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Frase de Charlanes Oliveira Santos

⁠O medo e a glória dos céus extasiantes, aniquila meu ser. A vaidade nas suas múltiplas nuances, cativa a ambição do cativo alimentando a força do seu coração ilusões que clama pelo descanso sem desejo algum pois tudo já foi delido tragado pela ferida de outrora... Esta vaidade e a sua impotência que decapita o amor sem pudor Fanadas e mortas como a relva dos campos, seca Abraçar os espaços sentir que o vazio é mais alguma coisa sentir o nó na garganta como um fumaça a qual não se escapa Penetra os séculos eternos, e todas configurações a vaidade e ambição que destrói estão lá... ruína dos sóis Se apenas tu ficasses... mas o sopro vai abolir as tuas formas. Meu medo murado agora, jardins onde rosais orvalhado e chovem neste instante Nos meus sonhos calado os sons silêncio mudo com a mão o vento brincava em meus cabelos dourados Sua voz me contava as maravilhas do céu ao falar do seu dia Bela lua que costurava meus olhos em meus desejos Viciado em seu hálito bosques rosa povoados pelas trevas do presente... As lagrimas escorre e rumoreja como um sonho de seda Sua voz miriápode em lembranças corta o espaço deixada por ti momentos de um alma fagueira... Amante que me enaltecia e me acaricia os sonhos mais sublimes Hoje a noite solene, cujo morno silêncio aperta meu coração. sob a lousa profunda esboço a irredimível dor Sonhos estéril grita e exibe o seu flanco nu O sol sob olhares da aurora suas primordiais imagens nascentes. A memória fiel da minha alma, seu retrato como as sombras amada será eternamente que concorri

Charlanes Oliveira Santos

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Pensador.com

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Outras frases de Charlanes Oliveira Santos

És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara
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És tu minha princesa a minha essência do amor Minha deusa lírica minha musa inspiradora Uma flor unica em raridade na luz da lua rara Que poucos jardins possuem quero regras você com chuvas pateadas e no ouro dourado do meu amor Minha amada, minha protegida quero espalhar o polem do seu aroma no meu ser Que me encanta e fascina sua voz agradável És tu a mulher da minha vida e sem ti não respiro sem chorar cada dia longe de você é uma perda da minha felicidade que não acorda e adormece em sono profundo que só você pode despertar Te amo deixa me esta com você por toda minha vida hó bela minha ah como eu gosto de ser seu amado minha namorada é o meu amanhecer, entardecer e anoitecer Aquela a quem eu digo todos os dias que a amo Aquela pela qual eu acordo todo dia e agradeço a Deus por tê-la minha namorada é a luz que me guia na escuridão sem ti meus caminhos são sinuosos e sanguinários Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me
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⁠Costuro a boca abano as vestes e abraço o corpo empoeirado e saio a procura de algo que sei que não vou encontrar Antes me encosto no canto onde palavras ficaram e envelheceram Tento trazer o tempo acendo os castiçais e na imensa biblioteca de memorias presas destrói-me Fujo da dor meus passos sobre a alçada cabeça baixa e as gotas de chuva passam diante dos meus olhos e a luz resplandecendo as lagrimas se confundem com a chuva fina Do abismo fujo e na casa adentro e nos braços adocicados me aprisiona me sinto estranho e na frenesia me esqueço Lábios molhados e palavras vazias a madrugada me afastando de mim mesmo O vento sopra e a vida me consome nos braços de outro alguém Da janela dela observo o tempo que não perdura vejo ao longe uma jovem que a corre destorcendo a silhueta que se torna igual a sua Me embriago de prazer e na penumbra a beleza e pele macia de olhos cerrados imagino você sobre meu corpo Já faz uma semana de corpo engando mais a mente não satisfeita rejeitou o seu desejo nesta noite tão vil

⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor
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⁠Sobre mima alma pesares a dor Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno Minha vida aborrecida sem meu amor O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor A areia da ampulheta conta meus últimos dais O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas

⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro
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⁠A palavras trancadas em um baú serrada em um coração vazio elas golpe me os sentidos na tentativa de liberta se... Adio o momento de escrever... Mas lembro; lembro Meus sonhos eram ventilados de poesia As flores soprada pelos ventos semeava o ar exalando com o néctar e seu perfume mesclados a das flores naqueles dias livres adornado de amor em meus braços Seu copo nas tardes admirado desejado nas noites amado inflamado depositado na alma sua As estrelas riscavam o céu e o brilho da lua adentrava a janela e banhava seu corpo nu te olhava e com pensamentos achava que seria eterno... Mas hoje me arrasto desfazendo como o pó, a doença não sara retalhado com chagas e no peito a estaca rasgando uma lembrança que não cessa, nas veias corre o fel onde bebo todos os dias... Me lembro de ter tido um sonho e te contei mais nos não ligamos naquele tempo era assim: O céu azulado em algum lugar com o azul do mar se tocava em sua beleza você andava em passos pequenos e fazia coração com a mão de alguém mais eu não estava lá. hoje sei que nosso amor foi vendido e alguém comprou