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Frases de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

40 frases

No futuro... Nas valquírias trovadas no instantes das tardes se findarem na cor alaranjada sangue as sombras me seguiram e o breu do céu comidos por mim Nas asas dos querubins abitarei rasgando os céus
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No futuro... Nas valquírias trovadas no instantes das tardes se findarem na cor alaranjada sangue as sombras me seguiram e o breu do céu comidos por mim Nas asas dos querubins abitarei rasgando os céus Nas finas canção nos tons mesmo ao som de tão pouca intercidades alimentarei da alquimia Nas quedas da flores e folhas as pétalas firmará os nossos dias com essência e perfume no fresco da luz do amanhecer Segurarei o firmamento nos dedos dos trovões e nos ecos a voz do criador e suas benças serão eternas Hoje... Se eu não morrer... Arrastarei as sombras dos dias... E levarei me vivo ate aquele dia dos eu regresso Serei mas grato aos acordes da vida E nas poesia e som das cansão serei mas atento E se vejo hoje gritos dos pássaros em seu cantar e que a dor desanima no desespero e temor Não mas esticarei a moite e as madrugadas estarei descansado em seus braços... Viverei arrancarei da seiva deste amor os assucares do seus beijos Agora... Carrego a tarde nos ombros e sobre espinhos a luz do sol tão longe já escorregando na saliência do dia se findando morro lentamente... A gastura da luz fere meus olhos mesmos as artificiais O luar em seus brilhos não consigo ter outro sentimento se não a tristeza de não ter a ti Sei que virá tão perto já a noite vem mas quem sorrir a espreita são as sombras... Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

O mármore frio nem os monumentos e obeliscos não tem maior virtude emponderamento que os versos e poesias Eles invoca a gema da alma envolta pela névoa do tempo? se não as palavras! As estátuas surgirem no trabalho diligente,sem inscrição o tempo deixa sem explicação!
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O mármore frio nem os monumentos e obeliscos não tem maior virtude emponderamento que os versos e poesias Eles invoca a gema da alma envolta pela névoa do tempo? se não as palavras! As estátuas surgirem no trabalho diligente,sem inscrição o tempo deixa sem explicação! Ate Marte e a espada, nem o embate arder O fogo fátuo o límpido registro de tua memória cansada esquecida ânimo ainda encontrará lugar nas palavras que relatara aos olhos que vistes a sua posteridade,ou o seu cataclismo. Então,julgará que tu mesmo fazes,e saberás se quebrou seu juramento vives e permaneces nos olhos de teus amor sê forte; digas que a ama antes que o vento passa com areia em sua pele e as memorias ficam caladas e faleçam Ardil seja bruto que teu apetite,pelas cordas do sentimento pois vem os pássaros que não sega famintos e as devora na sua sutilidade Somente de hoje alias e alimenta aguçado seja o seu antigo poder e então, amor, sê tu preenchas A fome de teus olhos, mesmo plenos,e o amanhã envelheça ,e não o matem pois espreita o espírito do anti-amor com perpétuo tédio solitário Deixa ir ínterim ser como o oceano divide a praia,novos seres Diariamente vêm até as poesias e outros jovens a clame as margens, e, ao assistirem o verão Retornar o amor, abençoada se torna esta visão com suas palavras as declame a sua amada e com mesmo cuidado no inverno, cheio de amor, aqueça suas memorias e seus poemas os alimente Por Charlanes Oliveira Santos

Sangrado o sol apunhalado pela noite em agonia plácida. A escuridão brota vísceras solidão Os vidros turvos embaçado peça minha respiração
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Sangrado o sol apunhalado pela noite em agonia plácida. A escuridão brota vísceras solidão Os vidros turvos embaçado peça minha respiração Respiro uma balada fúnebre para minha morte Estirado sobre o leito, em que jaz meu corpo, adormecido O vento, aríete implacável, que arrasa os sonhos O tempo que leva a vida dos incautos adormecidos Arrasta rápida pelas dosadas da ampulheta agonia Areia fina, de oníricos castelos desmanchados e esquecidos por ti A nostalgia enterramos no peito rígido dolorosa a lembrança O esquecer é afundar em turbulento mar frígido. A corrente leva o turvo e profundo fim Como a areia que o vento leva, a vida passa veloz Sem ar, sem voz, adormecida jaz, sob véu as asas de um albatroz. By Charlanes Oliviera Sartos

