Frase de Charlanes Oliveira Santos
O sol ouço-te, ferver quando vaga te e vence o penhasco rude; quando na floresta o silêncio e sua plenitude... Eis-me contigo as sombras ainda distante tu não te evades Posto o sol, com o céu cintilante amor em queda chora em declínio agonizando no horizonte Sinto saudades do mosto molhado e entre a grama as flores na relva do campo embandeiradas flores no reflexo das gostas de orvalho... E logo vem a tarde aquecida que é arrastada... A tarde boreal vai campando os dias mas antes que a noite vem e eu adormeço sobreas folha de papel As quedas das folhas amareladas filtrado os raios solares e no horizonte as nuvens vão se enferrujadas estrangulando os últimos dias de outono Mas o que adianta se palavras voem mas não acha pouso sozinhas sem destino clama em gritos assombradas e eu sussurro no ouvidos dos ventos ame me e que eu seja o último... Efêmero como a luz se vai no íntimo...
No pensador.ai desde