Frase de R. Matos
Vagava pelos anéis de saturno Diante o vendaval que rodeava o noturno Um mito medieval, brindado as taças Surgindo de um caldeirão lançado as traças Choveu da remição neste instante a goteira da existência Frutificando os filhos do zelador com paciência Não houve remorsos dos cosmos nas singularidades De santo graal em mãos mostrando suas necessidades Como fundo do espaço uma tela Uma obra de Monet enclausurada na cela Até tangente pela espada de um jovem cavaleiro desembainhada Foram processos estelares na guerra de encruzilhada Herança sagrada que se construiu com as enevoadas A linhagem dos lagartos havia começado assim supracitadas Uma relíquia no meio do universo Brotando trevas e luz de num mesmo extroverso Deixaram exposto sua linguagem metalinguística com jargões Continuando a caçar perdido no orbe o lendário cemitério dos dragões
No pensador.ai desde