As estações sopradas uma a uma arrastadas como folhas secas Laminas fere minha mente...dor que meus amigos mais íntimos duvidou Dividia meu prazer doava meu tempo na frenesia descorolada delírios compelidos para esperar o seu momento mesmo assim você se foi hó lua clara agora t…
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As estações sopradas uma a uma arrastadas como folhas secas Laminas fere minha mente...dor que meus amigos mais íntimos duvidou Dividia meu prazer doava meu tempo na frenesia descorolada delírios compelidos para esperar o seu momento mesmo assim você se foi hó lua clara agora tão rara Queria saber por que sua amor e tão caro, por que o meu é seu não precisa trazer nada para ajuntar vamos começa contruí nos dois um só amor? A noite embalsamada ferida sobre os reflexos das sombras da lua basa Madrugada golpeá minha mente feridas-solidão Não existe palavras que possa trazer de volta?por que não podemos apenas fica aqui juntos?sem planos No leito estranho deixo minhas forças vejo você mas a luz me mostra a ilusão que criei devorando-me

O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa mesmo ao som de tão pouca intensidade O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados
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O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa mesmo ao som de tão pouca intensidade O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados As decisões platônicas os efeitos que ligam as coisas da rotina só são quebradas pelos agentes do tempo A paixão nos surpreende o desejo e sua força avassaladoras se aquieta no amor brando protetor apaziguar Abro as cortinhas e descubro o que o tempo escondeu... A areia da ampulheta encobre os gritos de guerra o fio da espada desembainhada e embainhada em corpos quetes me desvio disso... Tento traça novas linhas mais as assas do tempo destrói-as... O vento sopra forte uma areia fina congela no ar fixa uma barreira impenetrável Não vou poder ficar muito tempo conserto algo e volto antes que tudo fica impossível de se mover As cortinas se enrugam a passagem se fecha

Ando sobre o silencio e nas mãos fio o tempo com uma tenaz Escuto os gritos e sussurros do escuro mesclado ao vento também canta sua canção em um sopro nas linhas se dobram em chiados Posso vê mais interpreto algumas de forma erradas
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Ando sobre o silencio e nas mãos fio o tempo com uma tenaz Escuto os gritos e sussurros do escuro mesclado ao vento também canta sua canção em um sopro nas linhas se dobram em chiados Posso vê mais interpreto algumas de forma erradas Não a um poder nem um dom são defeitos da evolução? Sobre-as estrelas há uma caminho; mas é aqui que estão os mais sinuosos O amor e um tempo... nas folhas escrevo a dor de viver entre as sombras o vento arrastam cambaleando as gotas machadas que embola sufocando o ar Aparta se as palavras e nas frases falta letras o timbre vicioso enferrujado e os acordes cansados soa na melancolia delirante Os dias consumidos pelas noites confundo as viagens e as realidades me perturbam e perpetuam Sua voz suave mãos e lábios me distrai bloqueando a passagens delas.

Papilos escritas mais antigas que o tempo Os vultos desceram As asas quebradas escadas luz em velocidade
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Papilos escritas mais antigas que o tempo Os vultos desceram As asas quebradas escadas luz em velocidade Abismo-desespero cinzas e uma melodia melancólica na melancolia das dezoito Escorrega o sol o horizonte vermelho purpura e o escaneio os consome lentamente sentença decretada O ódio deles perturbadores dos nossos asseios invejosos seres rastejantes o pó se arrastam e seu ventre corre na areia mais antiga do tempo... Pesamentos e desejos compelindo á você a querê outros sentir Tento soprar-los para longe mais sua ansiedade os magnetiza O tempo e o mundo da essência espiritual entre o céu e a terra é a filosofia não a compreende Cativas e não tem selo! mata a canção como o bicudo do algodoeiro se alimentando das nuvens do amor As sombras das nuvens mais densas se aproxima o sangue se mover la dentro sabendo seu destino As lagrimas do futuro respinga no meu roso minhas cinzas voam em uma nuvem viaja no reveso temporal mas você não consegue ler as tabuas e de pedra ainda Sonho no soneto pesadelo do destino ao pó retorna com medo da constância da repetição sem relógio para retornar A noite sobre sua pele de dia óculos escuros filas de octano Mas agora é tarde é o que vão dizer... Por charlanes Oliveira Santos

