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Frases de Charlanes Oliveira Santos

54 frases

És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara
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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara Que poucos jardins possuem quero regras você com chuvas pateadas e no ouro dourado do meu amor Minha amada, minha protegida quero espalhar o polem do seu aroma no meu ser Que me encanta e fascina sua voz agradável És tu a mulher da minha vida e sem ti não respiro sem chorar cada dia longe de você é uma perda da minha felicidade que não acorda e adormece em sono profundo que só você pode despertar Te amo deixa me esta com você por toda minha vida hó bela minha ah como eu gosto de ser seu amado minha namorada é o meu amanhecer, entardecer e anoitecer Aquela a quem eu digo todos os dias que a amo Aquela pela qual eu acordo todo dia e agradeço a Deus por tê-la minha namorada é a luz que me guia na escuridão sem ti meus caminhos são sinuosos e sanguinários Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

⁠Na alvorada caminho sobre o clarão, a neblina ainda desaparecendo... canta o uirapuru e o rouxinol, ao som de um novo dia nos toques aveludados nas gotas de orvalhos o arco ires refleti as lembranças no gramado Amei somente a ti e por ti amar someti a ti amei Meus olhos via a…
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⁠Na alvorada caminho sobre o clarão, a neblina ainda desaparecendo... canta o uirapuru e o rouxinol, ao som de um novo dia nos toques aveludados nas gotas de orvalhos o arco ires refleti as lembranças no gramado Amei somente a ti e por ti amar someti a ti amei Meus olhos via a beleza só em ti e tudo muito colorido e andava sobre as nuvens Entre a vida flutuava como bolhas de sabão cambaleando equilibrando sobe o vento Seus lábios como mel sua boca com tâmara do deserto adoçava a vida deste poeta sonhador Mas dias tenebrosos veio... e os vultos andava a espreita e caminhava sobre as sombras e invejaram o amor tão puro e sussurrou ao seus ouvidos e o verme lambeu os seu sentidos e as riquezas e a cobiça deste mundo como um vírus te enfeitiçou você foi arrastada e o amor para ti não tinha mais valor Saber que o amor se foi trocado por ouro queima a alma nas tardes solitárias por ti medido e achado em falta nos bolsos pobres só amor A dor ruiu o bronze de um nobre amor e dera a um pobre amor o ouro que a ti comprou e em curto tempo a ele chamado de amor Vejo seus olhos estragando e se distanciando vendendo sentimentos e apodrecendo a alma o odor exalando do luxo que se deleita.

⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro
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⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro Meus sonhos eram ventilados de poesia As flores soprada pelos ventos semeava o ar exalando com o néctar e seu perfume mesclados a das flores naqueles dias livres adornado de amor em meus braços Seu copo nas tardes admirado desejado nas noites amado inflamado depositado na alma sua As estrelas riscavam o céu e o brilho da lua adentrava a janela e banhava seu corpo nu te olhava e com pensamentos achava que seria eterno... Mas hoje me arrasto desfazendo como o pó, a doença não sara retalhado com chagas e no peito a estaca rasgando uma lembrança que não cessa, nas veias corre o fel onde bebo todos os dias... Me lembro de ter tido um sonho e te contei mais nos não ligamos naquele tempo era assim: O céu azulado em algum lugar com o azul do mar se tocava em sua beleza você andava em passos pequenos e fazia coração com a mão de alguém mais eu não estava lá. hoje sei que nosso amor foi vendido e alguém comprou

⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor
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⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor A areia da ampulheta conta meus últimos dais O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas

⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me
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⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me Fujo da dor meus passos sobre a alçada cabeça baixa e as gotas de chuva passam diante dos meus olhos e a luz resplandecendo as lagrimas se confundem com a chuva fina Do abismo fujo e na casa adentro e nos braços adocicados me aprisiona me sinto estranho e na frenesia me esqueço Lábios molhados e palavras vazias a madrugada me afastando de mim mesmo O vento sopra e a vida me consome nos braços de outro alguém Da janela dela observo o tempo que não perdura vejo ao longe uma jovem que a corre destorcendo a silhueta que se torna igual a sua Me embriago de prazer e na penumbra a beleza e pele macia de olhos cerrados imagino você sobre meu corpo Já faz uma semana de corpo engando mais a mente não satisfeita rejeitou o seu desejo nesta noite tão vil

