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Frase de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

No futuro... Nas valquírias trovadas no instantes das tardes se findarem na cor alaranjada sangue as sombras me seguiram e o breu do céu comidos por mim Nas asas dos querubins abitarei rasgando os céus Nas finas canção nos tons mesmo ao som de tão pouca intercidades alimentarei da alquimia Nas quedas da flores e folhas as pétalas firmará os nossos dias com essência e perfume no fresco da luz do amanhecer Segurarei o firmamento nos dedos dos trovões e nos ecos a voz do criador e suas benças serão eternas Hoje... Se eu não morrer... Arrastarei as sombras dos dias... E levarei me vivo ate aquele dia dos eu regresso Serei mas grato aos acordes da vida E nas poesia e som das cansão serei mas atento E se vejo hoje gritos dos pássaros em seu cantar e que a dor desanima no desespero e temor Não mas esticarei a moite e as madrugadas estarei descansado em seus braços... Viverei arrancarei da seiva deste amor os assucares do seus beijos Agora... Carrego a tarde nos ombros e sobre espinhos a luz do sol tão longe já escorregando na saliência do dia se findando morro lentamente... A gastura da luz fere meus olhos mesmos as artificiais O luar em seus brilhos não consigo ter outro sentimento se não a tristeza de não ter a ti Sei que virá tão perto já a noite vem mas quem sorrir a espreita são as sombras... Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

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Outras frases de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir
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Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes

Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer c…
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Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer carnal na frenesia insaciado A estonteante lágrima amarga de olhos ardidos poeta lúcido de uma loucura nua Olhos aberto ao mundo dos espíritos Criação das mensagens na ilusão de mim mesmo O gosto do metal na boca voltar me assombrar meus sangue se agita escuma como a água do mar; sem os cisnes A luz nasce o brilho impar ofusca me os olhos as sombras se esconde parcialmente mas ainda escuto seus sussurros dentro das paredes

Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino,
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Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino, n'alma a névoa da apagada e vil tristeza, Em meu poema de heroísmo e da sua beleza o fero canto ecoar na mente Da estirpe que em perigos sublimados o dobrar do sino em um timbre agonizante de faz correr o pranto magoado tanto neste espanto O meu destino dor de tossir bebendo o ar fino esmorecer e desejando tanto...o vil amor Mas tu dormiste em paz os ventos beijou-te na boca... E um lindo som de uma canção destroçava meu coração Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite
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Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite Queima e clama ao cair do dia contra a luz que já não fulgura Que meus olhos capturam a centelha tardia Que o mosto de as brasas semeá doses nos corações das fagulhas delidas Que nas palavras do poetas o amor se renasça com novas assas Que no alta os versos seja entoado pela voz do auto e não por um outro leito que os olhos seja para moça da primeira fila. By Charlanes Oliviera santos