As folhas secas cansadas elaboram a dor na cor pálidas seu pigmentos abandonaram na envergadura do tempo Quero agarra a verdade e colocá-la entre seus olhos no fundo da alma mais como? E mesmo assim se o livre-arbítrio da escolha você não será minha; há escolha tudo dela
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As folhas secas cansadas elaboram a dor na cor pálidas seu pigmentos abandonaram na envergadura do tempo Quero agarra a verdade e colocá-la entre seus olhos no fundo da alma mais como? E mesmo assim se o livre-arbítrio da escolha você não será minha; há escolha tudo dela Ando sobre o loops temporais caminho na combustão do sol me ergo no nascimentos das estrondosas supernovas ( estrelas ) e tudo se resume nas escolhas de cada um Se a proteção sou eu por que não posso fundir-la a mim? Por que os sonhos vem da bolha dos cosmos? Amada ousar me uma vez mais conheço seus olhos e sinto o que você vê sem como desejas a paz nas partículas do ouro mas conheço o tempo e ele me aceita vem comigo sobre as nuvens Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

O céu baunilha nasceu com o tom roseá mas minha vida é cinza Ecos de albatrozes imóveis no ar nas profundezas das ondas dos labirintos-cavernas sem corais Magicamente areia de porquês ancoras se escora para não deslizar
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O céu baunilha nasceu com o tom roseá mas minha vida é cinza Ecos de albatrozes imóveis no ar nas profundezas das ondas dos labirintos-cavernas sem corais Magicamente areia de porquês ancoras se escora para não deslizar Subir na direção à luz Estranhos passando na rua eles simplesmente não existem Olhares conduzo através da terra mas não posso voa ao redor do sol minhas asas não suportaria As nuvens todos os dias cai incitando e me convidando a subir E através da janela na parede o perdão que eu mesmo quero dar Entram escorrendo nas asas da luz do sol embaixadores da manhã Meus dias minhas noites somem na imensidão dos cosmos e nada, nada... é minha gravidade mais Canções de ninar era feitas pelas mães negras de coração perfeitos enquanto os seus caminhas na direção do tronco pelos seus cuidados os matarem POr Charlanes Oliveira Santos

Meus olhos embriagou da sua beleza por um leve momento meu coração fartou se de um contentamento descontente... A Inspiração deixo me levar na influências dos sentimentos subitamente nas Inquietude-ansiedade
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Meus olhos embriagou da sua beleza por um leve momento meu coração fartou se de um contentamento descontente... A Inspiração deixo me levar na influências dos sentimentos subitamente nas Inquietude-ansiedade Sem justiça no labirinto dos pensamentos inextricável... Sem liberdade ou em múltiplas dimensões da minha linhagem Nos livros biografia de um escritor anonimo Marés do tempo em fluxo da memória rasa em um instante...; Na transposição da sua beleza além do sentido das palavras Ondulações mesmo na remota companhia mas em sentidos solitários agradou-se Aroma agradável não duradouro, mas imortalizado Antes a ausência e revelação de reflexo e agora o amor florescer como as flores em um lembrança suave Na fragilidades traço possibilidade Em um inevitável Fulgor escrevo... Sangro meu futuro para ver se encontro o rasto do meu eu entre a eternidade No horizonte o sol adormece um vez mais... A noite abraça me coabitando me a paz com nossas lembranças Minha alma satura meus sonhos minhas cicatrizes conta algo sobre mim Sinto um silencio entre fendas do tempo meus olhos ver a brancura de algo incolor chegado Fardado ao fado no entenrecer em uma epifania entre brasões visão indizível em um entendimento de convivência Na alma diáfano variações nas singularidades incertezas eloquência um esmero falho Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

