Pular para o conteúdo

Frase de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Penumbra nesta obscuridade de meia luz caminho ate você Aroma deste perfume agradável e duradouro, imortalizado âncora da minha realidade Poemário sublime modo de expressão deste amor meus olhos prismas aprisionados na sua beleza mortal mirantes de ver perspetivas de deleite e agrado Profundidades da alma encontro na rasa superfície palavroso e extenso são meus dias com possibilidades de fracasso na conquista de ti hó amada Um faísca de luz praguejar riscando o céus alteridade de gratidão a cortês e gentil tentativa concedida por ti decisões, actos e consequências sutis Rebelará meu coração aspecto de sacrifício total para ter-la nostálgica e melancolia desprezo quero a ti somente a ti Sua singela sensualidade me encanta e traz prazer dos sentidos ausência de ruído e de som na inquietude dos seus movimentos traços próprios de cada um sob o brilho do sol E nesta ideia suas imagens uma visão do mundo símbolo mágico quero fazer ti meu amuleto de sorte E na Tempestade os ventos fortes, trovoadas não tocará nosso amor poderemos nos dias difíceis tertúlia a noite toda e as palavras masas e encantadoras nos levará ao agrado um ao outro E na nossa trilogia ufano acesso repentino, de expressão da vontade sua e aceitarei E sem destino determinado quero correr sobre seus desejos de menina mulher Por charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir
Continuar lendo

Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes

Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer c…
Continuar lendo

Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer carnal na frenesia insaciado A estonteante lágrima amarga de olhos ardidos poeta lúcido de uma loucura nua Olhos aberto ao mundo dos espíritos Criação das mensagens na ilusão de mim mesmo O gosto do metal na boca voltar me assombrar meus sangue se agita escuma como a água do mar; sem os cisnes A luz nasce o brilho impar ofusca me os olhos as sombras se esconde parcialmente mas ainda escuto seus sussurros dentro das paredes

Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino,
Continuar lendo

Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino, n'alma a névoa da apagada e vil tristeza, Em meu poema de heroísmo e da sua beleza o fero canto ecoar na mente Da estirpe que em perigos sublimados o dobrar do sino em um timbre agonizante de faz correr o pranto magoado tanto neste espanto O meu destino dor de tossir bebendo o ar fino esmorecer e desejando tanto...o vil amor Mas tu dormiste em paz os ventos beijou-te na boca... E um lindo som de uma canção destroçava meu coração Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite
Continuar lendo

Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite Queima e clama ao cair do dia contra a luz que já não fulgura Que meus olhos capturam a centelha tardia Que o mosto de as brasas semeá doses nos corações das fagulhas delidas Que nas palavras do poetas o amor se renasça com novas assas Que no alta os versos seja entoado pela voz do auto e não por um outro leito que os olhos seja para moça da primeira fila. By Charlanes Oliviera santos