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Frases de Charlanes Oliveira Santos

54 frases

Música em notas timbres viciosos, notas mescladas aos céus, borrifadas de estrelas dos sonhares. E, na manhã, cavalgando nas notas musicais como arco-íris entre nuvens e sóis dourados. Ela, de olhos solares na escada,
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Música em notas timbres viciosos, notas mescladas aos céus, borrifadas de estrelas dos sonhares. E, na manhã, cavalgando nas notas musicais como arco-íris entre nuvens e sóis dourados. Ela, de olhos solares na escada, como se se alimentasse do sol da manhã… Te vejo nela… a dor do fim de ano. Em outros olhos vejo os teus, como nas noites da virada, como fazem falta… Lembro-me dos reflexos dos fogos de artifício dançando nos teus olhos na virada do ano. As sombras da tarde vão se arrastando pelas calçadas, e eu, imóvel, esperando você voltar… Outra noite se aproxima, lenta sufocante... a canção já ressoa como punhal entre cordas, o silêncio se quebra como meu coração. O violoncelo todos distorcendo minha alma agora... que vibra frágil, se contorce, se destorce na envergadura da noite. E sigo, tropeçando em melodias quebradas, em ritmos que sabem teu nome, em harmonias que te procuram nos espaços vazios para soprar com voz aguda agulhas... Há uma partitura rasgada no chão cada linha é um caminho que não percorremos, cada pausa é um suspiro que te chama O vento sopra acordes menores, sussurrando teus gestos, teus ecos, tuas sombras. E eu componho no escuro, tentando decifrar o que sobra de mim depois que tua ausência se torna a afinação da madrugada. As estrelas afinam o céu num tom quase sem esperança, mas a música insiste, teimosa, ferida, viva repete teu nome nas teclas, nas palhetadas trêmulas, nas notas que sobem e caem como a saudade caindo no meu peito. E quando a noite enfim se instala tudo vira concerto de melancolia a rua, o céu, o vento, o relógio, tudo canta em mim a tua falta. A melodia me atravessa como lâmina, mas ainda assim a toco… porque essa música, mesmo torta, triste e eterna poesia é o último lugar onde neste espaço ainda posso te encontrar?

Corações velocidades à mais de 8 mil destino agarrado nos números com tinta extinto Homos sapiens Escrevo... Sobre 8 humanidades
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Corações velocidades à mais de 8 mil destino agarrado nos números com tinta extinto Homos sapiens Escrevo... Sobre 8 humanidades ciclo que círculo eles num circo completo fuga do natural químico e poluição da ganância do esquema da arrogância que queima e mata E eu tentando resolver a Solidão de dois mundos divina divida externa anos-luz... estava tão perto do braço e dos abraços escapou... Tento de novo na curva da luz... Nascimento de um Oliveira 101 nas correntes celebrais celebrando a face da poesia perfeita que bate martelando golpeia para se libertar para existir... E estes números que me escapa, E é não é, é um pega de te pego! de quem é aquele? de quem é de quem? E vem nos trens da estação inspiração Transpasso o corpo e transcender a alma traço de audiência do rádio de cada da estação e nesta tração arrancado nesta extração sigo de voo em vão Setenta vidas tentei e mais de mil destinos sucumbidos No beijo preparava para decolar em contagem regressiva e vocês e foi e levou de mim o coração e de alma vazia... tento encher com a noite..., mas as vezes; quase sempre nem com a madrugada me completo A medida de amar é amar sem medida

O céu durado e o banco no ribeiro a beira amar… Sozinho o vento bate forte..., mas eu lembro-me de não ter que fazer sozinho desistir antes da queda... voltar ao conforto... Se eu ainda o ser das minhas nostalgia e se lembrar de quem poderia te sido do irreparável que não mais…
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O céu durado e o banco no ribeiro a beira amar… Sozinho o vento bate forte..., mas eu lembro-me de não ter que fazer sozinho desistir antes da queda... voltar ao conforto... Se eu ainda o ser das minhas nostalgia e se lembrar de quem poderia te sido do irreparável que não mais me aprisiona escolho se livre alternativas escolhas de sempre... A noite dentro do azul profundo perturbador e sombrio da troca do tarde alaranjada... inicio da noite que impõe uma nostalgia estranha de encerramento de mais um dia Versos grudentos neste ditas sobre a tela de fundo preto nada se ver somente a voz que dura provoca a lenta criação de uma solidão profundidade que as palavras medem com as sombras poema contorcido por cima dos meus músculos a carne tenta respirar sílaba na firmeza dúbia... Já faz semanas que você não vem aqui me fazer lembrar dela... A vida parece poesia em alguns lugares em algumas almas... E em alguns fadados a escrevê-las na solidão da tal percepção

O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas... A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no a…
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O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas... A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul, como se o horizonte respirasse poesia, como se cada sopro de vento fosse um sussurro antigo do oceano. O mar canta seus segredos nas costas das ondas, e o céu, cor de damasco e silêncio, inclina-se sobre mim como um abraço. Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres, e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu numa língua que só a sensibilidade entende. Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos. O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma... O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde. A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento. E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio, mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva. No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa: promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio e aceita ser mareado por dentro. Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse das próprias ondas. Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia, sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre que a alma coleciona em segredo. Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.

A canção entoada melancolia se amontoa nos cantos e se esvai nas paredes... pintura cansada que chora tinta antiga… e de fora vem correndo para dentro o vento... desalinhando cortinas, soprando memórias, sacudindo á alma estendida no varal... O sol já ameno um amarelo febril qua…
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A canção entoada melancolia se amontoa nos cantos e se esvai nas paredes... pintura cansada que chora tinta antiga… e de fora vem correndo para dentro o vento... desalinhando cortinas, soprando memórias, sacudindo á alma estendida no varal... O sol já ameno um amarelo febril quase amendoado mesclando ao claro vermelho tímido da tarde, que se vai devagar, tingindo se alaranjando entre nuvens enferrujadas... Solidão enjoada entoa som rasteiro que faz lágrima rasgada se tivesse som... entoa um som rasteiro, quase um ruído de asas quebradas, tal som seria um fio metálico cortando no frio do silêncio singular... entre ecos fabricados o meu peito nu largado no chão da sala... à noite escorrega na saliência da terra; a lua mingua como um sinal como um presságio lento e antigo que só o coração decifra... o luar ah o luar sempre foi você ... hoje a luz amarelada arranha-me A poesia já pronta demoro levantar e vou perdendo os pedaços das palavras pelos caminhos e versos estilhaçados fossem migalhas caindo do bolso rumo à escrivaninha distante, onde o bloco de rascunhos repousa como um pássaro de papel fenix esperando renascer. Em cada nota baixa e nos momentos que troca á canção e tão fácil escutar o som da própria respiração... no meio copo de vinho falante... a emoção neutraliza a beleza poética do concerto da mente... o coração se desfaz e faz assim

Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha…
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Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio, se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre, nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente. Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado, e ainda assim, você me pede, por um instante apenas, um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais... Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora... Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada... Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho... Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu... Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros de almas que se reconhecem e permanecem por um instante... Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos, mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha... num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso que certos seres têm quando se encontram na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus, foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante A evolução que o coração não se divide se expande... A filosofia ensinou-me que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos Para aquilo que ficou. Você ensinou-me que o amor pode ser cura No instante de um acordo silencioso entre duas almas saber onde o caminho termina O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros