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Frase de R. Matos

Nasci apenas para cumprir o meu destino, você pode achar pouco ser tão limitado Mas são poucos os que sabem sobressair, eu seus objetivos armados. Penas o cercam e ostenta, ave santa, vento que me guiar me conduza aos céus do cosmo da terra Criatura com ânsia de voar, nascida paras alturas com celeridade para chegar. Montanhas e torres são testemunhas dos rasantes e alçadas. Inesquecíveis circunlóquios espaciais embelezaram até onde a olhar podia alcançar. Feita para amar o risco dos firmamentos, com ânsia de pousar, embora eu seja apenas mais uma criatura não posso me rebaixar. Eu descobrir um futuro que eu tenho, que para montanha eu vou voar. Se eu não cumprir minha incumbência não é a atoa, que lá em cima da montanha vou ficar. Razão porque muitos me admiram estar, no meu semblante impactante agigantado. Olhar penetrante, risco seu de enfeitiçar, com uma simples norteada em seu mirar. Tensas e longas asas, avião não melhor aerodinâmica de deus, concebida a vencer. Migrar avante, sua desistência ocultar fraquezas não é um estilo é um ato desconhecido. Impureza existem para distinguir, sua personalidade descrita e engradecida pelo sodalício. Melhor amigo é o vento, sem ele não chegaria e sem sua fortaleza amplidão Com ele todos a minha graça eterna, gera a felicidade as gerações com galardão. Bico perdido, coração encontrado, reconhecido por ter sua dor e sangue glorificado Em ramos da que o sofrimento só tem uma certeza, que estar mais abastado. Integridade de suas decisões não serão questionadas após subir a montanha a cumprir seu desígnio Será eterna a lembrança dos zéfiros atordoado as penas, sobre o sol ou lua nunca abandonaram suas realizações Erga cresça, cordial a frente pois a redenção chegou a dor passou e com isso você venceu o que homem jamais na terra venceu Caiu para se levantar, agora as quedas não serão mais penalizantes, reforço ao seu ego que no fim você convenceu A tarde irá passar o ciclo de outras guerreiras começar, como você elas sofrerão Comtemplar e seguir o firmamento divino já traçado nas escrituras, quedas de abismo ocorrerão Apoquentar-se de modo nenhum, feche os olhos e descanse os séculos se passarão e estar na hora de ir para a perto da fronte alvinitente.

R. Matos

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Pensador.com

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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.