Frase de R. Matos
Carrego nós olhos o coralino avistar Mais ando por caminhos belos Sufoco ossos e almas com destreza Mas tenho a fonte da sinuosidade Na língua o veneno da perdição Por onde galantes palavras atravessam Os sons que lhe aspiram parecem ser agoniantes Mas não passam de eterno chamariz dessa melodia A beleza de cores e formas letifica Mas não engana, acoberta enfeitiça Sabendo não cativar Aos pobres de alma se entregam e despencam no conto Letargia que se acha normal Mal se sabem o fim é uma construção abissal Como serpente se aproxima, como um leão ataca Sua fuga nem se vê, sua missão já foi feita E pelas beiradas buscara os filhos da luz.
No pensador.ai desde