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Frase de R. Matos

A infância é como passar uma noite acordada enquanto deveríamos dormir e quando crescemos queremos dormir em vez de ficar acordados

R. Matos

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Pensador.com

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Outras frases de R. Matos

O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.

Tudo que passamos valeu cada segundo Mais selou nossa vez, como nada e infindo O ar vai parecer mais triste em melancolia
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Tudo que passamos valeu cada segundo Mais selou nossa vez, como nada e infindo O ar vai parecer mais triste em melancolia Cômodos da casa desabitados, sobrando parafernália O tempo não anda os ponteiros congelam E meu coração entra em estado de letargo, as ideias oscilam A benevolência toma conta de nossos olhos Por que teria que acabar nesses momentos falhos? Um dia a gente se amou Agora outra época você me largou Se encontramos como se nunca tivéssemos conhecidos Reorientamos nossa visão para outros convalescidos Você até sabe que terá fim, só não sabe quando Aproveite entre o brilho inicial dos mirantes se adequando Até o término da quebrada de magia do casal Daí para a frente é com nossa recordação causal O pior momento é remexer o coração, e esperar encontrá-la Espero deveras obliterar a lembrança de acha-la.