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Frases de Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

40 frases

Há um pássaro negro empoeirado na minha janela eu ouço ele chamando... O sol queima com seus olhos flamejantes ele lê a minha alma Espero o dia ruí... a tarde baunilha aveludada, apresado o laranjado alimenta dela derretendo o breu do céu
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Há um pássaro negro empoeirado na minha janela eu ouço ele chamando... O sol queima com seus olhos flamejantes ele lê a minha alma Espero o dia ruí... a tarde baunilha aveludada, apresado o laranjado alimenta dela derretendo o breu do céu A noite cai de alturas impossíveis... Os corvos voar com a escuridão... e sussurram nós te daremos Assas (liberdade) Planta nas minhas asas sementes de uma ideia você tocará as mãos de dele... Sobre uma manta feita de sombras tecidas sob o véu da noite Queria voar ate o paraíso e planar Estes anjos transformaram minhas asas em cera... com a asas tecidas pela escuridão; as asas que foram quebradas por que não deixei eles entrar... Sinto o gosto de metal na boca o cheiro de maça verde e a relva do campo O sol nascer sem eu querê... Escondo minha face sobre facetas neutras as sombras ainda é minha compassar predileta Por muito tempo havia segredos em minha mente, a escuridão cambaleando nebulosos fantasmas ate parece o medos da infância A pressão em alta não consigo me afastar O mar libera ondas negras lágrimas de dragão eu tinha asas que não conseguiam voar lágrimas congeladas senti-las paredes se movendo estou sendo arrastado para longe onde o tempo ainda não existe By Charlanes Oliveira Santos

A lua se encontra só uma lasca no céu mais eu já dormir o bastante... Posso sentir o frio correndo entre a fenda do ferro gelado da porta...sentir as coisas sem você pode parece novidade mais é real A canção ainda é a mesma mas quero compartilhar mais fora das entrelinhas hoje
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A lua se encontra só uma lasca no céu mais eu já dormir o bastante... Posso sentir o frio correndo entre a fenda do ferro gelado da porta...sentir as coisas sem você pode parece novidade mais é real A canção ainda é a mesma mas quero compartilhar mais fora das entrelinhas hoje Talvez por que eles os que lêem sejam poucos ou não muito sábios e você nem olha mas para este lado dos ventos...só circula nas suas rodas dos ventos Elas fazem silencio agora...enfim me deram tempo para pensar...então vou pelas nuvens são poucas mais da para passeá por elas e andar por sobre elas; Rasga meu coração neste instante...mais a vida passa tão rápida-sublimemente e muitos olham mais não a compreende Os sinos mesmo errados acertam duas vezes ao atenuar entre o dia e a noite; Na sutileza da sua passagem resolvi esperar,com a calmaria das ondas seja elas molhadas ou sinápticas Meus dedos brilham elas no momento estão voltando tenho pouco tempo agora mas retorno assim que possível se continuar agora não vai se pura. E só olhar através do chumbo! por Charlanes Oliveira Santos

Poesia é a lamina que medrilamina a alma Poema espada que separa a apta medula e alma do espirito Que aquece o coração escorre a seiva em sera quente pelas fendas da alma
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Poesia é a lamina que medrilamina a alma Poema espada que separa a apta medula e alma do espirito Que aquece o coração escorre a seiva em sera quente pelas fendas da alma Escuto as lagrimas rolando do meu rosto na noite o dia céu cinza e a noite tão vermelho A paixão e o amor sobre o fogo refina e na trinca com lagrimas de eros e o martelo de tor centelhas e sons do alto do olimpo... Jornada entre alamedas o vento e espelho sangra percebo que já não dar para chegar By Charlanes OLiveira Santos

No regresso do meu ser reviverei para escrever o meu epitáfio, sobreviverás quando na terra eu já tiver apodrecido; este que vos escreve é minha alma Daqui a morte não poderá arrancar a minha memória?,
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No regresso do meu ser reviverei para escrever o meu epitáfio, sobreviverás quando na terra eu já tiver apodrecido; este que vos escreve é minha alma Daqui a morte não poderá arrancar a minha memória?, Embora a minha capa parte seja esquecida nos vermes e lavras saciadas Estou aqui com outro nome imortalizado Embora eu, depois de partir, morra para o mundo; A terra parece ter me reservará uma cova rasa, Enquanto jazerás sepulta perante todos Meu verso frágil erigirá a ti um monumento posso anda pelo tempo os olhos divisarão no futuro, mas ninguém entenderá pois este server o criador do tempo e não me permitir se opor a ele pois o espirito da verdade abita em ti E línguas futuras mencionarão o meu ser, Quando todos deste mundo já tiverem ido. Ainda viverás eis a virtude de minha pena e clamarei sou eu aqui de novo Amarei como antes intensamente a musa que escolherá esta capa E, assim, deixes de ler as palavras dedicadas que os escritores usam o ,eu mo,e quando todos não acreditarem em mim Sobre seus belos objetos, abençoando seus livros que deixará Tu és tão bela em saber quanto em cor, me resta minhas memorias só permanecerá aqui por pouco tempo tenho que voltar e este tomará o meu lugar novamente pois minha essência já abita nele com palavras modernas O olhar mais espreito entenderá o que já passou. Faze isso, amor; embora quando vejam o mesmo Que toques duros empresta a retórica, da minha voz silenciosa Tu, minha bela, terias simpatizado mas como amim mesmo não existimo mais Com palavras simples por meu verdadeiro amigo; abito com ele agora na mesma casca E suas cores grosseiras deveriam ser mais bem usadas ele é fantástico um sem-deus para mim Para enrubescer as faces, daquilo que sobra em ti. existe coisas que navega entre o tempo e desperta em fleches cercados de mistérios Por Charlanes Oliveira Santos