A noite desperta me com suas mãos ásperas, Meu consciente no limbo por eras, queria acorda para se jovens novamente Dolores de uma lua rara na raridade da sua beleza
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A noite desperta me com suas mãos ásperas, Meu consciente no limbo por eras, queria acorda para se jovens novamente Dolores de uma lua rara na raridade da sua beleza Sentia a areia nas mãos sentia o tempo e no meu bolso só a lembrança e lá você lembrou e quis acordar mas quando acordamos estava só Trancava você e nossas lembranças onde poderia visitar quando querê-se mas não me lembrava era tão real que achei que estava mesmo ali Fecho os olhos quando quero acordar antes que meu mundo de fantasia seja destruído comigo dentro mas hoje perdi o controle as coisas se misturaram Minhas lembranças que define meu caráter e me faz quem sou esta muito na bordas e no contato com a loucura trocava informações sigilosas do subconsciente o que define o controle? posso me torna um moribundo? Meu subconsciente pode tomar o controle e me tranca no lup temporal de lembranças agradáveis como um forma de escape da realidade indesejada? Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Rasgo meu coração em canção para entregá-lo a ti O Amor valioso não pode se avaliado Afogo me lentamente nas lagrimas arrastando as folhas do nosso tempo que assombra-me as estacões outono
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Rasgo meu coração em canção para entregá-lo a ti O Amor valioso não pode se avaliado Afogo me lentamente nas lagrimas arrastando as folhas do nosso tempo que assombra-me as estacões outono A solidão mata me a noite mas embriago das lagrimas que vem conforta minha dor Que este amor não me cegue mais não me siga Sendo perseguido por este tormento-paixão O meu olharei nas tulipas tão perfeitas a sua beleza Vêm do fulgor das trevas habita rutilante no escuro prazer nas cuvas da madrugada separada reina longe do amor Farta de fadigas fragilidades tantas Eu me faça a alma pequena diminuta e tenra como só soem os ventos que me ignoram e minha vida não há leva... "lagrimas" incalculável e a riqueza do grande amor que a doçura de um fel na sensata loucura nas chamas que não consome a alma e doí a carne Meu coração amolece nas profundezas da alma Infelizmente as riquezas do ouro abre todos caminhos mas a dor do tolo e fartar em exerço pois os vermes lambem o sepulcro de mármore marfim onde nada levamos daqui Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

O vento sopra frio nas montanhas e colinas alimenta do silencio e escuridão o eclipse da lua mescla a noite gelada O vazio escolher para mim totalmente fora de controle a morte me beija em sorrisos lentos As cinzas retalha meus olhos e um zumbido me desnotei-a seguro na olly ma…
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O vento sopra frio nas montanhas e colinas alimenta do silencio e escuridão o eclipse da lua mescla a noite gelada O vazio escolher para mim totalmente fora de controle a morte me beija em sorrisos lentos As cinzas retalha meus olhos e um zumbido me desnotei-a seguro na olly mas e tudo descontrolado e não a sinto meus dias se fundem com a noite e tudo se mistura no caos Gostas entre as veias me alivia momentaneamente doses cavalares de red 101 Partículas se desprende do futuro e no reversor me alucina aparenta ter algo bom lá será que suportarei os dias para ver isso no presente Meus troncos batidos ate o coração com um único golpe e o plasma vermelho corre nas fendas da alma embriagando meu ser substância é a tua, que forma latente, cedem milhares de sombras alheias reflexo somente, sombras lastreias que revela rascunho malfeito de tua figura túnica negra viço da messe a primeira é de tua beleza um resumo, O segundo com tua bondade parece formas mais belas meus traços presumo graça visível Ninguém tem, como eu, coração tão constante. Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Imersa águas absinto sucumbe minha alma em tormento hostes ave taciturna realidade voraz e crua Que dilacera a cerne e sangue sucumbiram na moléstia
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Imersa águas absinto sucumbe minha alma em tormento hostes ave taciturna realidade voraz e crua Que dilacera a cerne e sangue sucumbiram na moléstia palpável espectro maldizente disfarça a escuridão... serra o vento urge; tenebroso Os corvos revoam dentro da minha cabeça e o verso poético silenciar o inclina do pouso Permitir que a morte chegue lentamente Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

A lua falta um pedaço madrugada em eclipse total da sua alma ausência Absinto e abismos se unem nevoa negra entre espinos laminas e linguá alimenta do sangue
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A lua falta um pedaço madrugada em eclipse total da sua alma ausência Absinto e abismos se unem nevoa negra entre espinos laminas e linguá alimenta do sangue O tempo descarrilha e a madruga apalavrável torna se esquadrinha me entre as trevas O piano em som triste alienia aos timbre da minha mente as notas se fundem com minha paceira solidão As folhas cair em um toque suave ouso a que do mundo mesmo ao som de tão pouca intensidade Os gritos só mesmo da minha alma fria As flores morrem no caminho que andei seca se a erva e cair se a flor O tempo me devorá pesamentos obscuro querem me beber meu cheiro os fascina Os vultos salta de gaia em gaia na espreita e dos becos suga os ecos dos meus próprios passos O gelo sepultura Dorlores tão solene a triste sem ela Habita a mim solidão não se ausenta num habitar tão desigual Os ossos me rasgam ao meio e desova tudo que é vivo em mim Caíram flor e o desejo da mortal guardado cruel onde me traga à sublime morte no ardor das chamas Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

A essência da insonia na mesma sitônia se alastra ao medo Alta madrugada 3:23 meus olhos doe Pesamentos busca refugio nos seus mais não se acolhe pois um fim entre nos foi por ti proposto
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A essência da insonia na mesma sitônia se alastra ao medo Alta madrugada 3:23 meus olhos doe Pesamentos busca refugio nos seus mais não se acolhe pois um fim entre nos foi por ti proposto chama lusitana como fagulha indolor morte das cores Dracma sem valor cai das mãos tremulas A morte ignora os morcegos no estomago pele fria petrifica os sentidos Pensamentos perturbadores digno de nota Meu amor me deixou...esmurro o ar salta em fuga as lagrimas O veneno corre nas veias desprezo, o fel na boca amaga Pesamentos espatifaram quando o sopro ausentou-se Peço aos loucos e aos sábios que rasquem meus versos por favor Lua rara Sobre sua pele sedosa olhos cor esverdados ardente, Cabelos fios do sol loiros rubros lábios talvez adoçando Outro sorrisos gralham contentes majestosas passageiras Como o verme come os mortos sacio das lembranças Caminhos tortos para enlaçar-te em meu caminho manco Estranha amiga seduz me com palavras sensual "ela se foi" Aceito "lagrimas" o passado a tirou de mim! Oh mulher, eu nunca quis tocar cérebro quis degustar O vinho tinto me permite fazer o desejo da lua e doado ao sol de vermelho em lamentos e agonia de prazer.

Insonia, asseidade, amores a primeira vista, a paciência não cativada Nos lampejos do brilho da a joia lua rara me fizera letal ferida Horizonte em agonia o sol sangrada na distancia da tarde o vermelho se estende entre as nuvens
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Insonia, asseidade, amores a primeira vista, a paciência não cativada Nos lampejos do brilho da a joia lua rara me fizera letal ferida Horizonte em agonia o sol sangrada na distancia da tarde o vermelho se estende entre as nuvens O azul em sua tristeza vai ficando turvo e a lua amarelada com sua luz na gastura da boite embalsamada O vento frio corre empurrando a solidão que me esmaga dilacera minha alma suas palavras retalhando meus sentidos A formosura desta fresca serra custura minha chagas a ferro e fogo Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados me devora Alegres campos, verdes arvoredos fim tão tristonhos sua alma gentil, que te partiste a esperança perdida Amor que arde sem se ver Amor, que o gesto humano n'alma escreve... A morte, que da vida descontente Apartava-se os polos e as que a alma humana, que enriquece Aquela que, de pura castiga triste e leda madrugada aqueles escuros olhos que chorosos A sepultura de elos e brando A sepultura me aguada Amor novas artes, novo engenho Cantando estava um dia bem seguro Cara minha inimiga, em cuja mão estendia Chorai, Ninfas, os fados poderosos que ela me pusera Como quando do mar tempestuoso correm turvas as águas deste rio converteu modéstia afeiçoa e aranho meu coração Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Esmagada e gasto pelo Tempo ;as horas tiveram secado o meu sangue e coberto o cenho morno Com linhas e rugas; quando a sua fresca manhã as regras da insonia me sugam Ascender à alta noite senil,
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Esmagada e gasto pelo Tempo ;as horas tiveram secado o meu sangue e coberto o cenho morno Com linhas e rugas; quando a sua fresca manhã as regras da insonia me sugam Ascender à alta noite senil, Minguarem, ou sumirem de vista, a possibilidade de se rei Roubaram o tesouro da minha primavera; hó princesa minha Por esse tempo agora eu me oponho e me desfaleço Contra a faca cruel da confusa mentalidade as vezes infantil Sem o ponto final eles jamais ceifará da lembrança Na suavidade do meu amor, embora lhe tire a vida Nestas negras linhas ficará a sua beleza, estampada com meu sangue à decadência da idade; e o medo do fogo as altas torres são destruídas, e eu ainda continuo aqui E o eterno escravo do metal entregue à mortal ira; de estar só Ao ver o oceano faminto ganhar as pedras da minha alma Vantagem sobre os domínios das encostas; E a terra firme avançar sobre o braço de água, gota gota me sacio do oceanos Equilibrando-se tal mudança de condição, Mesmo insuportável não ensino a pensar a ruína: Que o tempo virá e levará o meu amor "lagrimas' ou as laminas fará-me ver a nirvana? Este pensamento é mortal, sem outra escolha? Senão lamentar ter o que se temer ou perder Por Charlanes Oliveira Santos

