Frase de R. Matos
Amor no tempo, amor ao vento Como flor brota ao relento Não se entende apenas se senti Aos poucos se aprende e se abre para um novo mundo explorar Como um carimbo, um fantasma que marcou Abre o peito e por força não cicatrizou Bondoso e compassivo, esperançoso e expansivo O sentimento mais antigo que ficou Como uma flecha acerta e desperta Para o verdadeiro, que há dentro de você Que pena daqueles que nunca sentiram ou sofreram Saibam que um dia a vela vai se apagar É o que resta ao sereno Não passará do vazio boêmio.
No pensador.ai desde