⁠Espero sobre a dor que corrói vejo o tempo rui e sobre lamentos solitários aguardo seu regresso E sombras da tarde caminhará sobre o piso e os ventos tocaram um melodia andará sobreas calçadas folhas e flores e sobreas estações os olhos fitos na esquina onde você não mais andar…
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⁠Espero sobre a dor que corrói vejo o tempo rui e sobre lamentos solitários aguardo seu regresso E sombras da tarde caminhará sobre o piso e os ventos tocaram um melodia andará sobreas calçadas folhas e flores e sobreas estações os olhos fitos na esquina onde você não mais andará e na distancia dos anos outono cobrirá primaveras... Meus olhos envelhecidos lembrará da dor de um adeus Na alvura da alvorada o gosto do fel na melancolia, e na gastura que aranha a mente tateio a insegurança entrelaçada na alma, e que no meu fim desaguará em terra seca minha alma chorosa e sobre meus ossos âmbar outros pisaram E entre os tempos contaram como o amor nascera e sufocado no tempo adormeceram na lembrança empoeirado registrado no livros a dor do poeta sonhador.

⁠Escrevo poesia como alguém que pede a morte Que espreita se esconde na sombra tornando meus dias de dor imortais Sete vezes me definho esfolio minha alma a quem por ti destruo
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⁠Escrevo poesia como alguém que pede a morte Que espreita se esconde na sombra tornando meus dias de dor imortais Sete vezes me definho esfolio minha alma a quem por ti destruo Minha pele como escama cai no vazio sobre o som do relógio Lanço minha carne e arranco meu membros aprisionado neste ser rejeitado A dor escorre a seiva que melindra pelas fendas da minha alma Entre as veias o magma em fel que ressurge com a eterna fênix E no siclo vicioso morro todos os dias Meus pensamentos labutam e sobre faces distintas cada um morde por dentro os sentidos na gastura desta luta sem fim Saudade do seu amor é como uma baba viscosa dentro da cabeça que não se escapa Um silencio ensurdecedor preso no vaco lanço me no vazio e sobre melodias sou apunhalado Minhas chagas são abertas pelas lagrimas acido inesgotável.

⁠O labirinto da mente transcendem o espelho da alma além dos próprios muros, nunca estive tão fundo criando passagens entre paredes, uma talho para limbo da memoria, pausa a própria mente lembranças vividas tão vívidas e real ao extremo e eixos de escolha que pode se alterada sem…
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⁠O labirinto da mente transcendem o espelho da alma além dos próprios muros, nunca estive tão fundo criando passagens entre paredes, uma talho para limbo da memoria, pausa a própria mente lembranças vividas tão vívidas e real ao extremo e eixos de escolha que pode se alterada sem adúltera o composto proposito... Estender os pensamentos de amor em uma doce loucura; Dormir e acordar entre os mundos... e sentir o propósitos e sentir o vento do destino de escolha como uma grande teia sono Sonetos em versos entrelaçados em constelações, que sussurram e cai ate os ventos cósmicos, que ecos esquecidas e imortais Nas margens do universo, onde o tempo se dobra, e os poetas siderais entoam seus cânticos, cintilando as estrelas funestas escrevendo sonetos nas órbitas celestes Nos mundos antigos, com suas luas de prata, Guardam segredos nas crateras e vales, Lendas esculpidas em rochas siderais, poemas com sangue de alma que ecoam além da eternidade.... de um um grande amor ferido Andei entre galáxias distantes, onde flutuam, os deuses como partículas de luz, dançando no vácuo, e agora voltei narrando a epopeia deste viajantes estelar que buscam respostas nos versos cósmicos...sem sabe que eu sou ele, decifro os astros, e encontro da poesias perfeita neste neste mundo e no antigo mundo, poema é chave para desvendar os mistérios, onde nossa alma escondem nas dobras do espaço-tempo.

