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Frase de Charlanes Oliveira Santos

Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos... O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias... Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras... E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta… A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu. Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda. A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos. E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou, a voz que se perdeu no labirinto das horas. Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais. Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito, do “eu te amo” abortado antes de nascer… E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós. E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano, como se a casa inteira sentisse tua ausência. As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos, arrastam memórias como correntes antigas. E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo. Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio saindo da boca de quem deseja e não tem. A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina. Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem, tão rápidos que machucam E o coração esse velho sobrevivente bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto. Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada

Charlanes Oliveira Santos

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Pensador.com

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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara
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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara Que poucos jardins possuem quero regras você com chuvas pateadas e no ouro dourado do meu amor Minha amada, minha protegida quero espalhar o polem do seu aroma no meu ser Que me encanta e fascina sua voz agradável És tu a mulher da minha vida e sem ti não respiro sem chorar cada dia longe de você é uma perda da minha felicidade que não acorda e adormece em sono profundo que só você pode despertar Te amo deixa me esta com você por toda minha vida hó bela minha ah como eu gosto de ser seu amado minha namorada é o meu amanhecer, entardecer e anoitecer Aquela a quem eu digo todos os dias que a amo Aquela pela qual eu acordo todo dia e agradeço a Deus por tê-la minha namorada é a luz que me guia na escuridão sem ti meus caminhos são sinuosos e sanguinários Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me
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⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me Fujo da dor meus passos sobre a alçada cabeça baixa e as gotas de chuva passam diante dos meus olhos e a luz resplandecendo as lagrimas se confundem com a chuva fina Do abismo fujo e na casa adentro e nos braços adocicados me aprisiona me sinto estranho e na frenesia me esqueço Lábios molhados e palavras vazias a madrugada me afastando de mim mesmo O vento sopra e a vida me consome nos braços de outro alguém Da janela dela observo o tempo que não perdura vejo ao longe uma jovem que a corre destorcendo a silhueta que se torna igual a sua Me embriago de prazer e na penumbra a beleza e pele macia de olhos cerrados imagino você sobre meu corpo Já faz uma semana de corpo engando mais a mente não satisfeita rejeitou o seu desejo nesta noite tão vil

⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor
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⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor A areia da ampulheta conta meus últimos dais O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas

⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro
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⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro Meus sonhos eram ventilados de poesia As flores soprada pelos ventos semeava o ar exalando com o néctar e seu perfume mesclados a das flores naqueles dias livres adornado de amor em meus braços Seu copo nas tardes admirado desejado nas noites amado inflamado depositado na alma sua As estrelas riscavam o céu e o brilho da lua adentrava a janela e banhava seu corpo nu te olhava e com pensamentos achava que seria eterno... Mas hoje me arrasto desfazendo como o pó, a doença não sara retalhado com chagas e no peito a estaca rasgando uma lembrança que não cessa, nas veias corre o fel onde bebo todos os dias... Me lembro de ter tido um sonho e te contei mais nos não ligamos naquele tempo era assim: O céu azulado em algum lugar com o azul do mar se tocava em sua beleza você andava em passos pequenos e fazia coração com a mão de alguém mais eu não estava lá. hoje sei que nosso amor foi vendido e alguém comprou