Fiz escolhas tentei mudar algo parecia se distante... na minha percepção do tempo tentei vê algo sem a permissão deles para meu ganho pessoal eles me castigou e tirou ela de mim Alguma interferencial temporal como um holocausto em uma onda de choque descadeio reação de partícula…
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Fiz escolhas tentei mudar algo parecia se distante... na minha percepção do tempo tentei vê algo sem a permissão deles para meu ganho pessoal eles me castigou e tirou ela de mim Alguma interferencial temporal como um holocausto em uma onda de choque descadeio reação de partículas que viaja no revesso do tempo obscurecendo a visão do futuro Hannah poderá não mais existir "lagrimas" A cada dia o futuro parece mais sombrio e o passado mais radiante o mais triste e frio que pareça te sido Sinto muito Engel...

As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tã…
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As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tão reais de dia. O tempo cresce dentro do silencio onde os gritos só eu escuto Devora-me minha própria mente tão astuta que acredito nas minhas próprias ilusões O veneno do meu mal caminha no silencio de muitos Meu controle meus gatilhos defensores são desarmados e as portas abertas sem minha permissão Crio novas regras como se ensinar a crianças desobedientes os seus limites Meus próprios pesadelos de olhos abertos são criados por mim A nevoa escura os barulhos me consomem luto em guerra uma batalha contra mim mesmo O delírios que expressa a vida de um poeta lunático Por Charlanes Oliveira Santos

Olhar mistério...sorriso embalsamado pele fina e quente Contagem de tempo Queria tocá-la logo e saber que será possível Fruto proibido?
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Olhar mistério...sorriso embalsamado pele fina e quente Contagem de tempo Queria tocá-la logo e saber que será possível Fruto proibido? Me devora em pesamentos meus Tu es o ego feminino de um flor a essência maior da liberdade prometida a delicadeza do fruto suave pura essência de calor Ancora na alma-coração você me levou em agonia na gastura dos meus dias morro três vezes ou mais por cada momento nosso Não tem noção das feridas e chagas abertas e a fênix me ajuda fechá-las com com as cinzas e fogo Não sei se estas nas minhas veias talvez no meu sangue todo entranhado nas cortinas da alma estranha Olhos verdes folha seca sorriso sereno sutil e segredos maldade que como um lixa áspera me rasga e lambe com a linguá de sal fel Por charlanes Oliveira Santos

Os dias brotam na delicadeza das rosas no mesmo tom orvalho dão bebe o mosto e a relva do campo Os polem são soprados ao vento na leveza natural Nos bosques e jardins passeavam e catalogava os jardins mas perfeitos para repousá-la em meus braços
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Os dias brotam na delicadeza das rosas no mesmo tom orvalho dão bebe o mosto e a relva do campo Os polem são soprados ao vento na leveza natural Nos bosques e jardins passeavam e catalogava os jardins mas perfeitos para repousá-la em meus braços O vento levita a flor dente de leão é tão leve eu assopro na esperança das fissuras encontra ti A delicadeza dos seus olhos lembrança que agora me feri por estar só Em despedida desesperada pois aqui me traz muitas lembranças talvez longe posso esquecer você O tempo deslocava nas ondulações das sombras noturnas O Sol nasce no alto do mar da paixão, amar é meu castigo Na escuridão, eu estava cambaleando Queria encontrar o tempo, no seu lugar Nebulosos acólitos cheios de medo na luz fria cintilante Eles seguraram um espelho, e capturar a sua respiração Eterno pelo seu amor mortal, o cálice vai te fazer adormecer é certo a morte...es mortal em seus olhos aflitos e eu não posso doa parti da minha eternidade a ti Falcão e a Besta entram em seu quarto e o ouro vai enferrujar e será depositada na tumba real Mas alivio seus medos e aparições noturnas que agora só acariciam seus pesadelos Tenho que ir agora! minha face não envelhece