⁠O salto mescla a imagens em uma visão de cores vibrantes o tempo figuras espelhado dança em sincronia como um abraço que transcende a vida como almas gêmeas separadas em um deslocamento temporal apenas por uma ilusão cronológica que nós humanos não suportamos entender As sombra…
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⁠O salto mescla a imagens em uma visão de cores vibrantes o tempo figuras espelhado dança em sincronia como um abraço que transcende a vida como almas gêmeas separadas em um deslocamento temporal apenas por uma ilusão cronológica que nós humanos não suportamos entender As sombras dos corpos celestes alongam-se em distorção na veloz luz e o sol parece hesitar no empuxo da gravidade regendo como maestro o firmamento preso nesse círculo vicioso na perspetiva dos meus olhos “eus” se em uma compreensão silenciosa além das estações e dos relógios onde os ponteiros param em pausa ou em meu comando de mover Em sussurro o tempo se desfaz em dois de mim se afastam na mesma conexão permanece carregam consigo a memória desse momento, a sensação de serem simultaneamente passado e futuro Talvez, em algum lugar além do tempo, eles se encontrem novamente capturam esses momentos fugazes, essas histórias que transcendem o caos guiado pela escolha de cada um do livre-arbítrio que não posso tocar

⁠Adentro a mente como na profundo abismo onde a luz e razão falha ecoam meus lamentos escorregando na escuridão e se esvaem. Minhas barreiras metais mentais são frágeis onde o evil se alimenta remo contra a maré de sombras que incessantemente me assalta
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⁠Adentro a mente como na profundo abismo onde a luz e razão falha ecoam meus lamentos escorregando na escuridão e se esvaem. Minhas barreiras metais mentais são frágeis onde o evil se alimenta remo contra a maré de sombras que incessantemente me assalta No silêncio da noite, liberto os espectros da minha esfera seres perturbadores Na esperança vã de aliviar a dor que me consome Vorazes pela liberdade lhes é amarga para mim logo Alef o mestre da luz e Max seu escudeiro os detém Assim alivio a intercidade dos pesadelos que a mente consome nas madrugadas Busco o azul do nirvana, um refúgio para a alma cansada, mas o tempo tem acordo com Criador e prefiro não escolher De olhos cerrados, sinto a presença que me atormenta Quando a escuridão tenta me tocar, anjos surgem em chama Com armas de luz, afastam as sombras que a paz afugenta... Entre os véus dos mundos, o real e o imaginário se fundem, O caos que nos inunda... Além do véu, onde o real e o sonho se entrelaçam, estradas tecidas de memórias e medo. Os vultos me seguem, sussurros de um passado que não se desvencilha... A esfera pulsa com a energia dos seres que anseiam pela liberdade E na escuridão liberto por pouco espaço de tempo eles me devoram com sua insaciável vontade... de anda pelo mundo real Salto entre mundos, buscando um refúgio, um lugar para descansar não consigo joga-los no esquecimento, pois eles estão sempre ando aqui sussurrando entre as paredes... Anseio pelo azul da nirvana, pela paz que ela pode trazer, Mas os vultos tentam me tocar, e sinto o frio de sua presença. Então, como um milagre, os anjos aparecem para me defender, Com calor e luz, afastam a escuridão e sua nefasta essência. E ainda assim, vejo o tecido dos mundos se rasgando, O real e o imaginário numa fusão que desafia a compreensão. Mas mesmo num inferno sem chamas, onde o desespero está ecoando, Há esperança, pois até no caos, o coração encontra a canção final

