Frase de Charlanes Oliveira Santos
Sombras pontiagudas me ferem a alma Crescem e perfuram, visão que se esvai Olhos embaraçados nas teias geladas No limbo, um calabouço, aprisionado esvai Ecoam os lamentos nas paredes sombrias Onde o tempo se perde em uma eterna lua em seu luar Algemas de memórias, frias e vazias Em cada canto escuro, busco esgueirando novo pesar Uma centelha em meio à escuridão As sombras se retraem, com a luz e na esfera guardo o fardo E a alma, outrora cativa das minhas escolhas Não a fim deste calabouço, aprende a renascer sombras, encontra-se a própria paz em mim
No pensador.ai desde