A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz
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A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor Nas batidas fracas de um coração sofredor Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Sobre os campos de lírios frescos e Flores a luz da lua cobre Amanhecida de orvalho e de essência duradoura Teus são assim os olhos iluminados como pelos raios solares que se choca com o orvalho como gotas pérolas líquidas
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Sobre os campos de lírios frescos e Flores a luz da lua cobre Amanhecida de orvalho e de essência duradoura Teus são assim os olhos iluminados como pelos raios solares que se choca com o orvalho como gotas pérolas líquidas Cheios de calma Sapiência...a vida vai se caminhando lentamente que tão neutra que não se sente E quando a olly desperta o vulcão reacende desperta a frenesia seus olhos visitam as flores tão soltos e singelos vê-los mais felizes a cada flor E de no bojo das Manhãs largados no sereno banhada as flores e a vida passa em gotas Meus anseios de ser seu dono cada dia aumenta Olhando os amplos céus da imensidade a aseidade da saudade que você ainda não compreende.... Coração-mar além-Saudade o bosque abre a luz e salva a pétala que escorrega das rosas solitárias entre as flores mais tristes... mais completas o amor vai recobrindo o livro branco que nossa vida ainda estar no inicio Abrindo a porta para os desenlaces da luz Há poemas de poemas, e um Soneto, largo minha alma depositada em uma urna e doada a ti e você não compreende As palavras com nova carne e sangue dilatam Sonho que façam o universo recuperar o sopro da vida em ti O livro branco se criando colocam traços bem pespontados e as letras luam entre corpos celestes e nas estrelas somos escritos na eternidade Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

O som silencioso no segundo suave sopra ao sentido a sonhar... Sonhei que sai a semeá sementes de sonhos e sentimentos sadios Sair a ceifar solidão segar sem satisfação sutilmente
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O som silencioso no segundo suave sopra ao sentido a sonhar... Sonhei que sai a semeá sementes de sonhos e sentimentos sadios Sair a ceifar solidão segar sem satisfação sutilmente Sedento da sua saliva sondei serenata suave aos seus sentidos Sonsinha a soluçar sussurrando sorriu... Sentir seus segredos no silencio das sombras Sambei assobiando Segundo surgindo e sol sonolento sair do sonho Surpreendido sem saber que sabia sonhar

Se obscuro denso aroma solidificado Vejo o tempo em estações sucumbi Vermelho ramo do outono esbranquiçar a noite na luz prateada
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Se obscuro denso aroma solidificado Vejo o tempo em estações sucumbi Vermelho ramo do outono esbranquiçar a noite na luz prateada luzes artificial metais e sombras esquadrilhadas Ando entre meus próprios passos; pesamentos-questão deixo que morra em mim seus olhos? Se de repente você me esquecer deixe no coração raízes onde possa brotar outra vez a solidão da minha alma Sua doçura implacável hó flor, escalar até seus lábios entrelaçados na nevoa implacável pois no frio sentirá a vontade de um amor para aquecer-la Em mim todo esse fogo também deixara de existe? e extinguido lembranças procurarei me congelar onde meu sangue não possa mais correr Sobre as brasas a lança permitirei que me transpassa o coração que morra a alma e sobre o sangue respira o corpo Derreta em gotas e escorre pelo caminho e nesta jornada alcanço o morro de Amom e surgirei com novas asas

Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite
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Que os cosmos da me a fúria grandiosa sonorosa belicosa por este amor poder sem césar lutar Que aparta os mares escuma fria nas bolhas de pede os pensamentos Que perdura adentre noite Queima e clama ao cair do dia contra a luz que já não fulgura Que meus olhos capturam a centelha tardia Que o mosto de as brasas semeá doses nos corações das fagulhas delidas Que nas palavras do poetas o amor se renasça com novas assas Que no alta os versos seja entoado pela voz do auto e não por um outro leito que os olhos seja para moça da primeira fila. By Charlanes Oliviera santos

Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino,
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Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino, n'alma a névoa da apagada e vil tristeza, Em meu poema de heroísmo e da sua beleza o fero canto ecoar na mente Da estirpe que em perigos sublimados o dobrar do sino em um timbre agonizante de faz correr o pranto magoado tanto neste espanto O meu destino dor de tossir bebendo o ar fino esmorecer e desejando tanto...o vil amor Mas tu dormiste em paz os ventos beijou-te na boca... E um lindo som de uma canção destroçava meu coração Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer c…
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Ando sobre as sombras e por muito tempo sem títulos ando sobre a aureola da eternidade rendas da vida imortal mas vivi a quantia exagerada intensamente A porção equilibrada queria somente da dor mas é a que mais velo, amor sequiada da paixão fogo veemente satisfação do prazer carnal na frenesia insaciado A estonteante lágrima amarga de olhos ardidos poeta lúcido de uma loucura nua Olhos aberto ao mundo dos espíritos Criação das mensagens na ilusão de mim mesmo O gosto do metal na boca voltar me assombrar meus sangue se agita escuma como a água do mar; sem os cisnes A luz nasce o brilho impar ofusca me os olhos as sombras se esconde parcialmente mas ainda escuto seus sussurros dentro das paredes

Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir
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Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial Sem querê te deixei ir Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes