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Frases de R. Matos

170 frases

Juiz da sua habitualidade De todo seu acontecimento, engendro parte Nada escapa de meus olhos
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Juiz da sua habitualidade De todo seu acontecimento, engendro parte Nada escapa de meus olhos Meus ouvidos lhe captam a todo ponto Sou seu radar nativo Posso lhe conjecturar, e opinar Por que me acho em posição de relevância Excedente dos atos e ações que toma Sou capaz, apto e perspicaz de apontar o dedo Carecia em fazer desse jeito E não da maneira que realizou Lhe ajuízo a inferioridade dos ordinários Errático foi em suas alternativas Deixou a desejar dos que esperavam o mínimo de você Pecou contra sua carne e seu povo Mas com certeza acha que estou errôneo por ti supor Compreendo o seu lado, não tenho o direito de intervir Faço por que é mais forte do que eu, é sua existência Ela parece mais importante que a minha.

Recôndito no meio do jardim De vez enquanto notado como sadim Guarda do dia seguinte
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Recôndito no meio do jardim De vez enquanto notado como sadim Guarda do dia seguinte Protetor arcano do amor concluinte Para o póstero, minha flor e melhor esperar Tenha fleuma e não tema o deleite nós aguardar Neste instante os tempos não são melhores Mais o traçado segue, não sendo dos piores O que é acurado hoje, amanhã perecerá É mais banal é provavelmente cederá Como o moinho que gira, o tortuoso Irá percorrer um longo caminho tempestuoso Até principiar sua magnificência Pode demorar mais do que o previsto Além as pétalas vão bafejar, até então persisto.

Não roube minha solidão Não devaste assim minha consternação É por favor pode deixar a pobreza
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Não roube minha solidão Não devaste assim minha consternação É por favor pode deixar a pobreza Essa eu carrego com orgulho e nobreza É meu jeito antes e depois será Não sou teimoso apenas convicto Sei também me desarranjar Quando vou muito fundo ao errar Consigo reconhecer que perdi, é tenho que estagnar Mas jamais, nunca largarei de sonhar Por aquilo que a aqui na terra angario Posso ser belo aos seus olhos, mas não colírio Posso trautear ao seu pé de ouvido Mas no fim não serei seu promovido Se você simplesmente não me aguardar Atenda meu tempo.

Desajudado não estarás as moças de branco Irão auxiliar, não se agirás como bajanco Fidedignidade na ajuda
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Desajudado não estarás as moças de branco Irão auxiliar, não se agirás como bajanco Fidedignidade na ajuda Particularmente fonte de amor aguda Forte compaixão lhe acompanha Desde templos, a campos de combate onde anda O moribundo o beligerante, incabível De desistência de se curar de sua presença infactível Sobretudo primeira a se opor a dor Companheira eterna contra o mal presságio Pois seu adjutório e sempre ágio Fogo da paixão queima por ajudar Seu extinto não cansa de dedicar Pela vida do irmão lutaria, sem lembrar da tua Guardando em seu íntimo toda alegria sua Anjos curadores de deus Cultuando o próximo como modelo de tradição.

Na selva o domínio prevalece Rastejando pela mata, correndo na savana Voando sobre a montanha
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Na selva o domínio prevalece Rastejando pela mata, correndo na savana Voando sobre a montanha Nadando pelas águas Pela minha natureza Indomesticável meu intimo Tem que ser para nossa guarita Fascinante, belo e magnífico Suas penas, sua rara e quente pele Seu habitat seduz de riqueza Propina de sedução para a ambição Festeje seu jeito simples de viver Nascer, crescer, caçar e por fim no arvoredo Jazer, e nessas florestas se torna parte Pelo encanto de alguns acham arte A magia estar neste livre arbítrio desses seres Pequenos, grandes, dócil ou feroz Animais sagração de deus Forte imã de uma geração, que de tempos em tempos São seres vivos com afeição.

Soberana da noite Suspicaz seu olhar, enxerga tudo que não se vê Perscrutador do saber, racional ave noctívaga
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Soberana da noite Suspicaz seu olhar, enxerga tudo que não se vê Perscrutador do saber, racional ave noctívaga Descobre é acha verdades invisíveis Reside no lar da iluminação Observa a humanidade com suspeição No qual temem a escuridão A ilusão do breu, para ela é clareza do céu Profunda conhecedora e vigilante da noite Desafiadora da cegueira do homem Divinatória do escuro, alcança o claro Encha os pulmões emplume o peito Alume na noite e distingue seus feitos No branco da neve ao verde das matas A erudição ti consagra dona do saber Olhos persuasivo no meio da caligem.

Crença que ti alimenta Nós dias penosos ti faz ostentar Serás guardião do sonho final
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Crença que ti alimenta Nós dias penosos ti faz ostentar Serás guardião do sonho final Até o fim lutarás pelo semblante ideal Sua humidade e sua proteção Toda lança, lançada contra ti não ti atingirão Até a fé mover e exerce sua incumbência Passará por egoísmo e pestilência O ímpeto irá forcejar lhe dominar Nas curvas irão lhe enfeitiçar O monarca irá passar na sua frequência Ti pressionar até sua fé extenuar Sem sucesso pelo fogo é a dor irão ti exterminar De várias maneiras vão arquitetar Para se enaltecer com o ego Será semblante, ter aflição já que tem destino certo Ruíras como uma estrela cadente Agora no céu presente.

Sem homem, sem suas intervenções Verde, azul anil, amarelo, vermelho Na água, no céu, nas florestas
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Sem homem, sem suas intervenções Verde, azul anil, amarelo, vermelho Na água, no céu, nas florestas Assim se faz a natureza Integraliza nossa visão inata com beleza Original da geração concebida ao espontâneo Imprescindível de ingerência Fauna e flora se expandem com sapiência Dão a aquarela de cores e formas exuberante Por mais imoto que seja e deslumbrante Persiste a mão dos seres Querendo manchar os bosques e vales, é o mar Interceder no que foi feito para se conviver Transformando em servidão artificial Acabando aquilo que decorreu do natural O que faz embaralhar as ideias Quem é selvagem o animal Ou homem com atitude anormal.

Embarcação de carvalho ou cerejeira Não importa o destino será análogo Da terra mãe vassalos captar
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Embarcação de carvalho ou cerejeira Não importa o destino será análogo Da terra mãe vassalos captar Para no outro Lado do continente aportar Acaso fortuno terá durante meses se sobreviver No fundo desses baús Pelas torrentes do imenso mar Vai a navegar Pestilências e tormentos diante âncoras e velas Sangue e suor alheio pelo chicote nos porões Desdém precário, móvel navegante insalubre Por suas vigas de madeira presenciou O terror que o homem pode impor a outra cor Jovem negra guerreira que debaixo do alçapão ajoelha Clamar e pede com devoção a santa proteção Que vareia certo pelo mar se esquivando dos calhaus Que um dia possam nunca mais usar estas naus.

Você ruiria se não pudesse idealizar O que no passado planejou? Efígies de um destino talvez acabado
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Você ruiria se não pudesse idealizar O que no passado planejou? Efígies de um destino talvez acabado Se amar de fato o que quer, não deixa abandonado Por mais que já esteja ferido Jamais se deixa ser vencido Os dias irão percorrer Para você perceber Que o que não foi tentado Ainda está em testilha Se abalar por um tempo normal Desistir sem tentar covardia Seres alados que puderem ouvir Conforte o coração dos que pensam que foi abdicado Como nunca a parti de agora será empenhado.

A manilha começou a puxar Âncora pesada como a gravidade Nem de longe se expressa a realidade
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A manilha começou a puxar Âncora pesada como a gravidade Nem de longe se expressa a realidade Da veracidade dessa densidade Se constata com autenticidade As ações são táticas até certo ponto Ulteriormente quem manda é o sentimento Utilize ao seu favor, transforme a vexação Em determinação Os amores da sua vida vão passar Então até certo momento despertado Você terá que estar Jamais experimente seu sangue Em abstrações de sucessos eternos Seja paciente a deusa vitória e etérea Lhe resgatará no ápice do áurea Aguente o arrimo hodierno O frio detonante do inverno Até o fervor do éden eviterno.

Hora de o sol despertar Um novo dia no nosso lar Sair é um bom princípio crer
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Hora de o sol despertar Um novo dia no nosso lar Sair é um bom princípio crer Botar as pernas para correr O vento na cara sentir Encontrar a turma e se divertir No belo que há, vamos acreditar Vivemos na graça de habitar Aquela longa e original gargalhada Um sorriso destruidor de ranzinzas Que contagia por fora e se espalhar Magnetiza o coração, se faz orgulhar Fenômeno que não se explicar se vive Calor interno que não se que parar de conviver Sonho imortal dos desolado e infeliz Conquistado muitas vezes na base da sangria Mesmo assim não desvalorizando minha alegria.

Mitologicamente o padecimento que me atingi Certamente ti afligi O venábulo provoca contrição
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Mitologicamente o padecimento que me atingi Certamente ti afligi O venábulo provoca contrição Dentro da costela, gera destinação Um sonho pesado entre os dragões Palavras antigas repetidas, sem usar jargões Um dialeto indecifrável O patuá é a figa não parece confiável Quanto mais na mão adentrarem Faz apenas as marcas destacarem Como sair de um dédalo da alma Precisar cumprir e carregar, então acalma Clássica vida a seguir com sua metanoia Até o topo do monte, eternidade de paranoia Conselho arcaico, os que passaram De suas fraquezas e culpas aceitaram Engolindo a sobra da dúvida Ressurja e deixe a pedra do seu coração ser movida.

Chuva de estrelas cadentes Vultos bizarros atordoam os olhos Noite carregada de lêmures
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Chuva de estrelas cadentes Vultos bizarros atordoam os olhos Noite carregada de lêmures Sintomas suspicazes sem explicações Muitas perguntas, para nenhuma resposta A atração pelo espantoso e insuficiente Pois os efeitos continuam mais impetuosos Singularmente nada pode fazer O pirilampo é o farol da esperança Não para enxerga os efeitos que acontecem Sim para sair desse labirinto abismático Uma distinção que a verdade possa alcançar Que tudo que tenha se visto não passe de pesadelo Que a percepção tenha apenas enganado a concepção.

Por muitos séculos Guiado pelas constelações Uma vereda até Compostela
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Por muitos séculos Guiado pelas constelações Uma vereda até Compostela No caminho paisagens e horizontes dignos de tela Postergado pelos peregrinos Seu auge passou desde as eras marcou A história espiritual se consagrou Na rota da Galiza uma vieira Mítico, incorpóreo um lugar na beira Trago no olhar o orgulho é a felicidade de cumprir Minha promissão pelo seu galardão Um cajado na mão, passo a passo vou De vilarejo em vilarejo buscar Meu carimbo para basílica conquistar Sons de aves no ar, árvores pelos ventos abalançar Na jornada para a ordenada do romano ao barroco Há via láctea alcançar para enfim Meu estirão da alma finalizar.

A trovoado tocou lá fora A angústia pesou, um alarme a cada som Estou com satélites prontos, dispostos
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A trovoado tocou lá fora A angústia pesou, um alarme a cada som Estou com satélites prontos, dispostos Estou munido, mas não quero ser déspota Quero que se resolva do jeito da balança Que aos poucos se proveja espontaneamente Não retificarei o afogo de alguns nem de nenhum Cada percurso tem seu clamor E não sou o juízo final para tal tarefa Perderam-se a verdade e ganharam-se inimigos Foi preciso ter imprecisão para ganhar solidão Mas como disse Agostinho não se comparou Ao dia que ganharam a ledice Portanto sem cobiças Pois delas saem suas piores serpentes.

O préstito vem ti receber Ao som da revoada anunciam Sua chegada, homem das nuvens
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O préstito vem ti receber Ao som da revoada anunciam Sua chegada, homem das nuvens Benévolo transformador do vinho Um verdadeiro filho, dadiva absurda Olhou para mim e metamorfoseou Um jeito sublime brioso, patriarcal Da minha obsessão me cuspiu Acordei de um pesadelo eterno Não via mais as utilidades com os mesmos olhos Agora amo a lei, a pedra fundamental De minhas ações O corolário do que fiz deixo para ti Há de ver um juiz sentenciador Que da mesma forma rebaixou anjos Seu martelo nós qualificara Não deixe se acreditar no nada Por acaso o nada acontece por alguma coisa E sim tudo se transforma em volta dele.

Cio dos rios na catadupa Fontes de águas a despencar Exorbitância ciclo dos mares
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Cio dos rios na catadupa Fontes de águas a despencar Exorbitância ciclo dos mares Cai sobre o dorso relaxante Nada melhor depois que um dia estressante Rochas sabias elas são, no caminho das águas Ficam não Magnificência ao tom do cenário Dão beleza maior ao voou do canário Pelas pedras que não são bobas contornar Para na outra margem atingir Infinita dose de seiva natural na terra Que nós banha e anima E com esse belo e simples fenômeno fascina Desague, despeje formidável cachoeira Que profane o deserto como sua biqueira Acabe com a secura da alma, destrua as razoes Não deixe mais motivos para suas orações.

Luz da campina ao alvorecer Aclamam o anoitecer Terra de maldição
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Luz da campina ao alvorecer Aclamam o anoitecer Terra de maldição Regozijam a solidão Meu amor onde vou Desnorteado estou pelo caminho Há de ver o desembarcadouro lá no finzinho Quero fogo para toda essa minúcia Se desfazer de toda essa balbucia E continuar a rimar A fera vem botando para correr sem findar Quer que todo mundo desapareça Queimando os planetas para que esmoreça Respirando gás Rasgando a paz Céu de brasa, portão da voragem Queda sem fim na perdição sem coragem Que seus filhos encontrem E sejam cegos a dor e o sorriso Para não se esbarrarem no salão E que pelos portais da alma as correntes da animália Possam segurar na eternidade minha anomalia.

Sensação álgida no caminho a seguir real Os dedos intricam com esse frio sem igual Pairam sobre as aguas uma calmaria nada mareal
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Sensação álgida no caminho a seguir real Os dedos intricam com esse frio sem igual Pairam sobre as aguas uma calmaria nada mareal Tudo se congelando num ritmo industrial Graças a neve que cai inclusive no lamaçal Frigidez corre pelo corpo inclusive na pineal Há se quentura chegasse seriamos bracteal Mais a de haver o lado bom do gelado, sejamos terreais O alvo latente que queima os olhos de uma beleza surreal Até o anil da noite se torna legal Que a bem mais lá no Norte com o vento desleal Passando a solidão é a depressão o gelado pode ser leal Raios e cortinas despertam como se manchas no ar austral A quilômetros já posso ti estimar aurora boreal.

Ábdito na altura Paira com alegria na revoada com ternura Luzes e pó de nuvens com efeitos dalin
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Ábdito na altura Paira com alegria na revoada com ternura Luzes e pó de nuvens com efeitos dalin Cobrem e enfeitam o charmoso zepelim Aves da vida ascendem em suas golfadas Sabem que o dia num curso da vida Não irão mais se encontrar Cais diferentes destinos de coincidentes Entretela de ar Que pelo vasto oceano ao contrário a navegar Raso do quadro de deus Lá fara sua trajetória para gloria Balão sedento a caminhar Ao mar se fosse seria marinheiro Meu aeróstato verdadeiro.

Alvo na mira Pressão no dedo Zero absoluto correndo pela fronte
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Alvo na mira Pressão no dedo Zero absoluto correndo pela fronte Escarcalhada no sorriso da fonte Perigo no olhar do calcado A vida como película passa pela mente O fim é um novo começo ao mesmo passo Um Desapego a esse plano O suor corre espelhado Forte temor na batida do seu imo Palavras não faladas são arrependidas Indulgencia perante ações passadas Encômio no que se passou e não se lembra mais Para quem restar o fecho de esperança a sobrar Nos olhos onde reluz o olhar Corra criança, se esconda Cresça e um dia leve sua nação Ao que sempre idealizou.

Há de lutar jovem brasileira Perseverança nesse caminho de incerteza Içar no dilúculo no meio da escureza
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Há de lutar jovem brasileira Perseverança nesse caminho de incerteza Içar no dilúculo no meio da escureza E difícil tenha certeza Mais e preciso sonhar, não desanimar E se errar, não se perturbe volte a tentar Sem tempo, sem férias, sem dinheiro Mas carrega consigo aquele jeito maneiro Suave ao caminhar ao enfrentar o teste certeiro Não dizem sobre o futuro mais será um empreiteiro Que após as provas é o sacrifício e só esperar janeiro Há de que haver espinhos no caminho Para dar valor ao seu esforço garota de espirito guerreiro Se matar agora para ter aquela missão concluída Há gente confia em você, é sério represente Sorriso no rosto, um beijo para as cobiçosas E no fim aproveite sua fama gloriosa.

Solis ortus Imperiali verticem collis In quibus sunt aves in aere circa viam, et venabuntur
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Solis ortus Imperiali verticem collis In quibus sunt aves in aere circa viam, et venabuntur Aliquando spem experrecti Excitare hominem, ex terra Actum est natura crudae putri fluxerunt ending Amissis liberis moriatur populus Parum spei Cum nox nublo Arderemos lucernis Non amplius expectare lucem ferebat Fit frigus Vos mos postulo pugnabit adversus nocte Win altare in gloria.