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Frase de R. Matos

Ti esconjuro rebento do clarão caliginoso Dominador de línguas estranhas, ser ardiloso Entende do incomum e desconhecido Sem limites e sem aversão pelo perigo Domina um abnóxio pregando o ódio ao sagrado O desfazendo em blasfêmias é culto ao pecado Autorizado pela cruz e deidade Meu escudo e minha arma, pela fatalidade Amaras na sua morada, crucifixo, água benzida Aspergindo para recorda a purificação conduzida Enaltecem a vitória sobre o maligno Tornando a oração ao imposto algo benigno O sagrado contra sua alma ser infectado Liberte o fiel em nome do sagrado Tome seu rumo as profundezas ser escrachado Tumbe pelas catacumbas, esteja despachado Depreciativo para torna sua tortura divina A imperativa ao extremo livrando o pobre coitado de sua sina Paz no espirito vai atingir pelas imprecações Fazendo a serenidade alcançar o alvor por meio de admoestações.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.