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Frases de R. Matos

170 frases

Guardais as florestas o utópico sertanejo É o lendário indígena traz consigo seu símbolo um gracejo Intrínseco no nome, lavor e alto pundonor primoroso
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Guardais as florestas o utópico sertanejo É o lendário indígena traz consigo seu símbolo um gracejo Intrínseco no nome, lavor e alto pundonor primoroso Como ostenta no curral glorioso Defensores da estrela do boi piranga Da dançarina flutuando a nossa cunhã-poranga A batida envolvente, que contagia a nação Da marujada de guerra que assevera a empolgação Marca em meu pulso corado e desgastado O astro porque nessas veias o sangue azul e confirmado Vaqueirada tutelem o preferido do amo Deixa ele brilhar desenvolver, agora eu clamo Pajé abençoai o manto cerúleo, índigo e anil Desse boi que me faz pulsar no céu no mar no ar azulanil De Parintins para o mundo trazendo um amor tão charmoso Venha se consagrar meu guerreiro caprichoso.

Caçadores bantu, já estanciavam na região Até a chegada da frota de Diogo Cão No batizado reino de Lunda
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Caçadores bantu, já estanciavam na região Até a chegada da frota de Diogo Cão No batizado reino de Lunda Que iria transparecer pelos séculos na baía de Luanda De ramos portugueses Colônia distante dos burgueses De mestiços, cafuzos e kuduro Ritmando matizando o kizomba vindouro Desfrutar do carnaval naquela Cidade histórica de Benguela Da riqueza mineral, até a natural de Kwanza Rio natural de águas como bonanza Antílope denegrido em extinção Única morada se faz seu lar terra da benção Banhando-se nas caldas do Cuango Na serra de Leba, perto da harmoniosa Lubango Nascida aqui para defender a capoeira Migrou para além-mar, tornando-se aroeira Cordialidade caprichada de reverencia anunciada Marcada por misticismo diferenciada Tome seu lugar agora e fique, para ver o poente até que finda Em alguma praça da acolhedora Cabinda.

A esperança que tem sobre você Se torna percepção do que pode ser Nunca se contagie com essa expectativa
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A esperança que tem sobre você Se torna percepção do que pode ser Nunca se contagie com essa expectativa Que outras pessoas criaram de tu Se ame e ame sem cobrança Creia na confiança A expectação se torna seu pesado contendor Poderá no porvindouro será causa de dor Apenas a recompensa e divina A exigência e algo que homem impôs Não e algo brotado planejado mais obrigado Ser aquilo que você não espera de si mesmo Sem paixão, sem saudades, muito menos expectativas Era súpero, aprender desse jeito Pode vim se tornar a ser recluso da vexação Barrote o que espera, seja camicaze Avance e jamais retorne mesmo que erre.

Ao cume para revoar Alterar o canto em prece Deixar a brisa fluir e ultrapassar
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Ao cume para revoar Alterar o canto em prece Deixar a brisa fluir e ultrapassar Com uma camada de brio se enrijece Para nesses seus dourados que desperta Esteja desperto no fogo do brasão Alimente esta balda que liberta Tenha o seu ímpeto dragão Caatinga até os vales esgotados Tudo continua ressequido, como cóleras Heróis alados para um povo imputados Que podiam a fazer, fizeras Um altar em veneração Persegue a vontade de bailar Ter em mente que as nuvens não decretaram imposição Que além poderá vagar ver o sol brilhar Abjugue desses grilhões Apeteço alcançar meus irmãos de cobre Antes que o molesto retorne aos milhões Inescusável pairar, passar o tempo votar a ser nobre.

Peculiaridade de cegonha e pelicano, com traços românticos da garça Cisca pelos cantos, balança a cabeça com graça Rostro opaco, amplo e estirado
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Peculiaridade de cegonha e pelicano, com traços românticos da garça Cisca pelos cantos, balança a cabeça com graça Rostro opaco, amplo e estirado Servido por jia, crescido em céus pairado Palúdico charme do centro africano Pátria minha morada, meu éden arcano O dissabor que nós cerca leva pela raridade A penúria da raça a obliteração da variedade Do rex, dinossauro imponente singular Que por tanto cinza e formosura a contemplar Torna essa ave que mais parece do período cretáceo Uma lenda exemplar um insólito eráceo Desfruta afabilidade também o terror de seu desfecho Reflete em seus olhos o amor inocente da bela fera em seu nicho Que espera nada mais que o respeito por sua singularidade Que não só ela como outros que evadem o fim tenha a paz pela eternidade.

