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Frase de R. Matos

Dama do meu submundo Explicita prestímana do encanto, derruba barreiras da dureza sem óbice Se farda e dispensa muito ligeiro a chatice A fez reis e imperadores devastar Persuadiu com suas curvas, a dominarem reinos proibidos Atravessem fronteiras que não deviam deixando o caos Rios de sangue, montanhas de cadáveres E lágrimas de viúvas formando a trajetória Rainha da anarquia não sabe o poder que move entre os homens Incógnita sua pessoa, semblante de felicidade por isso mesmo confunde as deidades Pois seu domínio e irreal, sem manual ou corriqueiro falhará aspirantes A riqueza não precisa ela tem, o sorriso no rosto idem algo natural O que ela precisa de vocês nobreza Nada tenham certeza Competente sobre si, dependência nunca sofrerá Enquanto isso príncipes e duques se esmerilhavam por sua atenção Sem nenhum pingo de razão ultrapassaram as barreiras exposição Mais de que toda guerra feita nada adiantou se, por ninguém ela ainda se apaixonou Coração bravio, sem mácula ou comiseração Mais creia ela espera que o amor um dia vem É do jeito que ela menos delonga, simples e abafado é original De tanta destruição causada, gozara de flores galardoada no final.

R. Matos

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Pensador.com

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O tempo é uma forma humana de aprisionar os humanos
Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento
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Eu vi renascer o dia na terra de Debret A boléu da bastilha, comemorado a cabernet A tela com as cores de Monet mostrando o parlamento Os sopros de alegria das crianças se perdendo a barlavento Luís XVI não foi capaz de segurar seu proveito O clero, o iluminismo abalou o ar rarefeito A economia caiu, porque de muito que excedeu a realeza Com bronca de toda população que ficou da nobreza Surgindo as cores da guerra perdida na alma francesa Absolutismo aqui não, o levante com suporte da turma burguesa Invadiram sua casa de devassidão com a população Exterminando a monarquia, com os jacobinos e a constituição O fogo é o artifício queriam se impor pela cortina A ser suspeitoso de traição já para a guilhotina Cravando no peito a moral dessa nação Ainda não acabou é preciso mais revolução Precisamos dar as crianças um estado de melhor opção Coletas e cobranças e desvairado, precisam do comitê da salvação Trilhando nova frente, trazendo na bandeira liberté Égalité Fraternité.

Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute
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Um balão vagava pelo rocio Como se um dia pudesse chegar ao lácio Pairam ideias com fim intricado e azimute Observando a bexiga, guerreiro mamute Poderia está fazendo qualquer outra prática Mais a inação de se machucar e sarcástica E melhor ver a natureza trabalhar Fazer a vontade do inventor dedilhar Nesta praça poderia ser o sorveteiro O cachorro, a criança ou até mesmo o carteiro Mais o hemisfério como corre E exatamente com e, uma imensa torre Designações e funções, para todos e tudo distintos Na esquina o mendigo com garrafas de vinhos tintos Poderia ser eu nessa conjuntura Sendo mais um nobre da rua, com certeza na amargura Os loucos e escritores pudessem me descrever Um ser alucinatório que só sabe reescrever Um demente incompreendido no alcoice da vivência Esperando como o balão a vinda do seu fim existência.