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Frase de Charlanes Oliveira Santos

⁠Precipício paranormal propaga parece peculiar sem permissão força primitiva como um paradoxo sem força de processar um problema paralelo talvez apenas perverso patético pretexto poético parecia um vírus na pandemia... Pesei explica com uma parábola portanto me perdi preceito que não procede e perplexo promovi esta e pleiteava estas plácidas precisão sem muita pesquisa perceber as falhas? Sem prosperidade proferir perfeito erro pensei em protelar sem querer parabéns mais fico a postular tiver preletor ruim perdurar a profunda parceria com a preguiça possamos logo a projeção propagar a proposta do professor propício seria sua presença permitir desfazia este percalço... precisar proposta perfazer o que é patriota verdadeiro propenso ao erro precípuo nunca pacífico previsão psíquico bom paciente de algum lugar fechado que finge proteger mas sempre a preterir e algo ficando pendente com sua parvoíce de guarda em pernoite fine ou é putativo e proativo do mesmo percurso que faz parte as pungente eu já tinha predição de presumir a paquera agora e vi a puérpera já sem dor deixei tudo no prefácio sem profanar a promoção prendada ele era rico ela um princesa pirralha e logo gastar a profusão de noite profunda o provedor cara de paisagem que provocar as vezes paridade a proteção como promessa a procurar precípua prostrar provavelmente sem provação sempre paixão pioneiro pilantra primeiro perturba perverso prejuízo de sonhos precário de amor produzir pirralhos papagaio programa logo um patrício préstimo nunca um paladino profecia sem príncipe poluição de mente projetar a injustiça Sem prebenda um profano! e o puro... E eu um projétil de ciência possessa vulto palanque perplexo deste protesto vejo ao voo panapaná e sua progênie largada lagarta permeado da minha prognose errada possesso palestra são meus pensamentos em placidez propagar palavras que partilho de um conceito de parasita de postagem são pródromo mas pertence ao pobre o progresso mas eles prossegue fingindo se os produtores sou fraco na prosódia para definir eles parentes pertença não estou aqui para perjurar mas são tantos padrinhos no mundo populoso de picareta solto E eu preso no polígono vou publicar as vezes a mente primata mas prometo não ser polêmico como posposta. parei cansei

Charlanes Oliveira Santos

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Pensador.com

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Outras frases de Charlanes Oliveira Santos

És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara
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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara Que poucos jardins possuem quero regras você com chuvas pateadas e no ouro dourado do meu amor Minha amada, minha protegida quero espalhar o polem do seu aroma no meu ser Que me encanta e fascina sua voz agradável És tu a mulher da minha vida e sem ti não respiro sem chorar cada dia longe de você é uma perda da minha felicidade que não acorda e adormece em sono profundo que só você pode despertar Te amo deixa me esta com você por toda minha vida hó bela minha ah como eu gosto de ser seu amado minha namorada é o meu amanhecer, entardecer e anoitecer Aquela a quem eu digo todos os dias que a amo Aquela pela qual eu acordo todo dia e agradeço a Deus por tê-la minha namorada é a luz que me guia na escuridão sem ti meus caminhos são sinuosos e sanguinários Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me
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⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me Fujo da dor meus passos sobre a alçada cabeça baixa e as gotas de chuva passam diante dos meus olhos e a luz resplandecendo as lagrimas se confundem com a chuva fina Do abismo fujo e na casa adentro e nos braços adocicados me aprisiona me sinto estranho e na frenesia me esqueço Lábios molhados e palavras vazias a madrugada me afastando de mim mesmo O vento sopra e a vida me consome nos braços de outro alguém Da janela dela observo o tempo que não perdura vejo ao longe uma jovem que a corre destorcendo a silhueta que se torna igual a sua Me embriago de prazer e na penumbra a beleza e pele macia de olhos cerrados imagino você sobre meu corpo Já faz uma semana de corpo engando mais a mente não satisfeita rejeitou o seu desejo nesta noite tão vil

⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor
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⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor A areia da ampulheta conta meus últimos dais O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas

⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro
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⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro Meus sonhos eram ventilados de poesia As flores soprada pelos ventos semeava o ar exalando com o néctar e seu perfume mesclados a das flores naqueles dias livres adornado de amor em meus braços Seu copo nas tardes admirado desejado nas noites amado inflamado depositado na alma sua As estrelas riscavam o céu e o brilho da lua adentrava a janela e banhava seu corpo nu te olhava e com pensamentos achava que seria eterno... Mas hoje me arrasto desfazendo como o pó, a doença não sara retalhado com chagas e no peito a estaca rasgando uma lembrança que não cessa, nas veias corre o fel onde bebo todos os dias... Me lembro de ter tido um sonho e te contei mais nos não ligamos naquele tempo era assim: O céu azulado em algum lugar com o azul do mar se tocava em sua beleza você andava em passos pequenos e fazia coração com a mão de alguém mais eu não estava lá. hoje sei que nosso amor foi vendido e alguém comprou