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Frase de R. Matos

Ti desvendar é um mistério, acreditar em você e dar esperanças Como ti venero tempo, senhor das coisas Aquele que tudo ver, que antes e depois de nascer, crescer e morrer Ainda me deslumbra, sua capacidade de conhecer tudo e todos De ter presenciado a ação do vento, antes mesmo dele soprar Relógios a todo vapor para ti marca, corra ainda a tempo para amar Ele nessa hora vai ti ajudar, de tempo ao tempo e ganhe tempo Que no seu passado marque minha tristeza E no seu presente, faça minha vez ser essa E no futuro projeta-me para um dia no tempo ti alcançar Cientistas e historiadores pesquisadores e até teorias para decifrar Relatividade e até energia nuclear para ti encontrar Nada compete foi capaz de ti conhecer, devorar a todos foi capaz Até hoje corre no tempo seu segredo e seus mistérios Arremesse seus inimigos no tempo, que aliás se tivesse algum Sem amigos e companheiros para todos não faz singularização Que as areias rufem pelos ares e diga que é tempo de a neve chegar O orvalho em seu tempo hábil na manhã estará lá Assim como o sol a de nascer aquecer é um dia aquela estrela fumegante no tempo irá morrer É a lua também como a noite irá iluminar e certeza que o tempo irá ti acompanhar Ignorar sua existência em estado de vivência pode conseguir, mas com o passar irá sucumbir Apreciador das pipas voando, grande admirado da criançada correndo pelas ruas De coisas simples esse senhor se acostumou E tantas história e épocas diferentes, com sua sutilidade e era despercebido Mais no passar ele e recordado, lembrado examinado investigado mais ainda não desvendado Que haja mais tempo antes do apogeu, antes dos céus vermelhos e os dragões da meia noite E como uma namorada poder ti conhecer seus segredos e devaneios ocultos mesmo podendo ver, não vou entender Que o pó da ampulheta corra ao outro lado da cúpula para que eu possa contar a um dia que o tempo ao seu lado nada mais foi que ver você passar e ti contar Saberei que no futuro como eu no final nem eu nem ninguém ti provou.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.