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Frase de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Papilos escritas mais antigas que o tempo Os vultos desceram As asas quebradas escadas luz em velocidade Abismo-desespero cinzas e uma melodia melancólica na melancolia das dezoito Escorrega o sol o horizonte vermelho purpura e o escaneio os consome lentamente sentença decretada O ódio deles perturbadores dos nossos asseios invejosos seres rastejantes o pó se arrastam e seu ventre corre na areia mais antiga do tempo... Pesamentos e desejos compelindo á você a querê outros sentir Tento soprar-los para longe mais sua ansiedade os magnetiza O tempo e o mundo da essência espiritual entre o céu e a terra é a filosofia não a compreende Cativas e não tem selo! mata a canção como o bicudo do algodoeiro se alimentando das nuvens do amor As sombras das nuvens mais densas se aproxima o sangue se mover la dentro sabendo seu destino As lagrimas do futuro respinga no meu roso minhas cinzas voam em uma nuvem viaja no reveso temporal mas você não consegue ler as tabuas e de pedra ainda Sonho no soneto pesadelo do destino ao pó retorna com medo da constância da repetição sem relógio para retornar A noite sobre sua pele de dia óculos escuros filas de octano Mas agora é tarde é o que vão dizer... Por charlanes Oliveira Santos

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

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Outras frases de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir
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Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes

Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer c…
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Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer carnal na frenesia insaciado A estonteante lágrima amarga de olhos ardidos poeta lúcido de uma loucura nua Olhos aberto ao mundo dos espíritos Criação das mensagens na ilusão de mim mesmo O gosto do metal na boca voltar me assombrar meus sangue se agita escuma como a água do mar; sem os cisnes A luz nasce o brilho impar ofusca me os olhos as sombras se esconde parcialmente mas ainda escuto seus sussurros dentro das paredes

Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino,
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Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino, n'alma a névoa da apagada e vil tristeza, Em meu poema de heroísmo e da sua beleza o fero canto ecoar na mente Da estirpe que em perigos sublimados o dobrar do sino em um timbre agonizante de faz correr o pranto magoado tanto neste espanto O meu destino dor de tossir bebendo o ar fino esmorecer e desejando tanto...o vil amor Mas tu dormiste em paz os ventos beijou-te na boca... E um lindo som de uma canção destroçava meu coração Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite
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Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite Queima e clama ao cair do dia contra a luz que já não fulgura Que meus olhos capturam a centelha tardia Que o mosto de as brasas semeá doses nos corações das fagulhas delidas Que nas palavras do poetas o amor se renasça com novas assas Que no alta os versos seja entoado pela voz do auto e não por um outro leito que os olhos seja para moça da primeira fila. By Charlanes Oliviera santos