Na busca da balbúrdia, para atacar a ordem Investir as forças de Zeus, provocar no Olimpo a desordem Serviçal do espirito e do cosmo
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Na busca da balbúrdia, para atacar a ordem Investir as forças de Zeus, provocar no Olimpo a desordem Serviçal do espirito e do cosmo Lançados no tártaro expelindo todo o gosmo Para ele o portador o castigo foi acolá Sofrer aturando pelos ombros os céus de Alá Defensor do estreito, guardião dos pilares atlânticos No Marrocos cadeias de montanhas de nomes idênticos Colecionador de mapas Vaga na noite e de dia, deixando suas cepas Excesso de encargo de pressão tomaram um dano na cervical Não se concernindo o limite do seu templo basilical Complexo, doença ou punição tudo no espinhaço Tornando a gravidade um pesado fardo, com rechaço Por uma constelação lá no norte das estrelas Ao conjecturar o vermelho da coima de atlas.

Do que adianta ser onda de tudo arrebentará Serei o bastião para de tudo superará Abra seu sorriso bastará
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Do que adianta ser onda de tudo arrebentará Serei o bastião para de tudo superará Abra seu sorriso bastará Ela será canalizada e ajuntará Refúgio de toda investida acatará Nada a recear, contraforte para reportará A mentira no caso jamais bastará Arroje sua verdade ou o que reste, precisará O transato será balança julgará A transgressão do seu sacrilégio pode vir a condenará Correr não será basilar fique em estado de imobilizará Mais também nada de se embair satanás desfrutará Não me viram lacrimar, a força que precisa também faltará Fragilidade encantada em forma de poema escutará Não se respalde em minha fortaleza, em você ensejará Basta fechar os olhas e abrir a alma em tu acreditará Posso ti guiar, mais não mais ti amar, isso me suplicará Mais ti garanto sua fé me tomar para ir com tu a voará Vagar pelos cosmos seremos livres como o carcará.

Cheio de etimologias vespertina Linhagem eslava e bizantina Reunificando seu principado
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Cheio de etimologias vespertina Linhagem eslava e bizantina Reunificando seu principado De Moscou a Kiev, erigindo seu legado A nação do frio sofreu por subnutrição Em lavouras e cidades caíram por sofreguidão Nas mãos dos estadistas, povo azarado Assim como com Ivan o terrível na época do czarado De tanta gente Trotsky, Lenin, Stalin Até o primeiro astronauta Gagarin Da taiga a tundra, coníferas uma calmaria Das montanhas e pelo mar Cáspio chegando na Sibéria Bonequinhas sapecas de tradição as matrioshka Caftan, ushanka e kosovorotka Do balé a espetáculos já é conhecido seu balalaika Até o acordeão do gelo garmoshka Cerveja e vodca para essa gente nunca e pouco Guisados, solyanka e sopas ainda tampouco Revendo seus álgidos conceitos de divindade Que tal ir para praça vermelha no domingo da trindade.

Um pontinho de exílio no meio da aglomeração Cercado e constatado por onde olhe, e policiado Por mais que se tenha a intuição de alguém pensando em você
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Um pontinho de exílio no meio da aglomeração Cercado e constatado por onde olhe, e policiado Por mais que se tenha a intuição de alguém pensando em você Sozinho parece perecer Um calor apenas refletido nos olhos Coração ainda em desmazelo Sentimento sem explicação, poder amar E não conquistar completar Se imagina que tem o amor a propensão Da mesma forma, sabe que nem um pingo de ternura bate por seu coração Triste e tirana realidade, ter todas as pessoas ao seu redor E assim se achar em condição de arredio Muitos sofrem disso, tem alguém Mas quando bate o frio notívago não se tem ninguém.

Encapuzado de capaz fechado Deixado seus pagantes ajoelhado Algoz sentenciador da morte
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Encapuzado de capaz fechado Deixado seus pagantes ajoelhado Algoz sentenciador da morte Não se vê como perverso ou sem pesar Um rígido cumpridor de suas ordens com intransigência Déspota tirânico com pertinência Condutor do machado e da lança Despertador da irá e da vingança Executor afiado, um verdadeiro verdugo Soldado aliado, de seu chefe um refugo De seu mandado não teme Se até o inimigo caiu, sua hora se avizinha O cercado se limita ditador, a fera já bate em sua campainha De tantos que perpetuou inocentes ou transgressores Esperam de você, que seja revelado perante seus supressores A face da indiferença diante do seu aniquilamento Aprender na cobardia o valor do nosso sofrimento.

De vulnerável se faz propenso No mínimo se espera o descenso A tirania atacada de sobrevivência
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De vulnerável se faz propenso No mínimo se espera o descenso A tirania atacada de sobrevivência Do mais fraco atacando o mais potente Se sente uma supérflua vontade de pensar antes Tolerância indesejável Se contagiando na justiça, para não perecer tentando ser possante Temendo a morte, se escondendo da verdade Lhe faz cego perante a dignidade Enxerga por baixo toda fonte de bondade Por não ter coragem de agir, apenas projetar realizar Apesar divirjo de Gandhi que atribui o dom do perdão aos fortes Não considera o moderado em qualidade similar O dom que admiro na fraqueza e suporta o que o destino lhe impõem O forte sai depressa, sem mudar O fraco sai forte por se ultrapassar.

Crócea nebulosa firmando Sobre as estrelas blasfemando Feixes escuros de sombras volumosas
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Crócea nebulosa firmando Sobre as estrelas blasfemando Feixes escuros de sombras volumosas Dão o tom a criaturas ostentosas Um apocalipse visceral tormentoso Sobre o firmamento, nuvens vermelhas Asseguram o fim das eras Hora da colheita, das feras O ceifeiro acordou é agora que começou O fim almejado cobiçou Chuva de chamas na íntegra alvorada Deixam desprotegidos os falhos dos que não acreditam na condecorada Maremotos em ardência escapulam dos céus Despencando no que reflete o céu Trazendo baleias assassinas a voar pelos ares Deixando rios e lagos correndo ao contrário dos mares Astro caído de aço, luzidio como a sorte Fez as fontes encontrarem a morte Absinto é o seu gosto Amargo fel que provoca desgosto No exílio da luz, galãs espaciais apagaram Intencionalmente causando perturbação nos que já enxergaram O câncer profético alimentaras demônios e matarás a legião Longínquo já avisa este guardião O que restou não restará mais, as pragas aladas Conseguiram extinguir o amor ás deixaram mutiladas Como um fim um sinal forasteiro Iluminarás o mundo por inteiro.

Obra fascinante radiante Efeito cristalino dos cristais de diamante Pedra valiosa dispendiosa
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Obra fascinante radiante Efeito cristalino dos cristais de diamante Pedra valiosa dispendiosa Fruto irreal que se analisa Semente da terra que cristaliza Na alta constrição seu valor Uma dura performasse em estado de ardor Arredondado, incolor e sem olor Formato variante de uma métrica Ostenta a possante arquitetura octaédrica E uma subliminar posse matemática hexaquisoctaédrica Mais do tempo és um cavaleiro Pela perpetuidade se apaga um dia em algum mineiro Mostra uma perfeição excelsa ao encabar Que é frágil por sua perfeição Como o sol fagulha pela luz Mais do que outro metal reluz Eleve a potência essa história surreal Que por nenhum outro metal pode ser riscado Há não ser por um igual.

Meu povo usou o nosso templo Para pratica mesquinharias e libertinagens Foram dobres diante da unção
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Meu povo usou o nosso templo Para pratica mesquinharias e libertinagens Foram dobres diante da unção Tomaram de si o egoísmo, rejeitando a salvação Martirizaram seus santos Cuspirão em suas portas Contra sua própria paz conceberam blasfêmias Enxergaram seu milagre de forma infâmias Compassível é bom coração com os samaritanos Rebeldes de seu lugarejo pelos anos Até por eles reconhecido onipotente É a heresia do seu cortejo Levaram a fundição e ruína de uma nação Devastou mais tarde impérios e populações Sem exército sem armas, sem escudo Só sua história e doutrina Simples sem pertences hodiernos Utilizando só o amor eterno.

Olha ergue-se do alto do arauto Deuses de elevado poder e hipertonia Histórias contadas no teogonia
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Olha ergue-se do alto do arauto Deuses de elevado poder e hipertonia Histórias contadas no teogonia Guerreiro valente de pai poderoso, dono dos sois Trabalhador incansável modelo dos heróis Deste fascinante mundo à parte, centauros, titãs Aqui nesse planeta de odisseias com deuses e ninfas Como no Olimpo o fogo ardeu O livre arbítrio de Zeus floresceu Poseidon, Afrodite do amor, Ares, Apolo e Hermes pés de pena Ártemis, Hades, Dionísio e Atena Formam a clássica fronte de Atenas Antagonistas de Troia, discípulos de Micenas Aquiles e sua beleza Carrega consigo uma única fraqueza De Ulisses, Édipo o celerado de Tebas e Perseu Agamenon, Menelau e Teseu Empeçou a caixa de pandora, Prometeu Despertando todo o mal do mundo que é seu A guerra dos colossos hauriu os poemas de Orfeu Deidades do mito desse jubileu Fontes e famas desse mundo terreno instiga Os frutos desse panteão dessa Grécia antiga.

Oblitere toda minha calma Se isso faz bem para sua alma Que seja pelos céus essa rocha
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Oblitere toda minha calma Se isso faz bem para sua alma Que seja pelos céus essa rocha De dura e áspera em amorosa Que pelo vento e pela face Se faça a modificação da arte Já chega de valorar meu talante Vou buscar alto, como um eterno galante Pode ser custoso, até de início bem visto Mais pela demora é o intrometido não é bem quisto Pelos castiçais armadura das velas que queimam Pelo branco que reflete sobre os vitrais Seja incontestável sua vinda Nem precisa ser lúdico ou se comover Apenas se apresente em meu teatro de vida É aí sim comece a navegar pelas entranhas Cansei disso tudo vossa santidade Por que para degenerar temos a longevidade Mas essa não é o fito Preciso de armistício do referido rito.

Pueril e azêmola Fui e estou sendo um ebola Praga do meu próprio feito
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Pueril e azêmola Fui e estou sendo um ebola Praga do meu próprio feito Escolha do meu privativo erro Antecipação de um sucesso inexistente Fato constato pelo fracasso presente Num dia de esperança já fracassada No vazio da minha vida engessada De vitórias e vitórias esperadas Mais jamais conquistadas Acreditei em que menos podia Meu eterno e sublime ego Tudo estacaria bem essa sangria Que o retorto ficaria bem ao raiar do dia Leda inexatidão, precisão sem coesão Imperai um acerto sem contar a reprovação Você não necessita ouvir essa ladainha Aturar com amarra, muito menos como anjinha Apenas respeite minha sarjadora Querendo ou não esteve presente na hora da semeadura.

Um hino talvez mude essa terra Isolado e cansado por tanta guerra Um uníssono toque
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Um hino talvez mude essa terra Isolado e cansado por tanta guerra Um uníssono toque Vem numa hora que provoque Quiçá não mate a penúria Pode ser que indique mais ainda a lamúria Também jamais ganhou insurreição Então para que se vale está união Mas existe uma conciliação Que aos minguado ajuda o povo Inicia a celebração em eufonia Mas que nada diz e nada ensina está sinfonia Mas existe até canção efeito de abstração Assim me prove para que se adequa essa menção Elocuções em potência espantosas Dão o tom é o ritmo talentosos Ouvidos e imperados em todas as cidades Como um canto um clamor de todas as potestades.

Chameja o calor da exatidão Em palavras ouvidas com compaixão Logrado de sentimentos desejados
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Chameja o calor da exatidão Em palavras ouvidas com compaixão Logrado de sentimentos desejados Por destinos se deparando aventurados Extenua o coração de eterna fortidão Por que a de haver mais implicação Aveludado o toque como calmaria do mar Cordura nenhuma em seus braços ao se jogar A pele horripilar sem sentido enlouquecer Viver a nossa corrente Livrar dos ciúmes que nós prendamos a mente Deixe deslizar seus lábios por que isso e nosso pecado Afeiçoados estamos, com o peito em mansidão Vivendo nossa insânia na retidão Humildade e respeito nós levarão A isso que nós dominamos na paixão.

Estabeleci um destino, almejei O caminho que o levava frequentei O primordial de todas as formas tentei
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Estabeleci um destino, almejei O caminho que o levava frequentei O primordial de todas as formas tentei Como nunca desejei E de disparatada maneiras critiquei As coisas pestilentas que pratiquei Compungindo por isso fiquei Queria o meu porvir, mas como sempre precipitei De todo custo do meu jeito errôneo lutei Era deslize, de enjoo vomitei Com o iluminado conhecedor me guiei Um novo paradeiro explicitei Estava invisual não reconhecia os outros, chorei Me faço na modéstia ajoelhei O vento tem que ser ao seu favor senhor, pautei A sina não é minha, a conduta e mudei Largando o futuro e vivendo o presente conquistei Crueldade escolher seu avanço constei.

A ti confio minha suscetibilidade Sem limitações para engano Já que não e de tal confiança magnânimo
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A ti confio minha suscetibilidade Sem limitações para engano Já que não e de tal confiança magnânimo Equívoco espero que chegue mais longe De que todo a melindre Mas o encoberto é alimento do saber Para protrair o amor não credite a desconfiança Só sobreaviso necessário sobre sua malandragem Aceitar suas palavras, e engolir todo o aleive A frequência de ações reiteradas Geram alicerce para todo pessimismo em sua pessoa Que possa fiar-se um dia sua vida, por que há de sagrado Não foi escolhido assim Sua desfaçatez levou a tudo Aparento crer, mas na mesma moeda abjuro de você.

Me fizeram prevaricar Sujei meu sangue por muitas vezes Fui conduzido, é indiquei o erro
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Me fizeram prevaricar Sujei meu sangue por muitas vezes Fui conduzido, é indiquei o erro Sem elas nada aconteceria Como dizem nas escrituras nessa hora era melhor perde-las Mais quando se precisam se percebe a supressão Adunca um dedo se tornou Impossibilitando a mão de se firmar Convertendo até então o desejo de alar-se Conjecturo que em efêmero tempo Possa dobrar a dobra, para poder de novo Com essas garras alcançar você céus Abster-se da carne do pecado Ambiciono seguir um discipulado Que essas mãos hoje acorrentadas e privadas Estejam aptas a fazer o brio valioso Aos que não conseguem se levantar sozinho.

Ídolo lusófono nacional Conhecedor de línguas e histórias Nauta flutuante de grande boemia
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Ídolo lusófono nacional Conhecedor de línguas e histórias Nauta flutuante de grande boemia Inquieto por essencialidade Mais traz em suas mãos uma rara especialidade Honrador do regimento irradiou, os lusíadas Palavras e rimas neste fruto agraciadas Assentida apenas depois de morrer Como toda grande proeza Ídolo da língua portuguesa Transcreveu uma obra de rica nobreza “Cantando espalharei por toda parte” A harmonia que vi nesta arte “O vosso Tejo e os vossos lusitanos” Eis que observou durante os tempos medianos “Cessem do sábio do grego e do troiano” Tornando a visão do mundo nada cartesiano “O amor é fogo que arde sem se ver” Estamos jubilosos soldado e poeta em poder conhecer Versos e consoantes como estas serão árduos suceder.

Mira na espreita soldado Ergue a cabeça olha ao seu lado Adejando ou em seus velhos rasantes
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Mira na espreita soldado Ergue a cabeça olha ao seu lado Adejando ou em seus velhos rasantes De momento em momento, a cada instante Faúlha em baixo e no topo Deixando um espaço dimensional infindo Campos astrais se atraindo e confluindo Numa dança macabra, de eletricidade Gerando corisco luminares com intensidade Para segunda parte do préstito Hora de brilhar, trilhas de luzes do ar Alvejando com meteoritos vijo Alagando tudo, imergindo o que existe Acalmar as correntes elevar o coexiste Porfiar na ideia da torrente baixar Para em cima a luz fosco fulva, estar lampejar.