⁠Amar-te era como caminha nas nuvens desliza no arco ires cambalear no vento e no céu de cetim, teu amor me elevava ate as nuvens Sobre o mar a lua prata, sob os cisnes deslizavam na espuma Buscava a eternidade para repousa-la nas estrelas
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⁠Amar-te era como caminha nas nuvens desliza no arco ires cambalear no vento e no céu de cetim, teu amor me elevava ate as nuvens Sobre o mar a lua prata, sob os cisnes deslizavam na espuma Buscava a eternidade para repousa-la nas estrelas Amava somente a ti e por te amar, amava somente a ti Seus beijos como asas deste amor, e pelo céu a planar, Deitado naquelas nuvens de algodão, a sonhar. E os vento respiravam e sopro a a me embalar, Sob o manto estrelado, e estrelas borrifadas de poesia eu a te amar. Na paz eterna na quietude da noite, a luar rara O brilho refletindo em teus olhos, a água azul do mar a cintilar. Os cisnes eras por testemunhar, nosso laço a firmar, E naquele eterno balé, uma dança magistral de nossas almas a se entrelaçar. E então aquele infinito de nosso amor que ecoava levou a rima, E nossos beijos que selava aporta do infinito deixou de durar. Agora a vida sabor frio guiado no vento tremulo calado A noite engessada a lua parada estática no golfão acinzentado...ates de chorar o céu desabando A alucinação de silencio murmurador... Meus medos coroados respiram com tão perto que tropeço nos meus pesadelos ate acordado embaraço nas suas teias e afogo nesta baba fria e escura e esta fumaça na garganta a qual não se escapa...

⁠Maria Helena Mãe tão sublime amor ser eterno onde aconchega toda ternura Carinhos de infância que propaga sem fim, intensos e doces momentos de proteção e cuidado
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⁠Maria Helena Mãe tão sublime amor ser eterno onde aconchega toda ternura Carinhos de infância que propaga sem fim, intensos e doces momentos de proteção e cuidado Beijos e abraços em cada primeiros passos e sempre lá para socorrer em cada queda ate hoje atenção que não findou A saudade mágica para alguns, memórias de tantos que alma por ti chora e medo para outros de perde a mão de Deus viva na terra... A confortante doçura de pousar a cabeça no seu colo ninho ao ninar todo berço se torna humilde aparar e repousar, pois ainda nada se compara a este carinho celeste A sua voz que enche a casa com a sua presença delicioso contentamento mesmo quando o pão era pouco… tanto amor e dedicação coração numa fé de radiante calma Ser de dádiva Divina És uma árvore fecunda, que germina um novo ser frutos que se esgalham na corrente da prole sem desliga da força maternal guardaste no teu ventre aquecido rega a semente de um amor puro e profundo amor mais insistente mais fecundo Mãe mulher é como uma rosa rainha de todas as flores

⁠O horizonte em agonia a solidão de olhos vermelhos em uma melancolia crepuscular as nuvens esfumaçadas as aguas do mar debulhada nas rochas e dedilhada pelo vento no brilho aceso no ultimo folego como se esperasse a noite encostar... Queria doar a ti meus segredos e ver como so…
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⁠O horizonte em agonia a solidão de olhos vermelhos em uma melancolia crepuscular as nuvens esfumaçadas as aguas do mar debulhada nas rochas e dedilhada pelo vento no brilho aceso no ultimo folego como se esperasse a noite encostar... Queria doar a ti meus segredos e ver como sou raso de pensamentos profundos Estrear com você no palco da vida antes que as cortinas se enrugue Que meus beijos de leve e em voo possa tocar seus sonhos... Que eu seja seu desejo meu amor seja eternamente seu Te amo e por te amar somente a ti Queria carrega o tempo na ponta dos dedos e esperar para quando estiver com você, fazer o tempo mentir seus dias sem medida e eternamente possamos viver juntos

⁠Meu rosto abissínio cafrino meus olhos teleguiados a redes móvel e azul esverdeado seleciona as estrelas no manto prateado e sua boca ardente desce... ácidos málicos mel e fel tédio se desfazendo melancolia na frenesia que cuida como morfina... Seu corpo calmo e claro paraíso p…
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⁠Meu rosto abissínio cafrino meus olhos teleguiados a redes móvel e azul esverdeado seleciona as estrelas no manto prateado e sua boca ardente desce... ácidos málicos mel e fel tédio se desfazendo melancolia na frenesia que cuida como morfina... Seu corpo calmo e claro paraíso para esquecer a triste neblina Viscoso som de olhos verdejante que flui e reflui olfato sugando sua franjas suor e renda vermelha nas bordas raro fórmula que peroliza em sua goela nácar, e me adornar de lampejos de seu ser Estéril zelo da luz que vai cerrar seus olhos em silêncio florido... amor vozes e ecos dos sentimentos vão ficar preso etéreo o eterno curtindo no éter almas enluta Nem inverno prateando ao luar a névoa, a mesma escuridão que nos assombra... Poesias e escrita tão pungente segredo que transcendente obscura a pedra refulgente que mina a vida... naquela vida rotineira de riquezas amassadora, a incerteza filtro da mascara deste sepulcro caiado e agora os vermes que lambe ti e não sobrou nem seu magro vulto Sombrio, em ruidoso rígido tumulto E todo fim tropel de pensamentos em clamor exaltando sem pode escolher de novo E a vida se esvai escorrendo gota a gota e os olhos empoeirados sem ver a areia escorrendo no frasco frágil da ampulheta

