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Frase de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

O mármore frio nem os monumentos e obeliscos não tem maior virtude emponderamento que os versos e poesias Eles invoca a gema da alma envolta pela névoa do tempo? se não as palavras! As estátuas surgirem no trabalho diligente,sem inscrição o tempo deixa sem explicação! Ate Marte e a espada, nem o embate arder O fogo fátuo o límpido registro de tua memória cansada esquecida ânimo ainda encontrará lugar nas palavras que relatara aos olhos que vistes a sua posteridade,ou o seu cataclismo. Então,julgará que tu mesmo fazes,e saberás se quebrou seu juramento vives e permaneces nos olhos de teus amor sê forte; digas que a ama antes que o vento passa com areia em sua pele e as memorias ficam caladas e faleçam Ardil seja bruto que teu apetite,pelas cordas do sentimento pois vem os pássaros que não sega famintos e as devora na sua sutilidade Somente de hoje alias e alimenta aguçado seja o seu antigo poder e então, amor, sê tu preenchas A fome de teus olhos, mesmo plenos,e o amanhã envelheça ,e não o matem pois espreita o espírito do anti-amor com perpétuo tédio solitário Deixa ir ínterim ser como o oceano divide a praia,novos seres Diariamente vêm até as poesias e outros jovens a clame as margens, e, ao assistirem o verão Retornar o amor, abençoada se torna esta visão com suas palavras as declame a sua amada e com mesmo cuidado no inverno, cheio de amor, aqueça suas memorias e seus poemas os alimente Por Charlanes Oliveira Santos

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

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Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir
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Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes

Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer c…
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Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer carnal na frenesia insaciado A estonteante lágrima amarga de olhos ardidos poeta lúcido de uma loucura nua Olhos aberto ao mundo dos espíritos Criação das mensagens na ilusão de mim mesmo O gosto do metal na boca voltar me assombrar meus sangue se agita escuma como a água do mar; sem os cisnes A luz nasce o brilho impar ofusca me os olhos as sombras se esconde parcialmente mas ainda escuto seus sussurros dentro das paredes

Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino,
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Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino, n'alma a névoa da apagada e vil tristeza, Em meu poema de heroísmo e da sua beleza o fero canto ecoar na mente Da estirpe que em perigos sublimados o dobrar do sino em um timbre agonizante de faz correr o pranto magoado tanto neste espanto O meu destino dor de tossir bebendo o ar fino esmorecer e desejando tanto...o vil amor Mas tu dormiste em paz os ventos beijou-te na boca... E um lindo som de uma canção destroçava meu coração Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite
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Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite Queima e clama ao cair do dia contra a luz que já não fulgura Que meus olhos capturam a centelha tardia Que o mosto de as brasas semeá doses nos corações das fagulhas delidas Que nas palavras do poetas o amor se renasça com novas assas Que no alta os versos seja entoado pela voz do auto e não por um outro leito que os olhos seja para moça da primeira fila. By Charlanes Oliviera santos