Os sinos tocam as estações desabrocha o outono flor Minha alma grita no estalar do amor Sucumbido ao deleito cedo a oração que se converte em um reza repetitiva da sua volta...; dor
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Os sinos tocam as estações desabrocha o outono flor Minha alma grita no estalar do amor Sucumbido ao deleito cedo a oração que se converte em um reza repetitiva da sua volta...; dor caminho na escoras da vida e no lamento cor dos meus ossos e folhas âmbar As lagrimas no ecoar cair pesadas e no seu durar As noites dopar meus olhos derrama na madrugada sem domar queria dizer algo e sendo as palavras ditas o dever de depor e datar a cura Criar as esperanças certas pois citar a dor do coração neste chiado que cegado-me canto o cantar de banir a solidão que sempre estar á boiar Bicar seus lábios e beber sua beleza Banir sem bater na tristeza para lembrar da dor que é viver sem ti esperar e atuar sem mentiras no palco da vida andar anuir meus sentimentos antes que arranque minha vida destas linhas que caminho e a vida novamente armar E antes de tira das minhas veias o sangue e corre este amor, te você outra vez para sempre pois o pavor de não acertar o alvor do oblíquo altar emitir meus votos emanar o elixir do amor duradouro elevar a felicidade e eleger minha rainha ejetar tudo que te faz infeliz educar meus modos editor e editar as palavras que díspar e não duelar com suas emoções Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Eu machuquei a mim mesmo hoje outra vez mais Para ver se eu ainda me sinto Eu me concerto na dor e a única coisa que é real
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Eu machuquei a mim mesmo hoje outra vez mais Para ver se eu ainda me sinto Eu me concerto na dor e a única coisa que é real A agulha me conecta velha picada familiar Tento apagar todos; tento parar de escuta-los O que eu me tornei? Todos que eu conheço vão embora no final amigos particular Você poderia vê isso tudo o apenas fingir me ajudar Meu império de sujeira já doei na surdina pois eu iria te desapontar eu iria te machucar Cheio de pensamentos quebrados que eu não posso consertar Sob as manchas do tempo os sentidos desaparecem Eu ainda estou aqui... Tento começa de novo com migo mesmo Elas estão aqui mais não existem mas as ignoro ate eu acha o caminho de volta... By Charlanes Oliveira santos

Os vultos me despertam...me furam com seus espinhos meus olhos são abertos de mais; Sinto o cheio das moedas de um tostão salpicadas da vida vermelha
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Os vultos me despertam...me furam com seus espinhos meus olhos são abertos de mais; Sinto o cheio das moedas de um tostão salpicadas da vida vermelha Minhas mãos são tremelas as vozes querem beber Tateio a procura da rosa... Noite já surgia com o dia nublado delir o breu com o véu já caminhava muito escuro a nirvana me sussurra só vocês não veem Eles querem me beber... Sinta o tempo despreza a pressa...foi o que a bipolaridade já dizia mais Rorschach diz se carência...queria mata-lo mas sua machas já as fizeram Virão embasa as vezes... mais eles irão embora eu controlo aqui este é o meu mundo uso a extensão toda dos neronianos e faço vocês desistirem da minha loucura Consumo meu tempo longe de tudo...sinto sua falta Sara da sua essência mesmo sabendo por eles que você não é real agora... Construir a própria alma é muito insano? sou rasgado esfolado e anda os que não existem no meu mundo e anseio ir a seu...Mas vou escapar da sua prisão! sinto muito mais não vejo suas borboletas! Significado Rorschach na minha teoria : Rors-a de cha-rlanes ou ch-arles Por charlanes Oliveira Santos

Pensamento fosse a baça matéria de minha carne em chamas As alamedas não tocaria na fadiga da nossa distancia remotos seus pesamentos
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Pensamento fosse a baça matéria de minha carne em chamas As alamedas não tocaria na fadiga da nossa distancia remotos seus pesamentos Ti afasta de mim que amo tanto sua alma e ti doei meu coração flamejante pois ágil salta por terras e mares, Imagino mata-me em pensar por ti não ser lembrado Ceder o tempo com meu gemido exclusos Lentamente fraudo todos elementos o ar leve e o fogo ardente, para deslocar-me ate ti navego nas ondas seja elas sinápticas gasosa pois minhas lagrimas molhadas me fura no aço da sua essência Aonde quer que eu me encontre; desejo, você Fazer a ausência, deslizam furtivamente; Fenece e morre, subjugada pela melancolia; do meu eu Adornado de dor minha alma grita em lamentos silenciosos onde estão os lépidos mensageiros do amor que meu coração não mais atura sem ternura És bela somente por se refém do coração;meus olhos escuros apaixonado pela beleza do seu ser A parte dos seus olhos claros e do doce coração me que! Mais mas valia a prata e o ouro para escrever o sossego O amor brilha e reluz a verdadeira felicidade Amamos pois entre as eras e a nossa historia escrita nas estrelas que joia nem uma tem valor maior... Por charlanes Oliveira Santos

Eu sou água pelo solo a fluir a seu sombrio, pérfido e fino piso os olhares se acariciavam o tempo nosso entendimento Nem pétalas se moviam sem nosso consentimento mesmo a gota de orvalho a deslizar pela folha permaneceu suspensa no ar aos uivos dos ventos... Sublimarei cada pa…
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Eu sou água pelo solo a fluir a seu sombrio, pérfido e fino piso os olhares se acariciavam o tempo nosso entendimento Nem pétalas se moviam sem nosso consentimento mesmo a gota de orvalho a deslizar pela folha permaneceu suspensa no ar aos uivos dos ventos... Sublimarei cada palavra na euforia sentindo as mesmas vibrações escrevendo as minhas poesias Escuto a voz da tristeza na melancolia dedilhando meu nome nas águas e jogada aos ventos a dor se desfaz no vazio neutro os sonhos se desfaz sozinhos e sobre as nuvens vão desvaecendo Nas correntes de ar você se perde pesamentos controla algo no estrito da sua lama não posso segurar Salto para observar queria poder contar alguém mas o tempo me castiga e sempre afasta você de mim A luz dão escolhas individuais mesmo a morte estando no caminho somos responsáveis pelos nossos atos Posso negocia mais corro o risco de não se eterno Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Penumbra nesta obscuridade de meia luz caminho ate você Aroma deste perfume agradável e duradouro, imortalizado âncora da minha realidade Poemário sublime modo de expressão deste amor
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Penumbra nesta obscuridade de meia luz caminho ate você Aroma deste perfume agradável e duradouro, imortalizado âncora da minha realidade Poemário sublime modo de expressão deste amor meus olhos prismas aprisionados na sua beleza mortal mirantes de ver perspetivas de deleite e agrado Profundidades da alma encontro na rasa superfície palavroso e extenso são meus dias com possibilidades de fracasso na conquista de ti hó amada Um faísca de luz praguejar riscando o céus alteridade de gratidão a cortês e gentil tentativa concedida por ti decisões, actos e consequências sutis Rebelará meu coração aspecto de sacrifício total para ter-la nostálgica e melancolia desprezo quero a ti somente a ti Sua singela sensualidade me encanta e traz prazer dos sentidos ausência de ruído e de som na inquietude dos seus movimentos traços próprios de cada um sob o brilho do sol E nesta ideia suas imagens uma visão do mundo símbolo mágico quero fazer ti meu amuleto de sorte E na Tempestade os ventos fortes, trovoadas não tocará nosso amor poderemos nos dias difíceis tertúlia a noite toda e as palavras masas e encantadoras nos levará ao agrado um ao outro E na nossa trilogia ufano acesso repentino, de expressão da vontade sua e aceitarei E sem destino determinado quero correr sobre seus desejos de menina mulher Por charlanes Oliveira Santos ( Charles )