⁠Erguido sob o manto da noite, onde a lua não me alcança por decisão própria O frio das escamas negras na alma se lança contra minha própria carne Eles rastejam, sibilam, nas sombras se escondem
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⁠Erguido sob o manto da noite, onde a lua não me alcança por decisão própria O frio das escamas negras na alma se lança contra minha própria carne Eles rastejam, sibilam, nas sombras se escondem O câncer que cresce, na escuridão responde em sussurros tenebrosos Já não sei se estou vencendo ou perdendo á guerra... A casca seca do meu ser, no sangue pulsante estala Na escuridão da noite, minha existência se cala O medo e a incerteza, nas sombras corro Braços feridos, respiração ofegante, no vazio meu socorro O vento sopra, leva a areia, o tempo e o cansaço Lâminas cortam pensamentos, no peito o espaço Empurrado para fora, pelos outros sou puxado Sem sentir, sem emoção, ao desconhecido sou arrastado Nas águas turvas me afogo, com a dor oca a me guiar Para um novo ser surgir, outro tem que se apagar O relógio frio gira, no vazio as horas a marca meu eu na incerteza Sem sentir, sem noção, deixo a correnteza me levar Busquei luz em corpo de metal, afiada a plantar a dor que me liberta me faz sentir, sentir que estou vivo Três ciprestes, só dois ficaram, no equilíbrio a balançar nesta gangorra Pequenas coisas me engrandecem, o relevante não consigo tocar

⁠_Nova Nopu Drofta_-------------------------------------------Parti 2 Venho de longe pós o tempo me parece estranho pedaços do passado, agora os sonhos parecem importar encontrei um canção para falar com você ou comigo mesmo parece que eu sou você Tudo o que eu sempre quis ser,…
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⁠_Nova Nopu Drofta_-------------------------------------------Parti 2 Venho de longe pós o tempo me parece estranho pedaços do passado, agora os sonhos parecem importar encontrei um canção para falar com você ou comigo mesmo parece que eu sou você Tudo o que eu sempre quis ser, está fugindo como a água Eu fiz uma pergunta Estou enredado em destruição Como eu posso botar isso de volta novamente círculos viciosos, eu seguro minha alma Você pode me achar um caminho para te alcançar Você pode me achar um jeito? Para entender? eu: sim você já esta aqui mais eu posso silenciá-lo quando quiser extermina-lo e não deixar voltar Eu não sou quem eu costumava ser poeta? sim Em algum lugar eu perdi meu Integridade ? não Eu vim aqui sozinho, mas eu não quero sair sozinho Precisamos de espaço, me dar espaço? sim somos o mesmo! sinto você apenas me dê espaço apenas me dê espaço Nas onda de um canção retornou mais não poderá ficar se não poderá me substitui sem meu consentimento Você pode me encontrar um maneira, para chegar até você um caminho, para entender? sim tudo que eu preciso ... Tudo o que precisamos... para alcançá-lo já escrevemos! adeus adeus

⁠Sussurros suaves sob a lua rara serena Semeando sonhos sob estrelas sem fim Sorrisos se espalham, suavemente serenos
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⁠Sussurros suaves sob a lua rara serena Semeando sonhos sob estrelas sem fim Sorrisos se espalham, suavemente serenos Sob o céu silente, sinto-me assim Sigo a senda dos sonhadores solitários Sobrevoo sentimentos, sinto a sublime Saudades suspiro, em silêncios solidários Sob a sombra suave, o sonho se exprime Sinfonia suave, a alma desassossegada Sentimentos se fundem, simples e sugados Sob a luz das estrelas, sem vida segue Serenamente seguro, nos sonhos seguros sem som

⁠O tempo filtra o dia vou perdendo minhas palavras pelo caminho de proposito nos meus versos de poesias Caminhando na aureola da noite vejo na curvatura da terra sua saliência onde se desfaz colocando se á tempo ruí O beijo docemente do mar nas auroras de todas manhãs nos corpo…
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⁠O tempo filtra o dia vou perdendo minhas palavras pelo caminho de proposito nos meus versos de poesias Caminhando na aureola da noite vejo na curvatura da terra sua saliência onde se desfaz colocando se á tempo ruí O beijo docemente do mar nas auroras de todas manhãs nos corpos unidos lembranças sob luar Dias de imensa dor no mundo de belezas soberano entre os verdejantes campos morre tanto ramo quanto á flor... Desamor e tudo que resta são marcas plasmadas estrada palmilhada insistente rouco visão de céu chumbo de nuvens enferrujadas de poucas estrelas borrifadas

⁠No sopro do vento, as sombras dançam, Lâminas de luz cortam a escuridão avançam. Linhas que sufocam, em silêncio gritam,
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⁠No sopro do vento, as sombras dançam, Lâminas de luz cortam a escuridão avançam. Linhas que sufocam, em silêncio gritam, Ecoam canções de reis, em triunfos que fitam. Azul profundo, escada celeste, Doce melodia na língua, um banquete. Vultos se agitam, prelúdio de luta, Farpas na alma, o destino refuta. Silêncio dos mares, sereias a cantar, Solidão e amor, no abismo a se afogar. Coração acelerado, fraco, em desespero, Cortes abertos, a dor, um mero desterro. Anestesiados sentidos, força fingida, Noite clama por fora, por dentro, dividida. Ventos carregam desesperos, em fuga, Ciclos do tempo, medos que se anulam. Guia-nos algo, alguém, no vazio imenso, Curvas vastas, fim incerto, intenso. Planícies ocas, solidão impossível, Ainda há vantagem, visão indelével. Linhas e dimensões, memórias fixadas, Quase palpáveis, no tempo ancoradas. Adormeço os sentidos, pausa na jornada, A fresta do salto, ainda não chegada.

⁠Meus medos misturado com o silêncio da noite, escuto o vento, sussurrando segredos que o tempo Estrelas solitárias, borrifadas manto do céu tão atento a ti e cobra me você aqui
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⁠Meus medos misturado com o silêncio da noite, escuto o vento, sussurrando segredos que o tempo Estrelas solitárias, borrifadas manto do céu tão atento a ti e cobra me você aqui Aquele beijo dourado, da noite e que se estendia ate aurora e levava a brisa, um toque de saudade... Agora em mim habita o espaço de uma inteira pausa na vida e ecoa em um silêncio profundo... Perdido no vazio, um grito derradeiro o medo costurado e se perder um segundo entre outro lamento Solidão sem regra regrada com gotas desde quanto partiste, Me conforto no som da caixa craniana que finjo a correção das palavras erradas... A intimidade do tempo ergue se ao som do vento que beijar estrelas solitárias que vagueiam tímidas em minhas noites sem você O meu amor ama te inteiro na imensidão do silêncio que existe em mim agora lamenta em grito tive medo de ter perder e agora que você se foi só Meus sonhos me perturba para te reencontrar e vela a fragilidade desta homem minuto que o amor - sem ti se perde no vaco

