segura e proteger o silencio dele mesmo...entregue circula sem próprio efeito que se esvai pedido... Nunca vir tamanho silencio... O fio invisível entre a vida e a morte. tão frágil quanto o pó que dança na luz, tão vazio quanto o eco que eu mesmo criei. Mas é nesse vazio que encontro algo meu, uma pequena centelha que insiste em arder mesmo quando a noite inteira sopra contra ela. Aos poucos entendo que existir não é mais do que ser testemunha: testemunha do meu medo, do meu silêncio, da minha queda, e ainda assim, do meu espanto diante do mundo. Há uma beleza simples nisso, uma beleza tênue, quase secreta a beleza de ser mortal. De saber que o tempo me atravessa, mas ainda assim sentir, ainda assim querer, ainda assim seguir. Sou observador e parte, sou poeira e pensamento. E no encontro entre o nada que me envolve e o pouco que sou, surge um propósito que ninguém me deu: o propósito de sentir o que é existir, de existir enquanto ainda posso ir, mesmo frágil, mesmo pequeno, mesmo efêmero como um sopro no espaço. E talvez seja isso— meu descobrimento silencioso: não sou grande, não sou eterno, mas sou. E ser, por um instante, já ilumina tudo como coração bate fraco constante mas ainda pulsa um lampejo tênue, como se a noite respirasse dentro do meu peito e a sombra aprendesse a sussurrar meu nome. Sou corpo-frasco frágil, translúcido ao toque do vento, e se um ser ocular me observasse, veria o tempo escorrer pelos meus contornos como um anel que gira sem nunca se perder, um ciclo preso à própria eternidade. No vazio do firmamento, sou cisco errante, flutuando entre o frio e o silêncio, entre o tudo que não alcanço e o nada que me envolve. A prisão eterna do nada parece guardar-me com cuidado, como se protegesse meu silêncio do ruído de existir. E eu, entregue, circulo sem direção, um efeito que se esvai, sem dono, sem eco, esquecido pela própria ausência. Nunca vi tamanho silêncio... e mesmo assim, ele me olha de volta, invadindo-me com sua boca invisível, a devorar o que resta do meu som, até que eu seja apenas bruma, e a caixa, apenas um suspiro preso no infinito.