⁠Risco a madrugada com meus poemas devora me nos quatros ciclos dos céus na velha história de queixas sobre a lua Que no futuro falaram que bonito linda poesia e no anonimato eu como meus erros propositais... Desvanecendo na primeira luz da alvorada sobre o gramado molhado de o…
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⁠Risco a madrugada com meus poemas devora me nos quatros ciclos dos céus na velha história de queixas sobre a lua Que no futuro falaram que bonito linda poesia e no anonimato eu como meus erros propositais... Desvanecendo na primeira luz da alvorada sobre o gramado molhado de orvalho, o frio e prateado o gramado a luz do sol em reflexo vívido As sombras dos buracos negros no espaço no empuxe da verdade nada disso minutos morrendo e a história que conto sobre mim e nesta automação, ócio dourado que vir cérebro eletrônico, o músculo mecânico de sorriso fixo e frio Sem coração só fluido e metal eles vem porque os humanos e tornou frio e criou sua imagem e semelhança ai de vós AI de vós porque o povo dirão Amém

⁠Caminhava entre as nuvens na minha desistência e no minuto gotas de mim em queda livre parecia tão profundo ate chocar-se e tranquilizam o chão e em na argila derretia em torrões de barro... O sol como lâmpada aquecia evaporando você dos pensamentos
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⁠Caminhava entre as nuvens na minha desistência e no minuto gotas de mim em queda livre parecia tão profundo ate chocar-se e tranquilizam o chão e em na argila derretia em torrões de barro... O sol como lâmpada aquecia evaporando você dos pensamentos e voltava ser o manual de carne E num ápice uma flor surgia da terra fresca mulher e desejo atribuído Podia tocar ho hão de ramificar-se ao infinito, a começar daí Minha musa eu fui teu súdito leal, meus olhos alcançava os astros no céu rangem frêmitos puros e esta alma sentinela Murmura teu rogo orvalho a rorejar-me a fronte das aguas fresca... Quando ela se esgueirou ate ali uma partícula de trevas ou eu a criei na sua ausência? tão palpável

⁠Componho meu ser em vezos a ti escrevo despindo minha pensamentos ate que todas sentimentos de amor em emoções de uma alma nua Silêncio do entardecer as nuvens enferrujando aquarelado no céu baunilha alaranjado tão desigual Encantamento nos emudecia nestas tardes tão tétricas
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⁠Componho meu ser em vezos a ti escrevo despindo minha pensamentos ate que todas sentimentos de amor em emoções de uma alma nua Silêncio do entardecer as nuvens enferrujando aquarelado no céu baunilha alaranjado tão desigual Encantamento nos emudecia nestas tardes tão tétricas O sol em prisma de agonia as cores do dia bordado e eu aqui amassado Anoite cai sem luz te entrego o mapa para encontra meu eu; e eu sigo seu rastros de lua.. para ver se encontro antes do luar que espia discreta inveja nosso amor Poeira de poesia fragmento de estrelas enfeitando como luzeiros á aplaudir o fulgor Minha fogueira centelhas que fulgura e envolvente como a fenix beijos calorosos que guardei só para ti Triste neste jardim onde as tramas ilusões entrelaçados me consome... laço minha carne agarrada no resto da minha alma sobre o jugos das estrelas espero o veredito do destino que não acalma este carma ao sons do sino nesta sina avassaladora Espero com esperança do eterno enamorado seu

⁠Me devora o frio de escamas negras que cresce na alma Escuto eles rastejando nas sombras dentro das paredes como o câncer que cresce Desaparecendo sinto o hálito da morte, algo me sufoca
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⁠Me devora o frio de escamas negras que cresce na alma Escuto eles rastejando nas sombras dentro das paredes como o câncer que cresce Desaparecendo sinto o hálito da morte, algo me sufoca Meu corpo casca seca estala no corre do sangue nas veias A escuridão da noite onde penetra a luz da lua não existo ali O medo e incertezas corro entre as sombras os braços feridos respiração curta e acelerada Sopra o vento areia fina e se vão o tempo pesado o cansaço e as laminas que retalha pensamentos já asfixiados Me empurra jogando me fora e de lá os outros me puxa sem sentir aqui, sinto compelido a partir Não à emoção e sem noção devagar deixo me levar Nas águas turvas afogo com a dor oca no peito Para outro existir outro tem que se apagar O relógio frio escreve as voltas no vazio Não consigo sentir... Tentei cria um luz corpo de metal cabeça branca tentei planta o equilíbrio três e cipreste italiano só dois me deixaram... Pequenas coisas são tão grandes para mim e algo que deveria se relevante não sinto